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Inaugurando mais uma seção no blog. “primo-irmão” do “Cenas
de Cinema”, no “Momentos marcantes” traremos sequências importantes, emocionantes e marcantes envolvendo games, seriados, animes, etc.
Para iniciar, trouxemos uma cena marcante do universo dos
animes.
Toda despedida é dolorosa. Seja por alguns minutos ou
para todo o sempre, o ato de se separar de um ente querido é sempre doloroso.
Eis que Eichiro Oda, criador do popularíssimo mangá e anime One Piece elevou essa sensação a outro
patamar na ocasião da inevitável despedida do grupo liderado por Luffy do seu,
até então, inseparável navio Going Merry.
Nem o aspecto divertido e cartunesco dos personagens aos
prantos, nem o discurso de Luffy se desculpando e criticando seus companheiros consegue
apaziguar o verdadeiro sentimento de tristeza da despedida da sequência. As “palavras”
de despedida do navio compõem este lírico momento.
Devil
May Cry, a franquia iniciada no Playstation 2, é uma das mais rentáveis da
gigante Capcom e Dante, seu protagonista, um dos personagens mais carismáticos
e idolatrados dos games. Mesmo assim, sua produtora, decidiu que tanto a série
como seu protagonista deveriam passar por um processo de mudança e renovação
para atrair o público ocidental.
Para o desafio, chamou a desenvolvedora ascendente Ninja
Theory que mostrou competência nos cultsHeavenly Sword e Enslaved eque encarou
com peito aberto a tarefa. Mas, assim que o jogo foi anunciado pela primeira
vez, algo incomodou de cara os fãs de longa data: o visual de Dante havia
mudado, principalmente seus cabelos que de branco longos passaram a ser pretos em
um corte mais curto[1].
Houve uma chiadeira generalizada que só começou a amenizar com o lançamento da
(ótima) demo do game.
Lançado esta semana (com legendas em português e DLC
exclusivo na edição nacional), o game finalmente pode ser conferido. DMC: Devil
May Cry, é uma espécie de prequel e reboot da série. Conhecemos um Dante
mais jovem e sem ciência de seu real passado que acaba por se envolver em uma
batalha contra terríveis demônios e a descoberta de sua origem e verdadeira
natureza.
DMC é basicamente um Hack
n, slash, linear em sua grande maioria, com muita ação e um visual
estupendo. Sua direção de arte é o que mais salta aos olhos do jogador. Seja na
paleta de cores escolhida, seja no visual dos cenários e as suas mudanças ao
longo de seu progresso[2]. As cutsecenes também estão muito competentes ainda que
inexplicavelmente um tom pouco abaixo da excelência mostrada em Ensalved e apresentam uma ou outra queda
na taxa de frame.
Além de se apresentar como um jogo inegavelmente bonito,
sua jogabilidade fora preservada e a possibilidade e facilidade de aplicação de
combos é imensa. Quanto mais armas são desbloqueadas ao longo das missões,
maior esta variedade fica. Há também a possibilidade de aprimorar as
habilidades e armas com os pontos conquistados durante as missões.
A necessidade em alguns casos da utilização entre armas
angelicais ou demoníacas para passar de determinada área/inimigo lembra o
recente (e ótimo) Ouland, mesmo que
esta mecânica esteja muito mais simplificada aqui.
No quesito jogabilidade o único pecado visível é a
ausência de um modo de foco em personagem específico ou um sistema de mira, o
que acaba prejudicando um pouco as batalhas quando há seres aéreos e terrestres
na arena ao mesmo tempo. Mesmo assim o jogador mais experiente consegue
contornar esse aspecto.
Além do visual do personagem, outra mudança na série que
salta aos olhos é a queda da dificuldade do jogo no modo normal. Termina-se o
game sem grandes problemas nessa dificuldade. Mas os jogadores ávidos por
desafios não foram esquecidos e novas (e mais penosas) dificuldades vão
surgindo após o término do game.[3] (A própria Capcom admitiu
que o desejo era tornar DMC palatável para todo e qualquer tipo de jogador).
As batalhas entre os bosses são bacanas e algumas deliciosamente nojentas e divertidas. Os inimigos "comuns" possuem um ótimo visual e variedade de ataques mas são poucos variados entre eles.
A
história se desenvolve de forma razoável, muitas vezes até simples, mas acrescenta
novos elementos e personagens á série. Devil May Cry nunca foi tão urbano como
neste jogo. Dante continua sarcástico como habitual, mas assim como o próprio
objetivo do game está em uma jornada de auto reconhecimento e auto afirmação.[4]
DMC:
Devil May Cry cumpre sua missão. Inova a franquia com um jogo de ação extremamente
competente, bonito e divertido e introduz um novo ponto de partida para o
personagem. E o principal é que Dante continua bacana e Devil May Cry ainda se mantém uma das grandes franquias de ação nos games. Ao término do jogo vai ficar aquela vontade de ver para qual caminho o personahgem vai a seguir. Que venha o próximo.
Cotação:
8,5/10
Ficha
Técnica: DMC: Devil May Cry (PS3/XBOX 360, 2013). Ação. Capcom e Ninja Theory.
Versão testada: PS3.
__________________
Curiosidade:
A produtora levou para o lado positivo as reclamações sobre a mudança do visual do personagem e fez uma rápida brincadeira sobre o assunto logo no começo do game
[1]
Imediatamente esse visual ganhou va´ris apelidos dentre eles Rihanna e Débora
Fallabela.
[2] As
sequências de “distorção” dos cenários nunca cansam.
[3] A
mais difícil lembra os velhos tempos da era 8 e 16 bits pois com apenas um
golpe de inimigo já é suficiente para matar Dante.
[4] Um
dos diálogos finais mostra claramente isso.
Opiniões #50 Django Livre (Django Unchained, USA, 2012)
Por Marlon Fonseca
Em Django Livre, Tarantino continua a nos
brindar com suas saladas de referências cinematográficas e musicais, diálogos
afiados, humor nonsense em sua
particular homenagem aos westerns
tendo o espinhoso tema da escravidão como fio condutor.
Django, personagem que dá nome ao filme vivido por Jamie
Foxx[1] (que finalmente volta a
fazer algo relevante no papel que por muito tempo era atrelado à Will Smith) é
um escravo que é vendido em separado de sua esposa e após um encontro com um
caçador de recompensas (materializado por um Cristopher Waltz cínico e
impagável, vencedor do globo de Ouro como melhor ator coadjuvante pelo papel)
decide procurar a e libertá-la.
O roteiro vencedor do Globo de Ouro desse ano apresenta
três atos diferenciados, mas que compõem a trama geral de forma interligada e
interessante e, apesar de contar com os já tradicionais diálogos extensos, se
mostra mais contido que o habitual. São raros também os momentos de flashback e
a trama se desenvolve em uma linha temporal direta, algo pouco habitual nas
obras de Tarantino.[2]
O humor típico das obras do diretor e roteirista continua
presente na maior parte do tempo, mas em Django Livre vislumbramos as cenas
mais densas e sérias que Tarantino conseguiu exprimir em sua carreira. Mesmo
que o ato final seja uma sucessão de momentos pastiche.
Elenco de primeira e afiado
Quanto ao elenco, além da dupla principal, temos Leonardo
Dicaprio deixando os papéis densos de lado e se divertindo e aterrorizando como
o implacável fazendeiro Calvin Candie. Kerry Washington como Brunhilde não só
embeleza a tela como consegue passar os momentos de dor, aflição e felicidade
de sua personagem com o pouco tempo que tem no filme. Mas o destaque mesmo
recai sobre Samuel L. Jackson que, como o odioso Stephen, finalmente deixa o
“piloto automático” de lado e apresenta sua melhor atuação desde o pouco visto
“Entre o Céu e o Inferno”.
Divertido e brutal, Django Livre apresenta-se, portanto
como um dos melhores filmes e um dos mais “enxutos’ da carreira de Tarantino,
que deixa os seus conhecidos excessos para parte final e foca na muito boa
história que criou.
Cotação: 8,5/10
Ficha Técnica: Opiniões #50 Django Livre (Django Unchained, USA, 2012). Western.
Direção: Quentin Tarantino. Elenco: Jamie Foxx, Chrstopher Waltz, Leonardo
Dicaprio, Kerry Washingtom, Samuel L. Jackson. Duração: 165 min.
[1]
Que por sua vez é uma homenagem ao filme homônimo do diretor Franco Nero nos
anos 50
[2]
Salvando-se apenas um divertido momento envolvendo membros de uma espécie de
“pré-klu-klux-klan” com a participação relâmpago de Jonah Hill).
Opiniões #49 – Detona Ralph (Wreck it Ralph, USA, 2012).
Por Marlon Fonseca
Cinema e games vivem uma relação curiosa. São os maiores
postulantes em arrecadação no mundo do entretenimento, com maior vantagem para
o segundo atualmente, e vivem “bebendo da fonte” um do outro. Nessa geração de games atual, por exemplo,
observa-se claramente o cuidado na roteirização das histórias e nas cenas de
ação com cunho “hollywoodiano” (alguns jogos até superam os filmes nesse
quesito). Já o cinema ainda padece em criar adaptações cinematográficas dos
jogos (algo que já foi discutido aqui no blog[1]).
Mas foi com uma história ambientada no universo gamer, e em forma de homenagem que o
cinema melhor se fundiu com os games. Em “Detona
Ralph” o vilão Ralph (Dublado originalmente por John c. Reilly com a
competência habitual) do game “Conserta Felix”, no aniversário de 30 anos de
seu jogo, encontra-se cansado da eterna rotina de ser o indesejado antagonista.
Quer ser herói para variar, sair da rotina.
Ainda que simplória e nem tão bem desenvolvida assim,
observa-se na animação essa subtrama da fuga da rotina e da procura e aceitação
do seu lugar e espaço no mundo
.
Mas o que importa mesmo no filme são as
referências[2]
ao universo gamer. É onde ele brilha de fato e vai agradar principalmente aos
jogadores veteranos, os com mais de 30 anos de idade. Desde a ótima trilha
sonora remetendo aos “acordes” digitalizados comuns até a era 16 bits, seja nas
pontuais participações especiais de personagens conhecidos. Sem contar nas
expressões técnicas que permeiam esse universo (o bug, erro de programação em um jogo, é peça chave da trama).
O filme é dotado de referências e participações especiais do mundo dos games.
O
maior problema do filme é quando passa essa fase da homenagem e referência e
entra na sua história de fato. Á partir daí cai muito o seu interesse, ritmo e
desenvolvimento só ganhando novamente força no seu final de arrancar lágrimas.
A
escolha em ambientar a maior parte da história em um só mundo/jogo em uma
espécie de “Mario Kart” em um mundo de doces é um pecado, deixando-se de lado
outros mundos e gêneros de jogos a serem explorados. Ainda que a interação
entre Ralph e sua nova amiga Vanellope (uma fofa) seja tocante e verdadeira, os
demais personagens criados para o jogo são esquecíveis.
A amizade de Ralph e Vanellope é outro ponto forte
Outro
fato a se lamentar é que os efeitos em 3D poderiam e deveriam ser melhor
aproveitados e implementados. Estava aí uma animação que pedia isso, mas ficou
aquém das animações mais recentes (principalmente da ótima utilização no muito
bom A origem dos Guardiões)
Assim,
como paródia e homenagem Detona Ralph
é um primor. Como filme independente desses alicerces padece de um
desenvolvimento melhor em sua real história ao ponto de sua subtrama passar
despercebida a olhos menos atentos. Ralph, Vanellope o vasto mundo dos games
merecem ainda mais. Mas foi um bom começo. O resultado geral é um filme
agradável e divertido ainda que com sua quebra de ritmo. Que Detona Ralph 2 venha ainda melhor.[3]
Cotação:
7,5 / 10,00
Ficha
técnica: Detona Ralph (Wreck it Ralph,
USA, 2012). Com as vozes de John c. Reilly, Sarah Silverman, Jane Lynch.
Animação. 108 min.
Obs:
Não
deixem de assistir aos créditos finais onde aparecem os jogos que serviram de
homenagem e inspiração ao filme.
Em uma parceria do Falando de com a loja Gamemart Niteroi e seu blog, apesentamos esse video onde o nosso editor chefe e redator apresenta o novo videogame da Nintendo. Filmado diretamente da loja de Niterói. Confiram:
Em breve traremos um video focando nas funcionalidades do aparelho e uma olhar sobre alguns dos jogos da leva inicial do console.
Cenas de Cinema Especial – Relembrando Tony Scott
(1944-2012)
Por Marlon Fonseca
Fora noticiada na madrugada de Domingo e durante toda a
Segunda que passou o falecimento do diretor e produtor Tony Scott. Scott, irmão do famoso diretor Ridley Scott, que
aparentemente teria se jogado de uma ponte de Los Angeles deixa um legado de
filmes calcados em adrenalina, usando e abusando dos cortes rápidos e montagem
acelerada, característica dos seus filmes mais recentes. Vamos abaixo relembrar
alguns dos seus sucessos mais marcantes.
Não dá para começar sem citar o seu maior sucesso. Top Gun –Asses indomáveis catapultou
tanto o diretor como seu protagonista para o estrelato e é, até hoje, bastante
reverenciado.
Em outra parceria com Cruise, Scott traz ás telas toda a
adrenalina das corridas de Nascar em Dias
de Trovão. Mas a cena mais favorável acontece em um hospital.
Já ao fim dos anos 90, em Inimigo de Estado juntou-se ao então postulante a astro Will Smith
para tratar de um tema ainda atual: a falta de privacidade.
Encontrou em Denzel Washington um intérprete e parceiro
resultando em cinco filmes juntos. Em Chamas
da Vingança, um dos melhores do diretor, Wasington está perfeito como um
ex-assasssino tentando se reconciliar com a vida trabalhando como guarda-costas,
mas algo dá errado e logo ele entre novamente em um aspiral de violência. E Em
seu derradeiro filme, o elogiado
Incontrolável, mostra um domínio técnico invejável ao contar esta corrida
de funcionários para parar um trem desgovernado.
Há boatos de que o diretor se suicidara em razão da
descoberta de um câncer inoperável no cérebro. Independente do que tenha levado
o diretor a este ato não estamos aqui para julgá-lo. Portanto, celebremos agora
o legado deixado pelo diretor.
Opiniões #48 – O Ditador (The Dictator, USA, 2012)
Por Marlon Fonseca
Nos últimos anos Sacha Baron Cohen vem povoando os
cinemas com seus subversivos personagens como Ali G, Borat, Bruno. E agora
chega a vez da sua nova criação o General –Almirante Aladeen, que comanda o seu
país Wadyia com mãos de ferro e muitas trapalhadas.
Escrito pelo
próprio Cohen, e possuindo uma estrutura narrativa mais convencional do que
seus filmes anteriores, o longa mostra o ditador indo para os EUA se explicar
para a ONU. Mas sofre traição do seu tio e acaba perambulando como um indigente
por Nova York. Com a ajuda de um ex-funcionário e uma ativista certinha, tenta
retomar seu posto.
O filme consegue ser ainda mais grosseiro e escatológico
do que as demais incursões do comediante. Mas há aqui uma crítica muito
inteligente à xenofobia americana, o país pós 11 de Setembro e ao capitalismo.
Sem contar que possui pelo menos duas sequências antológicas que levam o cinema
abaixo.[1]
Ainda assim é irregular em muitas partes e não espere
nenhum brilhantismo do roteiro, possuindo ao menos um furo indesculpável.
O personagem é uma figura e Cohen mais uma vez se sai
bem. Ainda no elenco há um Ben Kingsley discreto como seu tio e vilão e uma
Anna Farris cada vez mais esquisita. Sem contar as participações especiais de
nomes como John C.Reilly, Megan Fox e Edward Norton.
O Ditador não é
o filme mais brilhante do comediante Sacha Baron Cohem, mas mesmo com algumas
irregularidades é divertido e possui inteligência ao cutucar os assuntos mais
espinhosos da sociedade americana. Vale uma espiada.
Cotação: 3/5
Ficha
técnica: O Ditador (The Dictator, USA, 2012). Comédia. Direção: Larry Charles. Elenco: Sacha Baron Cohen,Anna Ferris, Ben Kingsley,
John C.Reilly. Duração: 84 min.
[1] A do diálogo de duplo sentido no helicóptero
e a da masturbação.
Opiniões #47 – O Vingador do Futuro (Total Recall,
USA, 2012)
Por Marlon Fonseca
Há 22 anos atrás, o Vingador
do Futuro, ficção científica estrelada por Schwarzeneger e dirigida por Paul
Verhoeven, ambos no auge da forma ganhou imediatamente status cult e se mantém
assim até hoje. Esta nova versão, é mais ambiciosa e quer se impor como um
blockbuster de sucesso. Mas dificilmente conseguirá.
Adaptação de um conto de Philip K. Dick, o filme apresenta
Colin Ferrel como Douglas Quaid, um operário cansado da rotina e com um grande
sentimento de vazio em sua vida. Tentado por uma empresa que oferece
experiências ilusórias acaba por descobrir a verdade sobre a sua vida e passa a
ser perseguido pelo governo.
Ainda que seja uma produção caprichada e movimentada o
filme pouco empolga. A trama e seus
personagens são tratados de forma bastante rasa e o que vale mesmo é a correria
e as cenas de ação. O diretor Len Wiseman ( ditrretor e produtor da franquia
Anjos da Lei, diretor de Duro de Matar 4.0 e marido de Kate Beckinsale) tenta
impor algumas trucagens de câmera nas cenas de ação para fugir do lugar comum. Algumas
(poucas) chegam a ser estilosas (principalmente a primeira).
A fotografia é exageradamente escura e sendo assim acaba
por desagradar. A direção de arte lembra bastante Blade Runner e Minority
Report, filmes também baseados em contos de K. Dick.
O que se salva verdadeiramente no filme é o seu elenco.
Colin Ferrel, voltando a tomar gosto por grandes produções desde A Hora do Espanto (outro remake) se
apresenta bem como astro de ação, ainda que em alguns momentos repita a sua já
clássica expressão com olhos esbugalhados. Kate Backinsale e Jessica Biel
elevam o sex appeal do filme, mas
enquanto a primeira se sai excelente como vilã, algo que não estamos
acostumados a ver muito em sua carreira, a segunda está bem apagada,
principalmente em razão de sua personagem ser a mais prejudicada pelo roteiro.
A tal alardeada luta entre as duas é bacana ainda que rápida. Por fim, Bryan
Cranstron, protagonista da elogiadíssima série Breaking Bed, faz o que pode com
seu Chanceler Chageen, mesmo com muito pouco tempo de tela
Nem
sucesso, muito menos cult. Esta versão de O
Vingador do Futuro, por ser irregular apresenta-se apenas e tão somente
como um passatempo rápido e esquecível não sendo relevante e marcante como a
original foi e continua sendo para várias gerações.
Cotação:
2/5
Ficha
Técnica: O Vingador do Futuro (Total Recall, USA, 2012). Ação. Ficção
Científica. Direção: Len Wiseman. Elenco: Colin Ferrel, Kate Beckinsale, Jessica Biel, Bryan Canstrom e
Bill Nighy. Duração: 118 min.
O
Vingador do futuro: Colin Farrel, Kate Backinsale e Jesica
Biel estrelam essa nova versão do conto de Philip K. Dick e que já teve uma
versão de muito sucesso na década de 90 estrelada por Schwarzenneger e Sharon
Stone.
Aguardem amanhã o nosso “opiniões” sobre o filme.
360:
O diretor Fernando Meirelles dirige este longa com um elenco estrelado e
internacional. Seguindo o estilo de várias histórias paralelas, e de gêneros
variados.
Um
divã para dois: Maryl Streep e Tommy Lee Jones formam
um casal que decide procurar um terapeuta, vivido por Steve Carrel, para ativar
o relacionamento.
DVD/BLU-RAY:
Jovens
Adultos: Charlize Theron se une ao diretor e a roteirista
de Juno para contar a história de um escritora que aos 37 anos decide voltar à
cidade natal para reconquistar seu antigo namorado, casado e com filha
recém-nascida. Misto de comédia e drama em um filme acima da média.
Jogos
vorazes: um retumbante sucesso dos cinemas e um filme muito
mais interessante do que aparentava. Dê uma chance a ele.
Meu
Malvado favorito: Divertida animação. O protagonista é
Groo um super-vilão que em meio ao seu plano de roubar a lua(??) acaba se
envolvendo com menininhas órfãs.
Bugsy:
Filme que fez muito sucesso na década de 90. Warren Beatty e Annete Benning
incendiaram as telas nesse filme que conta a história de um gangster que
controla o jogo em Nevada e seu envolvimento com uma estrela de cinema.
GAMES:
Depois de alguns meses com poucas novidades, o mercado de
games volta a aquecer. Agosto está repleto de lançamentos interessantes.
Darksiders
2(PS3/Xbox 360): Continuação do game de sucesso. Dessa
vez, o protagonista é o cavaleiro do apocalipse Morte que tem o objetivo de honrar
o seu irmão Guerra, protagonista do jogo anterior. Para tanto, percorrerá
vários calabouços e enfrentando terríveis criaturas.
Já estamos testando o game e em breve contamos tudo para
você.
Sleeping
Dogs (PS3/Xbox 360):
Depois de váriso problemas de produção e um pouco desacreditado, este game
estilo GTA vem sendo muito bem elogiado pela critica especializada. Nele,
controlamos um policial disfarçado que se envolve no submundo de Hong Kong.
Aguardem análise em breve.
Transformers:
Fall of Cybertron (PS3/Xbox 360): continuação direta do
aclamado e ótimo Tranformers: war for Cybertron. A batalha entre Autobots e
Decepticons promete ser ainda mais caprichada do que no game anterior.
Análise em breve.
New
Super Mario Bros 2(3DS):
Os irmãos Mario e Luigi estão de volta ao 3DS seguindo a série New Suiper Mario Bros
que remonta ao estilo dos jogos clássicos. Percorra os mundos e fases atrás de
moedas nesse game que já é um sucesso de vendas.
Análise em breve.
CONTRA-INDICAÇÃO:
O
Babá(ca): Péssima comédia estrelada por Jonah Hill. Sujeito
(Hill) á toa na vida decide ser babá dos filhos de um casal rico para ajudar
sua mãe e, além de penar na mão das crianças, acaba se envolvendo com um
esquisitíssimo traficante. O filme é sem graça, grosseiro e intragável de
aturar. As crianças são horríveis em todos os sentidos possíveis. Sam Rockwell
como o tal traficante está pagando o maior “mico” de sua carreira. Fuja!!!