Caros amigos, esse é um espaço criado para compartilhar com vocês os assuntos mais interessantes do mundo do cinema, dvd/blu-ray, games, séries de TV e tecnologia.
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...SÉRIES.
Opiniões #02- Episódio 2.12 The Walking Dead: "Better Angels"
Por Marlon Fonseca
Atenção! Aqui contém informações que pode estragar a surpresa de que ainda não conferiu o episódio!!!
Continuando a análise dos episódios da série e aproveitando a sintonia e participação efetiva dos leitores passemos a tratar juntos do episódio veiculado ontem á noite.
Desde a morte de Sophia a série vem entrando numa sequência de emoções intensas e mudanças vão ocorrendo a cada episódio. Muita coisa discutida na semana passada já mudou ou se encerrou e outras passam a surgir.
Iniciando com uma bela sequência, na qual o grupo inteiro se reúne em torno do funeral de Dale, temos um emocionado Rick clamando pela união do grupo e apelando pela mantença humanidades dos participantes. Curiosamente, em paralelo ao seu discurso, são mostradas sequências do grupo caçando ferozmente zumbis que cercam a fazenda mostrando de certa forma um contraponto ao discurso.
A despedida de um membro querido...
...entrecortada por uma caçada brutal e feroz
Em outro ponto do episódio o próprio Rick se mostra mais 'endurecido" em um diálogo com seu filho Carl, mostrando que os efeitos do mundo apocalíptico em que vivem começam a afetar a sua até pouco tempo inabalável confiança. Rick está aos poucos se tornando mais prático e com instinto de sobrevivência mais aguçado o que já havia sido demonstrado quando não hesitou em fuzilar dois homens em um confronto no bar e ainda ao fim deste episódio.
Rick ensinando a Carl a nova vida como ela é
Mas o diálogo mais importante sem sombra de dúvidas foi o travado entre Lori e Shane. Aqui, finalmente, o personagem de Shane volta a ser de certa forma "humanizado", pois sempre foi mais complexo, conflitante do que alguns espectadores imaginavam. Antes de cair neste espiral de loucura e fúria atual ele foi importantíssimo para a sobrevivência deste grupo que ora lhe virou as costas. O agradecimento de Lori sim foi justo e necessário mas não foi o suficiente para apaziguar sua loucura que, por fim, selou seu trágico destino em um forte "confronto final" entre ex-amigos.
Agradecimentos e desculpas tardias...
...não evitaram um trágico fim.
O aguardado e inevitável "Duelo Final".
O que mais vem sendo comentando, porém, é que de fato merece essa repercussão mundial toda que anda acontecendo é o fato de Randall e Shane terem tornando-se zumbis sem serem atacados por um. Uma nova forma de contágio se inicia? "Furo" no roteiro? O que virá agora?
Na cena final, com a horda de zumbis aproximando-se de Rick, Carl e consequentemente da fazenda, fica a certeza que no próximo episódio, o último da temporada, muitas mortes ainda virão.
Especial – Testando e analisando o PS VITA – Parte 1
Por Marlon Fonseca
Colaboração de: Rafael Mansano
Introdução e
Especificações
As seções e
Tecnologia e Games se unem para analisarmos o mais novo lançamento da Sony o
videogame portátil PS VITA. E para uma análise mais refinada contamos com a
colaboração do nosso leitor e proprietário do portátil Rafael Mansano. Sendo
assim, vocês terão ao mesmo tempo duas opiniões de pessoas que possuem o
aparelho.
O VITA
surgiu para suceder o portátil anterior PSP e para concorrer com o rival da
Nintendo o 3DS.
O portátil é poderoso. Conta como um processador (CPU) de quatro núcleos. Para vocês terem uma ideia de comparação o PSP continha apenas um núcleo. Ainda conta com memória interna de 512 MB e apresenta inúmeras funcionalidades, que abaixo serão melhor tratadas.
Funcionalidades:
Dotado de diversas funcionalidade, o PS VITA traz tudo o de mais moderno no momento. Confira elas abaixo com explicações e comentários
Tela LCD: A Tela do aparelho é em OLED e possui o tamanho de 5 polegadas (aproximadamente 12 centímetros) e impressiona. Juntando a capacidade gráfica do aparelho com a qualidade desta tela temos jogos extremamente coloridos e com belíssimos gráficos.Seguindo as novas tendências tecnológicas a tela do aparelho é sensível á toque.
Marlon Fonseca: "Ainda deve se levar em conta o fato de que ao contrário do PSP e do 3DS a inclinação da tela não afeta na qualidade da imagem."
Rafael Mansano: " É grande, de ótima resolução e incrivelmente brilhante (coisas que só o OLED pode fazer por você). A sensibilidade e o tempo de resposta também estão ótimos, como comparação: é a mesma sensação que você tem com o iphone e não com aquele delay que existes nos Androids mais modestos. A única coisa que deixou desejar foi que a Sony não colocou o Gorilla Glass (a tela super-ultra resistente que é utilizada nos Iphones) para não aumentar ainsa mais o custo no video-game."
Marlon Foneca" De fato a tela responde rapidamente e a sua utilização em Uncharted: Golden Abyss é fenomenal. O DS e o 3DS ambos da Nintendo já empregavam tal função na jogabilidade de seus jogos. Mas no Uncharted foi a mais imersiva experiência que já vivi com esta tecnologia aplicada aos games"
Botões Analógicos:
O Console apresenta dois botões analógicos para uma melhor jogabilidade.
Marlon Fonseca " A ausência de dois analógicos limitava muito a jogabilidade no PSP. Agora no VITA ela está bem mais precisa."
Câmeras:
Assim como no 3DS, ele possui câmeras tanto frontais como traseiras. A traseira é essencial para a funcionalidade de "realidade aumentada" que falaremos mais abaixo
Rafael Mansano: "As câmeras não são tão boas quanto ás câmeras dos celulares top de linha atualmente e, para piorar, a câmera de trás não tem flash. Entretanto, atendem de sobra o propósito para o qual foram cridas: realidade aumentada e video chat.
SIXAXIS:
O Sistema de movimento "SIXAXIS" inaugurado no PS3 retorna no VITA
Marlon Fonseca: "Considero a utilização do SIXAXIS no PS 3 muito fraca. Hoje então ela está quase que inexistente em razão do PS Move (nos últimos anos o único game que usou de fato esta função foi o Twisted Metal lançado neste ano). Porém em conjunto com as demais funcionalidades do VITA ele pode, enfim, encontrar maior utilidade.
Rafael Mansano: "PRECISÃO. Acho que essa é a melhor definição para o controle de movimento do PS Vita. OK, que por enquanto foram poucas as oportunidades que tive para utilizá-lo, mesmo assim a melhora em comparação ao SIXAXIS é impressionante".
Parte traseira sensível a toque:
A parte traseira do portátil é sensível ao toque dos dedos, sendo mais um acréscimo á jogabilidade.
Marlon Fonseca: " Mesmo com mais de 25 anos de experiência em games senti uma dificuldade inicial em utilizar essa funcionalidade no Little Deviants. Mais depois que se acostuma trata-se de mais uma potencial funcionalidade que, se bem utilizada, poderá acrescentar na jogabilidade dos futuros lançamentos."
Rafael Mansano: "OK, essa deve ser a novidade mais bizarra de todas do PS Vita e a primeira vez que soube dela pensei "Meu Deus"!! Que ideia idiota!! Entretanto, embora não exista atualização dela no sistema operacional do video-game (tela principal, menu, e afins) dentro da maioria dos jogos as produtoras estão tentando fazer uso dela. Em alguns casos a utilização parece estar sendo forçada demais mas na maioria dos casos a ideia funciona bem (escolher onde abrir buracos negros em Superstardust, controlar a ondulação do terreno em Little Deviants e ModNation Racers) mas nada se compara a utilização dela no FIFA Soccer."
GPS:
Com GPS embutido, o aparelho contém serviços de localização e de mapas. Mas o mais interessante é o aplicativo Near. Com ele pode-se visualizar em um raio de até 9km quantas pessoas estão usando o aparelho e o que estão jogando no momento e ainda receber "presentes" desses jogadores.
Marlon Fonseca: "Inicialmente não levei muita fé no aplicativo NEAR mas ele é interessante. Trata-se de função típica da cultura japonesa com a necessidade de integração virtual. Há a possibilidade de "troca de presentes" entre usuários. O Mais impressionante? Quado testada a função descobri que mais de 40 pessoas na minha vizinhança já possuem o aparelho e estavam jogando naquele momento".
Rafael Mansano: "O GPS do Vita por enquanto tem duas funcionalidades principais (três se você considerar também a possibilidade de anexar informações do GPS nas fotos): Google Maps e o NEAR. O NEAR ao contrário do que muitos pensam não é igual ao Street Pass do Nintendo 3DS. Ele exibe para você informações sobre as pessoas que estão dentro de um raio de 9km: o que estão jogando atualmente, quem está na lista de amigos, havendo, inclusive a possibilidade de adicioná-las em sua lista de amigos. Felizmente a Sony também pensou na privacidade das pessoas então você pode escolher quais informações compartilhar ou não'.
Internet 3G e WI-FI
Conexão á internet por 3G (em alguns modelos) e Wi-fi em todos.
Rafael Mansano: " O 3G do PS Vita foi recebido de braços abertos graças á ideia do "Online everywhere" o que nos leva a possibilidades impressionantes. Imagine ficar jogando o multiplayer online de Call of Duty naquele evento que você pediu pelo amor de Deus para não ser obrigado a ir. Tudo perfeito né? Bom, quase tudo. A não ser que você seja um feliz proprietário de um PS Vita vendido em Hong Kong, seu PS Vita será bloqueado (pela ATeT na versão americana, pela Voldafone na Européia...). Felizmente parece que a Sony Brasil irá oferecer uma atualização gratuita para o desbloqueio do 3G e consequente utilização do 3G no país".
Marlon Fonseca: "Eu sou um usuário de portátil sui generis, pois uso mais na minha casa mesmo. Então o wi-fi para mim já está de muito bom tamanho. No PSP deixando essa função ligada o consumo de bateria ficava maior. No Vita não há a função de desligamento do wi-fi e o desgaste de bateria é levemente menor. Agora, assim como no PS3 e o XBOX 360, o aparelho fica mais "vivo" e funcional quando conectado."
Cross-Play
Trata-se da Integração entre os sistemas PS 3 e PS Vita. Agora, pode-se através do Vita administrar conteúdos de seu PS3. Está em sua escola, faculdade ou trabalho e descobriu que aquela demo que você estava esperando saiu? tire seu Vita do bolso, conecte-se na PSN e execute o download por ele. Chegando em ca instale no PS 3 e confira a demo sem perder tempo.
Marlon Fonseca: "Outra funcionalidade que não vingou no PSP era integração com o PS3. No VITA já pode se observar um cuidado maior para com esta função. Só o tempo dirá se será mais útil como quando utilizada no PSP"
Cross Chat: Uma das maiores reclamações dos usuários do Playstaton 3 é a ausência da possibilidade de conversação por voz com usuários jogando games distintos. A sony não corrigiu isso ainda no console mas incluiu no VITA. Aqui os jogadores, podem conversar sem necessariamente estarem jogando o mesmo game.
Rafael Mansano: " E é mais do que isso!! Os usuários podem até abrir salas d bate-papo com com lugar para 8 pessoas no APP Party (permitindo o acesso de amigos e até de amigos dos amigos) o que cria ambiente perfeito para jogos multiplayer de futebol, FPS estilo Team Deathmatch e RPG´s em geral, já que funciona mais ou menos como o TeamSpeak muito utilizado em jogos de PC".
Som: O Portátil conta com auto-falantes e microfone embutido.
Marlon Foneca: "Não adianta. todo portátil possui som baixo. Nem no volume máximo ele se faz ouvir direito. Para uma melhor performance faz-se necessária a utilização do fone de ouvido".
Apps:
O Aparelho ainda conta com a função de instalação de aplicativos além dos que já vêm instalados nele. Eles são aprsentados na tela na forma de "bolinhas" e se assemelham bastante á disposição e organização de um iphone, por exemplo.Até o fechamento desta postagem, já estavam disponíveis alguns como Netflix, Facebook, etc.
Rafael Mansano" Senti a ausência de poder organizar os Aplicativos em pastas. Testei o Netflix e para minha surpresa absoluta funcionou! A qualidade estava ótima! Enquanto isso meu Nintendo 3DS continua com o sistema sem funcionar no Brasil."
Marlon Fonseca: "Futuros e inteligentes aplicativos que saibam usar bem as funcionalidades do VITA com certeza aumentarão ainda mais sua utilidade. A visualização e administração deles é simples. Não senti a ausência de pastas como o mansano pois os organizo de outra forma: cada página para cada função: uma para jogos e demos outra para a parte online contendo browser, amigos, trofeus, psn e psn store e near e assim por diante etc). Aliás o Rafael gostou da idéia e me "copiou" (risos) "
Realidade Aumentada:
Realidade Aumentada é definida usualmente como a sobreposição de objetos virtuais tridimensionais, gerados por computador, com um ambiente real, por meio de algum dispositivo tecnológico.
Assim como no 3DS, a câmera traseira serve para a função de
realidade aumentada. Ela também pode ser alcançada através das cartas de
realidade aumentada que vem junto ao aparelho, também similar ao já visto no 3DS.
PSN, Troféus e Store:
Quem tiver uma conta na PSN feita pelo PS3 poderá utilizá-la no VITA. Há, porém, a limitação de uso de apenas uma conta por portátil.
Já os troféus de ambos os sistemas serão somados na mesma conta, havendo, inclusive um aplicativo para gerenciamento deles. Há a opção de visualização de apenas os troféus de jogos conquistados no Vita ou de uma visão total e geral do seu perfil.
Um aspecto negativo e até surpreendente é que do Vita pode-se ver a sua lista de amigos na PSN e o que eles estão jogando no PS3 naquele momento, mas a recíproca não é verdadeira. Seus amigos do PS3 não o vêem online enquanto você está no Vita. Uma falha grava e inexplicável que precisa ser corrigida em futura atualização.
Necessidade de Memory Card: Decisão polêmica da Sony ao colocaar pouca memória interna no aparelho obrigando os usuários a comprar memory cards para os salvamentos de jogos e games baixados na PSN. Estão sendo comercializados modelos de 4GB, 8GB, 16GB e 32GB com preços altos (o de 32GB custa cem dólares).
Retrocompatibilidade: Outra decisão da Sony que desagrada é a fraca e irregular compatibilidade com jogos do PSP. Não há no portátil slot para UMD (a mídia desenvolvida para os jogos de PSP) e somente alguns jogos baixados na PSN rodam no aparelho.
Bateria: A Sony informa que a bateria (embutida no console) consegue durar por 5hs de jogatina.
Marlon Fonseca "Ela é mais durável de fato do que as baterias do PSP e 3DS mas não chega a durar 5 horas conforme anunciado. Testei isso com o Uncharted após dar a primeira carga completa do aparelho. Durou um pouco mais de 4 horas mais não chegou á 5 horas."
Comentários Finais:
Marlon Fonseca: "Inicialmente cumpre o que a Sony prometeu. É o portátil mais poderoso do mercado sem dúvida alguma e as suas funcionalidade expandem ainda mais a sua utilização. A resolução da tela é impressionante e a jogabilidade está bastante fluída. "Navegar" por ele é tão simples como em um Iphone, por exemplo, em razão da sua prática interface. O futuro dirá se tudo o que o aparelho pode executar será utilizada de forma inteligente e completa. Mas é promissor. Sem dúvidas"
Rafael Mansano: "INCRÍVEL! Essa é a melhor forma de descrever o PS Vita. Embora ele não seja barato, faço parte da maioria esmagadora que não se arrepende em tê-lo comprado. Como é de costume da Sony, ainda existe muito para explorar dentro do PS Vita, mas é visível que o sistema operacional dele encontra-se muito mais evoluído de quando o PS3 á época de seu lançamento.Então, para você que está na dúvida: se você é feliz jogando Angry Birds nos celulares, não perca seu tempo com o PS Vita e continue com eles. Mas se você gosta do PS3 e do XBOX 360 e games online, no fundo você já sabe o que fazer".
Não
percam!! Na Sexta-feira teremos a segunda parte do especial com a análise de alguns dos jogos
já lançados focando no poderio gráfico e como as funções do portátil estão sendo utilizadas.
Filme
que causou forte burburinho entre festivais, aclamado pelos críticos e por
aqueles que tiveram o prazer de assisti-lo, Drive
ainda não alcançou o grande público e circuito.
Já passou da hora de fazê-lo.
A
trama, baseada no até então desconhecido livro de James Sallis, conta a
história de um dublê de Hollywood que nas horas vagas serve de motorista para
assaltantes. Ao envolver-se com sua vizinha e família tenta salva-los das mãos
de bandidos, porém tudo foge ao controle e ele tem que lidar com todas as
conseqüências deste ato.
Nos
poucos mais de 90 minutos do longa, drama, ação, romance, suspense, tensão,
introspecção, violência tomam conta de forma impressionantemente e orgânica
arrebatando o espectador. Mas o trunfo maior está na força de seu protagonista
e intérprete.
Interpretado
por um Ryan Gosling, que vem se destacando a cada filme, a cada interpretação,
o “herói” (sem nome e calado) é imprevisível, nunca se sabe qual será a sua
reação e atitude mediante uma situação ou pessoa. Pessoa econômica nas palavras
são seus gestos e olhares (também econômicos[1])
que entregam o que sente naquele momento. Tendo que lidar, aparentemente, pela
primeira vez, uma situação que foge ao seu controle, quanto mais passado o
tempo mais imprevisíveis são seus atos. O fato de ocasionalmente constar com um
palito em sua boca recorda e homenageia os pistoleiros interpretados por Clint
Eastwood. [2]
Cercado ainda
de outros talentosos atores, o filme conta ainda com a também atriz em ascensão Carey
Mulligan (dos excelentes Educação
e Não me Abandone Jamais) como sua
vizinha Irene e um surpreendente e assustador Albert Brooks. [3]
Ron Perlman e Bryan Cranston (da elogiadíssima série Breaking Bad) qualificam ainda mais o elenco.
O roteiro “redondo”,
direto, assim como o livro no qual foi inspirado, não dá margem á aborrecimentos
ou momentos desnecessários. O filme tem sua síntese em uma fantástica cena
passada dentro de um elevador, pois ela consegue ao mesmo tempo ser
introspecta, romântica e brutal. O Final, poético, encerra a excelência da
obra.
Se
você é uma das pessoas que não havia ouvido falar sobre o filme ou se ouviu não
se interessou na ocasião, ele está devidamente apresentado. Agora assista. Ele
merece ser apreciado.
Cotação:
Ficha Técnica: Drive (Drive, USA,
2011). Ação, Drama. Direção:
Nicolas Winding Refn. Elenco: Ryan Gosling, Carey Mulligan, Alberto Brooks, Ron
Pearlman e Bryan Cranston. Duração: 100 min.
[1] Reparem
que mesmo ao sorrir ele o faz de maneira esboçada, incompleta.
[2] Ainda há
o simbolismo por traz de sua jaqueta (uniforme?). Inicialmente ele começa
limpa, branca e ao final do filme ela encontra-se suja de graça ou
ensangüentada. Seria Desapego á vida ou o reflexo da imundice que se encontra?
Tire suas próprias conslusões.
[3] Brooks é mais conhecido pelo público americano por
comédias intelectualizadas.
...CINEMA
Curiosidades #02 - O oráculo de Bacon.
Por Marlon Fonseca
Curiosidade interessante envolvendo um dos atores preferidos do blog e enviada pelo leitor e amigo do "Falando de..." Alan Oliveira. O oráculo de Bacon consiste em jogo dentro de um site da internet onde a pessoa digita um nome de um ator ou atriz e no máximo em seis passos ele ou ela serão ligados ao ator Kevin Bacon.
Tal jogo forra criado por Brett Tjaden cientista em computação pela Universidade da Virgínia e trata-se da aplicação cinematográfica da teoria dos seis graus de separação, um estudo científico que defende que bastam apenas seis laços de amizades para que duas pessoas estejam conectadas.
O jogo foi testado aqui na "redação" do blog com nomes dos mais variados como os brasileiros Wagner Moura e Juliana Paes e até mesmo com o dublador Nolan North que dubla o personagem Nathan Drake da série de Games Uncharted e todos tiveram resultado positivo.
Essa teoria hoje, também, é incorporada aos softwares de redes sociais como orkut e facebook.
Opiniões 15- John Carter – Entre Dois Mundos (John Carter,
USA , 2012)
Por Marlon Fonseca
A
adaptação do livro “A Princesa de Marte” (lançado na década de 20) de Edgar
Buroughs[1] vem
sendo tentada em Hollywood há muitos anos. Passando de diretor para diretor,
estúdio para estúdio até finalmente cair nas “mãos” da Disney e Pixar. E elas
não pouparam esforços afinal estima-se que gastaram mais de 200 milhões de
dólares com a produção e marketing do filme. Para a missão convocaram um
diretor “caseiro” (que já dirigiu para os estúdios Procurando Nemo e Wall-e) e
que estréia, assim junto com a Pixar, em um filme live action.
O
filme, tal qual o livro, conta a história do veterano herói da guerra civil
americana John Carter que inexplicavelmente é transportado para Marte e se vê
envolvido na Guerra entre seres deste planeta para salvar a Princesa que dá o
título do livro.
Mesmo
dotado de situações vistas exaustivamente em todo o tipo de mídia (o forasteiro
em uma terra desconhecida, a princesa e seu povo precisando ser salvos, os
discursos inflados antes das batalhas) John Carter consegue ter vida própria e
diverte muito.
Como
produção caríssima e bem cuidada que é o filme impressiona nos aspectos
estéticos. Os efeitos especiais estão magníficos seja nos variados personagens
digitais ou na composição dos cenários da Marte imaginada por Buroughs e pelos
roteiristas. O pecado nesse quesito é a má utilização do 3D. Chega a espantar a
baixa qualidade desta tecnologia no filme tendo em vista o Cuidado da Disney e
da Pixar para com o projeto bem como as conversões bem sucedidas do estúdio em
filmes como Alice no País das Maravilhas
e Piratas do Caribe: Navegando em Águas
Misteriosas.
O
casal protagonista do filme é formado por dois jovens atores que estão galgando
espaço em Hollywood e “abraçaram” seus papéis com vontade. Enquanto Taylor
Kitsch não compromete no papel de John Carter (embora esteja usando uma voz a
lá James Franco) Lynn Collins entrega a princesa mais emblemática dos cinemas
desde certa Leia Organa. Se sua exuberância já lhe dá crédito suficiente como
princesa, ela vai além e consegue compor todas as facetas de sua personagem:
inteligência, espírito de luta, etc.[2] O
elenco de apoio ajuda a qualificar o elenco incluindo Willem Defoe, Samantha
Morton e Thomas Haden Church dublando personagens digitais.
Um
aspecto louvável, e que se deve destacar, é que a produção não se escora apenas
em seus efeitos especiais. O roteiro apesar de não ser nenhuma obra prima não
compromete e o ritmo do filme é cadenciado, porém quase nunca aborrecido. As
relações entre os personagens têm seu dado valor e atenção.
Chega
a ser corajoso nos dias de hoje repleto de filmes com seqüências aceleradas e
com cortes rápidos vislumbrar uma na qual John Carter enfrenta sozinho um
exército inimigo ao mesmo tempo em que recorda de esposa e filha falecidas, com
uma música lenta ao fundo. Chega a ser lírico.
Mas
o aspecto principal, sem dúvidas é a união dos efeitos especiais de hoje com o
tom “aventuresco” de outrora. Quase que ingênuo. Afinal de contas o filme é
inspirado em um livro lançado há quase 100 anos, onde este tom era bastante
comum. [3]
Cumprindo
o seu objetivo de entreter as platéias com qualidade e aventura, John Carter é um filme bastante competente.
Quem embarcar no clima do filme com certeza sairá bastante satisfeito.
Cotação:
Ficha Técnica: John Carter: Entre
dois mundos (John Carter, USA, 2012). Aventura. Direção: Andrew Stanton. Elenco: Taylor Kitsch, Lynn Collins,
Mark Strong, Ciarán Hinds, Willem Defoe, ThomasHadenChurch, Samantha Morton. Duração: 130 min.
Observação final: Preparem seus
corações, pois antes do filme irá passar o trailer em 3D dos “Vingadores”
[2]
Curiosamente ela e Hitsch já atuaram em outros filmes juntos. Trata-se do
X-men:Origins: Wolverine. Ele como o mutante Gambit e ela como a Silver Fox.
[3] Não se
revoltem, portanto ao ver lagos em Marte.
Lançamentos
para todos os gostos nos cinemas e importantes nos games. Dicas curiosas no
Netflix e algumas indicações em DVD e Blu-ray marcam o “dicas” desta semana que
está caprichado e bastante variado.
Cinema:
John Carter: Projeto ambicioso e caro da Disney e primeiro live
action da Pixar que demorou anos para enfim ser lançado. Baseado no livro “A
Princesa de Marte” de Edgar Burroughs O filme conta a história de John Carter,
que é inexplicavelmente transportado para Marte onde se vê envolvido em um
conflito de proporções épicas entre os habitantes do planeta, incluindo Tars
Tarkas e a atraente Princesa Dejah Thoris.
Obs: O “Falando de...” conferirá o filme já nesta sexta e publicará o
“opiniões” sobre ele no Sábado.
12 Horas: A cada vez mais eclética (e linda) Amanda Seiyfried é uma
jovem que volta para casa e descobre que sua irmã desapareceu. Ela começa a
procurar a irmã, que já havia sido perseguida por um serial killer, e tenta fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido pelo brasileiro Heitor Dhalia.
O Pacto: Ainda estamos em Março mas Nic Cage já emplaca o seu
segundo filme no ano. A história se passa em Nova Orleans e
acompanha um homem, desesperado por vingança depois que sua esposa foi quase
morta em um crime brutal. Para isso, ele une-se com um grupo de vigilantes undergrounds. Essa união, porém, pode custar-lhe caro
demais.
Raul Seixas: O Inicio, o fim, o meio: Documentário sobre a vida e a obra de um dos mais inusitados e talentosos artistas brasileiros.
Obs: As informações de estréia são obtidas através do site da rede
cinemark. Sujeito a alterações nas datas de lançamento sem aviso prévio.
DVD/Blu-ray:
O Retorno de Johnny English: Auto-explicativo. A volta do
comediante Rowan Atkison (o eterno Mr.
Bean) ao seu personagem alusivo á James Bond.
A Casa dos Sonhos: Filme de terror do diretor Irlandês Jim
Sheridan. Apesar de sua batuta e do elenco estelar (Daneil Craig, Naomi Watts e
Rachel Weisz) o filme foi fracasso de público e crítica, mas pode, enfim,
encontrar o seu público no home video.
Hanna: Exercício de estilo do diretor Joe Wright ou um bom filme de
suspense ou ação? Fico com os dois. Lançado ano passado nas locadoras. Vale á
pena conferir.
Vício Fenético: Sob a direção do experiente cineasta alemão Werner
Herzog, Nicolas Cage entrega sua ultima grande atuação neste misto de drama
policial, comédia de situações e momentos
nonsense.
NETFLIX:
Filmes trash: Se em seu coração de cinéfilo há espaço para filmes trash o netflix é o lugar para
aquecê-lo. O Acervo do sistema tem vários deles. Intitulado com o ser e apelido
da moda Troll é um dos exponenciais do gênero e de quebra ainda traz
uma curiosidade: um dos personagens se chama Harry Potter e seus realizadores
processaram J.K rowling pelo uso do nome numa certa saga de um certo menino
bruxo. Já Killer Clown From the Outer Space, como o próprio nome já diz,
mostra uma cidadezinha americana sendo atacada por palhaços assassinos do
espaço sideral (!!!??).
Perigo Mortal: Chuck
Norris mandou um e-mail ao “Falando de...” indicando este filme. E foi
prontamente atendido. Saiba por que em: http://www.chucknorris.com.br/verdades/1.
GAMES:
Street Fighter x Tekken(PS3, XBOX 360 e futuramente PS Vita)A reunião de duas das maiores franquias de
luta finalmente foi lançado. O “Falando de...” cada vez mais atualizado já
conferiu o jogo e fez uma análise bem detalhada publicada no dia de seu
lançamento: http://blogdofalandode.blogspot.com/2012/03/games-opinioes-04-street-fighter-x.html
Mass Effect 3:(XBOX 360, PS3, PC): Romance, sexo, aventura, intriga, relacionamentos
conturbados, ação. Tudo isso e muito mais fizeram da série Mass Effect um sucesso de público e vendas. Este terceiro capítulo
promete encerrar as aventuras do Capitão Sheppard. Quais serão as conseqüências
de seus atos (e de seus jogadores)?
Resumo:
Perdeu alguma das “Dicas da
Semana” já publicadas? Eis abaixo a lista:
...SÉRIES
Opiniões #01- Episódio 2.11 de The Walking Dead.
Análises de Flávio Dreux e Marlon Fonseca
Organização, Introdução e conclusão por Marlon Fosneca
Aviso! Aqui contém informações que podem estragar a surpresa de quem ainda não assistiu ao episódio!!!
Introdução: Por Marlon Fonseca
O objetivo principal do "Falando de..." é a participação dos amigos e leitores sempre. Ao ser abordado esta semana pelo nosso leitor e amigo Flávio Dreux com uma ideia sobra analise do 11º episódio da segunda temporada de The Walking Dead, inclusive com a sugestão de título, sugeri-lhe que ele mesmo a fizesse e compartilhasse conosco a sua opinião.
No "Visões" sobre a série publicado na semana passada (vide link no fim de toda a postagem), fora falado que o maior atrativo é a dinâmica do grupo e a disputa pelo poder entre dois de seus membros. Coincidente e felizmente os episódios posteriores a essa publicação, a saber o 10º e o 11 focaram exatamente nisso.
Disputa de opiniões é o ponto alto da série
Sendo assim segue abaixo a análise feita pelo leitor. Ao final desta tecerei alguns comentários.
"Hora de Separar o Joio do Trigo.
Por Flávio Dreux
Após o término do 11º episódio da 2ª temporada da série The Walking Dead (série esta que eu particularmente acho ser a melhor dos últimos 5 anos), faz-se necessário um olhar sob o estado atual em que o grupo se encontra.
Ao conseguirem abrigo na fazenda de Hershel, em virtude de Otis ter baleado Carl acidentalmente, o foco da série fica voltada para a recuperação do filho de Rick e Lori, além de também manterem o centro das atenções para o resgate de Sophia (que teve um destino brilhante dado pelo autor, uma vez que a menina esteve presa dentro do celeiro o tempo todo, mas já tendo virado uma zumbi), sem que ninguém soubesse da existência de zumbis dentro da fazenda.
Contudo, após ser descoberta o real paradeiro da menina, o foco da série volta novamente para o trio Rick, Lori e Shane, fazendo com que as histórias dos demais personagens não sejam devidamente exploradas. O fato de Shane ser apaixonado pela Lori, além da liderança de Rick, faz com que Shane comece a ter conflito com alguns personagens, uma vez que estes não vêem Shane como um líder a ser seguido. Desta forma, Shane deixa seu lado emocional falar mais alto, sendo irracional em muitas das suas atitudes, sendo criticado por parte do grupo (Maggie, Lori, Glenn, Hershel e, especialmente, Dale).
Acredito que a trama da série não precisaria ficar sempre presa ao vínculo que envolvem estes três personagens. Sim, eles são os principais, e merecem destaque; mas isso não significa que os secundários precisem ser deixados de lado.
Acho que a morte do Dale neste 11º episódio serviu justamente para mostrar o quanto que há elementos ali poucos explorados. T-Dog, Andrea, Carol, Daryl, Glenn, pouco se sabe sobre estes personagens.
Eu acreditava que a transformação da Sophia em zumbi pudesse fortalecer o papel da Carol e do Daryl dentro da série. Porém, os dois continuam afastados, fazendo com que algumas vezes até sejam esquecidos pelos espectadores.
O único personagem secundário que ganhou algum tipo de destaque nesta segunda temporada foi Glenn, com o envolvimento com a filha de Hershel, Maggie. Mesmo assim, não foi algo que pudesse prender a atenção do espectador.
Talvez com o surgimento deste novo grupo (do qual o prisioneiro Randall faz parte), possa fazer com que os personagens secundários consigam maiores destaques. Uma coisa parece ser evidente: se os personagens secundários não ganharem maiores destaques, provavelmente vão acabar morrendo para dar entrada para novos personagens, assim como aconteceu com o Dale.
A partir do 10º episódio, fica evidente que o foco da série parece ser a conquista definitiva da liderança. Shane já não aceita mais as ordens de Rick e articula junto com Andrea uma forma de afastá-lo dos demais membros. Não é de hoje que Shane busca uma forma de derrubar Rick. Prova disso é que na 1ª temporada Shane quase aproveitou uma oportunidade que teve para atirar em Rick, coisa que não o fez somente por que Dale presenciou a cena, fazendo com que Shane desistisse de atirar. Vendo o aumento do prestígio de Rick com os demais membros, principalmente com Hershel, Shane acredita que a melhor forma de conseguir impor seu método é afastando Rick e Hershel de uma vez por todas.
A disputa pela liderança se acentua a cada episódio
Uma coisa é certa: o “grupo” já não existe mais! Dale estava correto ao criticar neste 11º episódio a imposição da lei de que sobrevive quem é o mais forte. Dale peca em achar que o mundo pode voltar a ser como era antes, coisa que parece ser impossível no atual estágio em que se encontram. Mas Dale acredita que eles não devem perder o sentimento de compaixão com o ser humano, o que diferencia em relação aos outros animais. Mas Shane também tem razão ao dizer que manter o sentimento de humanidade no estado que o mundo se encontra é arriscado, principalmente no que concerne a manter preso no grupo um indivíduo que já atentou diretamente contra a vida de Rick, Glenn e Hershel.
Cabe agora ao Rick saber o que vai fazer: manterá o pouco de civilidade e compaixão que ainda sente pelo ser humano, ou agirá friamente pensando sempre em prol da sobrevivência do grupo?
Chegou a hora de decidir se a esperança num futuro melhor ainda existe, ou se chegou o momento onde o único instinto que eles devem preservar é o da sobrevivência."
Comentários finais e Conclusão: Por Marlon Fonseca
A Relação do Grupo em Walking Dead é um "barril de pólvoras" e este episódio dá um passo á frente para a relação ficar ainda mais conturbada. Cada situação é motivo para tensão e disputa pela liderança entre Rick e Shane. Uma coisa já é certa: não vai terminar bem. Não tem jeito.
O Episódio foi extremamente interessante ao mostrar todos os personagens debatendo acerca do destino do jovem intruso. Ambos os argumentos tem fundamentos fortes. Se de um lado deveria se sacrificar o rapaz para manter a falsa sensação de "segurança" do grupo no outro havia a preocupação de, ao fazê-lo, caminhar-se ainda mais para a perda de humanidade. Faltou á Dale, defensor árduo da segunda opinião, destacar que esse "Tribunal" formado abriria um sério precedente que, no futuro, poderia voltar-se contra membros do próprio grupo.
Por falar em perda de humanidade está sendo assustadora (e, diga-se lá, irritante) a mudança de personalidade de Carl que parece estar mais tendendo ás opiniões de Shane do que de seu próprio pai. Porém, o seu arrependimento ao observar as consequências de um dos seus atos podem ser a sua salvação no futuro.
As consequências deste ato impensado e imaturo afetaram o destino do grupo
Por fim, a morte de um dos personagens que sempre apelava ao lado humano do grupo pode desequilibrar ainda mais a balança para o lado mais racional e prático. Porém, o possível arrependimento de Carl e a volta ao lado emocional de Andrea podem equilibrar tudo de novo. Ou não.