quinta-feira, 16 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #25 - Gravity Rush (PS Vita)


...GAMES
Opiniões # 25 – Gravity Rush (PS Vita)
Por Marlon Fonseca

            Gravity Rush estava sendo desenvolvido para outra plataforma, quando os produtores e programadores viram no Vita o lugar perfeito para roda-lo. Sorte dos possuidores do portátil, pois o game é um dos mais interessantes e inovadores dessa primeira leva de lançamentos.

            Ambientado em um universo próprio, o game é protagonizado por Kat, uma “mutante da gravidade” sem memória que acaba se envolvendo em uma aventura para salvar sua cidade, Hekseville enquanto descobre vários mistérios. Trata-se de uma história claramente focada para o público Oriental. É boba em algumas partes e diálogos e cheia de furo, mas pelo menos não irrita.

            O ponto inovador do game é a sua mecânica que “brinca” com os efeitos da gravidade. Kat, graças à ajuda de Dust seu misterioso gato, pode quebrar toda e qualquer lei da gravidade, se locomovendo livremente para qualquer parte do cenário.

            Para que essa mecânica funcionasse, tanto a câmera como a jogabilidade tinham que ser precisas. E são na maioria das vezes, além de mais simples em sua execução do que se esperava Em momentos, mas rápidos o jogador pode (e provavelmente irá) se perder um pouco, mas nada que incomode a experiência.

            Dividido por capítulos e com estrutura de jogo em mundo aberto, o game contém as missões da história e missões de desafio. Para desbloquear mais desafios, o jogador deverá percorrer o mapa e “consertar” determinadas áreas da cidade. Cada área consertada desbloqueia um novo desafio.

            Coletando joias, seja pelo cenário seja as ganhando nos desafios, podem-se melhorar as habilidades da Kat. Ao longo do jogo três poderes especiais serão encontrados.

            A campanha dura em torno de umas dez horas e as missões principais são variadas. Se no início os capítulos terminam rapidamente, quando o jogo avança eles passam a demorar um pouco mais para serem completados. Mas não é um jogo difícil, dá para termina-lo, inclusive, sem morrer (o game possui dificuldade única). O que vale mesmo é curtir essa nova experiência.

            Os gráficos em Cel Shadding, muito bem trabalhados e com uma bela e variada paleta de cores, transformam o jogo numa espécie de Anime jogado. Ou mangá, pois as cenas de história são apresentadas em formas de quadrinhos que podem ser passadas utilizando-se a tela de toque. A trilha sonora compõe bem o clima, ainda que repetitiva.

            Ao lado de Uncharted: Golden Abyss, Gravity Rush é o jogo mais importante para o vita até o momento. É obrigatório para os possuidores do portátil e para qualquer jogador que anseia por algo inovador. Embarque nessa ótima aventura e desafie a gravidade ao lado de Kat.

            Cotação: 4/5

            Ficha técnica: Gravity Rush (PS Vita). Aventura. Produtora e distribuidora: SCE (Sony Computer Entertainment). Data de lançamento: 12 de Junho de 2012 nos EUA.

Observações:
- O game possui legendas em Português do Brasil.
-Já foram lançadas três DLC,s com novas aventuras e a curiosidade é em razão das imagens de sues troféus. Juntas formam um desenho de Kat com a nova roupa da respectiva aventura. Confiram: http://www.ps3trophies.org/game/gravity-rush/trophies/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #24 - Mortal Kombat (Vita)


...GAMES
Opiniôes #24  - Mortal Kombat (Vita)
Por Marlon Fonseca

                No ano passado a Netherealms Studios conseguiu com êxito revitalizar a sua franquia mais famosa e um das mais importantes nos games com Mortal Kombat. Sucesso, de público e crítica, o jogo apresentou uma história sólida (que chegou a concorrer em prêmios nessa categoria) e várias opções de jogo. Não é exagero dizer, portanto, que é o Mortal Kombat definitivo até o momento.

            A versão do PS Vita lançada há pouco tempo é relativa à Komplete Edition dos consoles que vem com os personagens lançados por DLC (inclusive Freddy Krueger), skins clássicas, etc. Há ainda novas funcionalidades exclusivas para esta versão do portátil da Sony. Vamos nos ater a elas nessa análise.

            Primeiramente, quanto aos quesitos técnicos, apesar de todo o jogo estar presente nesta versão,os gráficos in game caíram bruscamente de qualidade se comparados aos dos consoles. Já as cutscernes em CG são bastante similares às versões mais potentes. Mas o jogo roda a 60 frames por segundo de forma “lisa”, sem quedas.

            A jogabilidade permanece intacta, e os controles analógicos e digital e os botões respondem bem quando acionados. Aqui há o primeiro acréscimo da versão: a tela de toque pode ser utilizada para a aplicação dos fatalities. Para isso, “desenhe” os comandos do golpe por cima da pobre vítima. A resposta é precisa.

            Uma das grandes sacadas desse MK, a torre dos desafios, está de volta e traz novas missões exclusivas para o Vita. A grande maioria usa e abusa da tela de toque e do giroscópio do portátil. Assim,a vida útil do game se estende ainda mais.

            Outra novidade é a utilização da Realidade Aumentada. Assim como no game Reality Fighters, os jogadores e as lutas podem ser “transportados” para qualquer lugar utilizando-se a câmera traseira do aparelho. É uma “perfumaria” apenas, mas é divertido.

            Mortal Kombat (ou MK 9 como alguns gostam de chamar) é um grande atrativo para o PS Vita, ainda que tenha sofrido uma queda acentuada nos gráficos. Os muitos modos de jogo geram uma longevidade bastante alta. Leve as sangrentas lutas da melhor versão da história do MK para onde quiser.

            Cotação 5/5  (9/10)

            Ficha Técnica: Mortal Kombat (PS Vita). Luta. Produtora: Netherealms Studios. Distribuição: Warner Games. Data de lançamento desta versão: 01 de Maio de 2012.


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Em Breve: Opiniões #25 - Gravity Rush. um dos exclusivos mais importantes para o Vita está sendo testado pelo "Falando de..." e muito em breve publicaremos sua análise. Fiquem ligados.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

...CINEMA. Opiniões #46 - À Beira do Caminho


...Cinema
Opiniões #46 – À Beira do Caminho (Brasil, 2012).
Por Marlon Fonseca

            
               O diretor Breno Silveira já emocionou o Brasil com 2 Filhos de Francisco. E agora com À Beira do Caminho tenta repetir a dose.

            Nele, o espectador vai acompanhar a história do caminhoneiro João. Amargurado, leva a vida carregando mercadorias pelo Brasil ao som de Roberto Carlos. Ao cruzar com o menino “Duda” se vê obrigado a enfrentar seu passado.

            Silveira utiliza-se de dois expedientes interessantes para contar esta história. A utilização de músicas de Roberto Carlos ao longo do filme (o diretor diz que a trama do filme foi baseada em suas músicas e se percebe esta inspiração em alguns pontos da trama de fato) e a aparição pontual de frases de para-choques de caminhão.

O aspecto mais importante do filme, porém, é o fato de o protagonista ser totalmente imperfeito. Fechado, monossilábico, alcóolatra, João encontra no jovem Duda um catalisador para aos poucos e enfim realizar atos e sentimentos perdidos no caminho. João Miguel, seu intérprete, revela suas nuances de forma impecável.

Utilizando de estrutura narrativa entrecortada, aos poucos, vamos conhecendo o que de fato levara João a se exilar pelas estradas do Brasil enquanto o relacionamento entre ele e o menino vai se desenvolvendo. Roteiro e montagem neste sentido se saem muito bem.

O único fator que incomoda no quesito roteiro é certa incoerência por parte da personagem Rosa defendida por Dira Paes (com a sua competência habitual). Apesar de ser “engrenagem” importante em toda a história, sua participação efetiva é mal trabalhada.

O estreante Vinícius Nascimento se sai muito bem como o menino Duda. Seu olhar expressivo e seu sorriso contido ante os percalços que já enfrentara na vida são um show à parte.

É um filme bonito, que emociona, mas não chega a ser um dramalhão. Esta emoção pontual, sem ser explícita, também colabora positivamente para a sua apreciação.

Uma trama sobre erros, escolhas e caminhos. Caminhos que aparentemente diferentes e afastados e ao se cruzarem formam outros caminhos.

                Cotação: 4/5

                Ficha Técnica: À Beira do Caminho (Brasil, 2012). Drama. Direção: Breno Silveira. Elenco: João Miguel, Dira Paes, Ludmila Rosa, Ângelo Antônio, Vinícius Nascimento. Duração: 102 min.

domingo, 12 de agosto de 2012

Cenas de Cinema Especial Dia dos Pais


Cenas de Cinema Especial - Dia dos pais.
Por Marlon Fonseca

            Assim como feito no dia das mães, o “Falando de...” presta uma homenagem aos pais relembrando alguns dos pais mais marcantes em cinema, seriados e games.


Cinema:

Darth Vader:  Anakin Skywalker resolveu trilhar o lado negro da força, abandonando seus filhos. Anos mais tarde foram eles os responsáveis pela sua redenção.







Pai do Nemo: Viúvo e tendo que cuidar de seu filho, Marlin, ainda tem que correr atrás do seu filho desaparecido em uma das mais divertidas animações de todos os tempos.







Pai do Jim: Durante toda a “saga American Pie”, o pai do Jim sempre aparece dando os conselhos mais desajeitados já vistos. No último filme, porém ,o papel se inverte e Jim age da mesma forma atrapalhada.





Thomas Wayne: Se a morte de seus pais foi o motivo catalisador da incessante luta contra o crime imposto por Bruce Wayne, foram os conselhos de seu pai, em vida, que o tornaram um homem digno. Afinal de contas nos caímos para nos levantarmos.







Séries:

John Winchester: O patriarca da família Winchester possuía um dos “empregos” mais sinistros do mundo: caçar demônios e seres sobrenaturais. Seu desaparecimento e posterior morte foi essencial para a reunião de seus filhos e a continuidade de seu trabalho.









Rick: Cuidar de um filho já não é fácil nos tempos de hoje. Imagina, então, em meio à uma apocalipse zumbi. O Xerife Rick de The Walking Dead tem muito trabalho ao passar para seu filho Carl noções de sobrevivência e força para enfrentar esta nova realidade.





Alan Harper: Ser pai do Jake não é nada fácil, mas em contrapartida ser filho do Alan também não é.





Homem Simpson: Precisa dizer alguma coisa sobre ele?








Games:

Darth Vader: Realmente Vader não tem traquejo para a paternidade. Além da luta contra seus filhos, resolveu adotar o filho de um inimigo e torna-lo seu aprendiz no game Star Wars: The Force Unleashed. O resultado? Mais um que se rebelou contra ele.


FELIZ DIA DOS PAIS!!!!!



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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dicas da Semana/Contra-indicação #22 - 10/08/2012


Dicas da Semana/Contra-indicação  # 22 – 10/08/2012
Por Marlon Fonseca



CINEMA:

À Beira do Caminho: Breno Silveira, que dirigiu 2 Filhos de Francisco, traz mais uma história emocionante pelas estradas do Brasil. O diretor utiliza músicas de Roberto Carlos para auxiliar a contar a história do caminhoneiro João que ao conhecer o jovem Duda terá o seu destino mudado.
            O “Falando de” irá conferir e em breve contará para você.









DVD/BLU-RAY:

Projeto X: Utilizando-se do expediente de falso documentário, o filme mostra três amigos organizando e depois curtindo uma festa de arromba na casa de um deles. Logicamente, tudo sai do controle e gera uma bagunça como nunca vista. A parte final do filme é exagerada, mas extremamente divertida.
            Mas PELO AMOR DE DEUS NÃO REPITAM ISSO! Olha o que acontece com quem tenta: http://www.cineplayers.com/noticia.php?id=8758






Guerra é Guerra: Reese Whiterspoon, Chris Pine e Tom Hardy estrelam esse divertido triângulo amoroso neta comédia de ação.
            O “Falando de” o conferiu no cinema e assim o “opinou”: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/04/cinema-opinioes-23-guerra-e-guerra.html







Thundercats (primeira temporada): O clássico desenho da década de 80/90 ganhou uma elogiada nova versão. Fo lançado na semana passada dvd com a primeira parte da primeira temporada. Em breve falaremos sobre ela.










NETFLIX:

A Fistfull of Dollars (Por um punhado de dólares): Western clássico estrelado por Clint Eastwood e dirigido por Sergio Leone. Um pistoleiro aceita trabalhar para gangues e acaba colocando duas facções rivais em guerra.










Um drink no Inferno: Primeira parceria de Robert Rodriguez com Quentin Tarantino que fez um grande sucesso em 1996. Assaltantes em fuga param em um bar misterioso que se revelará um terrível covil de vampiros.











CONTRA-INDICAÇÃO:

            12 Horas: Nem a beleza e o talento de Amanda Seyfried salvam esse filme do fracasso. Um suspense que em nenhum momento prende atenção, com roteiro muito mal cuidado e um clímax sem a menor emoção. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #23 - Max Anarchy (Anarchy Reigns - PS3/Xbox 360)


...GAMES
Opiniões #23 – Max Anarchy (Anarchy Reigns – PS3/XBOX 360)
Por Marlon Fonseca

                A produtora Platinum Dunes tem uma curta, porém marcante história nos games. Seus únicos jogos lançados até o momento (distribuídos pela clássica SEGA) foram muito bem recebidos pela indústria e jogadores. Bayonetta foi um estrondoso sucesso e Vanquish uma pérola que deve ser descoberta. Agora com esse Max Anarchy (lançado somente no Japão e que no ano que vem sairá nos EUA e Europa com o nome de Anarchy Reigns) a empresa tenta se firmar ainda mais no mercado.

                Ambientando em um universo de fantasia habitado por homens que possuem aspectos robóticos, o jogo foca a história de dois personagens (Leo um agente de um Bureau e Jack um mercenário de bom coração) atrás de um mesmo objetivo: caçar o renegado Max, um ex-agente que aparentemente enlouqueceu.

                Trata-se de um beat em up com toques de “mundo aberto” que tenta trazer algumas inovações ao gênero. A campanha pode ser jogada por dois lados. O “lado branco” protagonizado por Leo e o “lado negro” protagonizado por Jack. Ambas as histórias em um dado momento do jogo se interligam. A produtora prometia uma campanha single player de mais de dez horas de duração. Termina-se o jogo, porém, por volta de umas cinco horas, mas mesmo que em dado momento as história se liguem, para alcançar todo o seu aspecto, tem que se jogar novamente com o lado que não escolhera anteriormente, o que acaba por alcançar o número de horas prometidas.

                Dividido por capítulos, em cada um há missões livres e missões principais ao redor de seu “mapa” (bem pequeno). Mas elas não aparecem de imediato no cenário. Para desbloqueá-las deve-se alcançar um determinado número de pontos.

                O ritmo do jogo é frenético e exagerado. Há uma variação boa de missões e principalmente de inimigos, acima da média da grande maioria de jogos desse estilo. Também há itens espalhados pelos cenários que servem como armas, sendo que cada um possui um efeito e animação diferentes nos personagens. Em alguns momentos do jogo, certos eventos acontecem para dar mais emoção como bombardeio de aviões no cenário, tempestades de areia, etc

                A jogabilidade é boa e os combos saem com muita facilidade. Somente o sistema de “mira” pode falhar em alguns momentos. . Infelizmente não há sistema de progressão de habilidades e atributos, ficando esta limitada somente ao desbloqueio de certas habilidades para se jogar no modo multiplayer.

                Os gráficos estão muito bons principalmente nas cutscenes em CG. O visual dos personagens (bastante exagerado também) é bem bacana e estes são muito bem definidos e detalhados ,ainda que apresentem uma animação limitada e muitas  das vezes endurecida.

                O multiplayer, novidade entre os jogos da empresa, possui várias modalidades como Battle Royale, Death Match, Survvival mode entre outros, podendo ser jogados em até 16 pessoas online. Como o gênero ainda não possui tantos jogos com esta modalidade ele acaba por ganhar uma "sobrevida" maior.

                Max Anarchy não chega ser briilhante como os anteriores jogos da produtora, mas também não manchará sua crescente reputação. Simplifica alguns aspectos e inova outros no gênero do beat em up e apresenta-se competente e divertido, ainda que curto.

                Cotação: 4/5

             Ficha Técnica: Max Anarchy (Anarchy Reigns – PS3/XBOX 360). Beat em up. Ação.Pdodutora: Platinum Dunes. Distribuidora: Sega. Data de lançamento: 05 de Julho de 2012 no Japão e 2013 EUA e Europa (sem data definida)

                Obs: A versão japonesa vem com código para um DLC gratuito para a utilização da Bayonetta no Multiplayer.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões # 22 - Resistance: Burning Skies (PS Vita)


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Opiniões # 22 – Resistance Burning Skies (Vita)
Por Marlon Fonseca

                Primeiro FPS do Vita, Resistance Burning Skies veio com o objetivo de mostrar que o portátil é capaz de suportar jogos nesse estilo. A boa notícia é que ele cumpriu com esta missão de forma exemplar. A má é que o jogo é muito fraco e superficial nos demais quesitos.

                A trama desta franquia da Sony iniciada no Playstation 3 é interessante. Em plena época de Segunda Guerra Mundial, uma espécie alienígena invade a terra e os humanos precisam combate-la ao redor do mundo. Nesta nova versão, um bombeiro norte americano se vê as voltas com esta invasão.

                A jogabilidade, que é o que importa de fato no game, é muito boa. Os dois analógicos, essenciais para jogos no estilo, se saem muito bem. A tela de toque é utilizada para lançamentos de granadas, ataques com o machado e as armas secundárias (cada arma possui uma diferente).

                Mas o resto é feito de forma irregular, o que acaba por tornar o jogo esquecível e superficial. A história não empolga e o fato de o protagonista ser um bombeiro é muito pouco utilizado.

                Os gráficos decepcionam. O Vita pode mais do que o apresentado no jogo. Já o som até que é bem cuidado (mesmo com a limitação do portátil neste aspecto) com alguns efeitos interessantes como o de fogo e os das balas da carabina caindo ao chão.

                A campanha é curta, dura no máximo umas cinco horas. O multiplayer, pode até divertir, até por ser o primeiro do Gênero no aparelho, mas também não apresenta novidade alguma. Mas roda muito bem, não apresentando nenhum lag durante as partidas.

                Resistance Burning Skies, como jogo não se apresenta muito bem, mas consegue demonstrar de forma eficaz que o Vita pode rodar tranquilamente jogos em FPS.

                Cotação: 2/5

                Ficha técnica: Resistance Burning Skies. FPS. Produtora: Sony. Desenvolvido por: Nihilistic. Data de lançamento: 29 de Maio de 2012.

Obs: Para os caçadores de troféus e platinadores de plantão uma boa notícia: é muito mas muito fácil conseguir a platina do jogo.

domingo, 5 de agosto de 2012

...CINEMA. opiniões # 45 - Katy Perry: Part of Me 3D


...CINEMA
Opiniões # 45 – Katy Perry: part of me 3D (USA,2012)
Por Marlon Fonseca

           
        Seguindo a onda de musicais e documentários com artistas de sucesso, chegou a vez da cantora, compositora e performática Katy Parry ganhar o seu. Nesse Katy Perry: part of me 3D, a acompanhamos durante o período de sua maior turnê, california dreams, que ocorreu no ano de 2011 e, paralelamente, são destacados pessoas e momentos importantes para sua carreira e vida.

            Logicamente, trata-se de um filme mais voltado aos fãs da cantora. Mesmo assim, há certo cuidado em apresentá-la para a parcela do público que acompanha a sua carreira. E esse acaba por ser um dos seus trunfos que, se beneficia também pelo bom ritmo e pela curta duração.

Importante destacar o fato de que vários dos assistentes da cantora e pessoas de seu Staff têm participação destacada no filme, o que demonstra a ausência de estrelismo do longa que em nenhum momento passa a sensação de ser uma “propaganda gratuita” (ainda que seja) para a carreira de sua protagonista. Inclusive, dá até mesmo para tirar algumas lições de sua história, principalmente na luta pela preservação de sua autenticidade.

Como era de se esperar, as cenas dos shows são muito bem cuidadas. Já as dos bastidores algumas vezes soam um pouco artificiais (um exemplo é a da visita na casa de sua avó que, mesmo muito divertida, soa mecânica).

Curiosamente, um dos momentos mais marcantes de sua vida e do filme ocorreu no Brasil e o espectador, fã ou não, acaba por se comover nesta sequência que denota um misto de sofrimento e “raça” de dar orgulho e emocionar.

A utilização do 3D é irregular, mas quando perceptível resulta em ótimos efeitos.

Katy Perry: part of me 3D, ainda que bem cuidado, é um produto mais vendável aos devotos fãs da cantor e para um público mais jovem. Pode até que consiga angariar mais alguns admiradores por aí ante a lição de determinação e autenticidade de sua estrela. E seu inegável talento e carisma.

Cotação: 3/5

Ficha técnica: Katy Perry: part of me 3D (USA,2012).Documentário. Musical. Direção: Dan Cuthforth e Jane Lipsitz. Elenco: Kate Perrry, Russel Brand, Glenn Ballard. Duração: 93 min. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Capa de Fifa 13 é apresentada

Capa de Fifa 13 é apresentada
Por Marlon Fonseca


               Dia movimentado aqui no blog para os amantes de futebol virtual. Depois de tratarmos sobre a demo do PES 2013 (leia aqui), chegou a notícia de que a EA divulgou a capa oficial do vindouro FIFA 13.

               A capa estampará o craque Lionel Messi,  continuando com o contrato de exclusividade com o craque argentino e do Barcelona iniciado com o Fifa Street (confira nossa análise do jogo aqui)
             
               Vejam a imagem abaixo:




           Fifa 13 tem data de lançamento confirmada para o dia 25 de Setembro

...GAMES. Uma rápida visão sobre a demo 1 do PES 2013


...GAMES
Uma rápida visão sobre a demo 1 de PES 2013.
Por Marlon Fonseca



            Após ter perdido um considerável número de adeptos para o concorrente FIFA, a Konami vêm tentando melhorar a sua franquia para captar novamente os descrentes.Para o PES 2013, cujo lançamento está previsto para 1 de Novembro de 2012, a produtora diz ter utilizado o feedback dos jogadores nas redes sociais.

            Lançada na semana passada nas PSN´s da Europa e japonesa e ontem na Americana e Brasileira, a demo 1 da sua futura versão já demonstra algumas das novidades. Vamos analisá-las abaixo:


Gráficos: Percebe-se uma leve melhoria neste sentido. Os personagens estão ainda mais detalhados e contam com mais animações. As camisas também estão com um aspecto mais bonito com texturas mais caprichadas.  Já o menu está mais simples e menos atraente e aqui há muitos serrilhados nas figuras dos jogadores.

Sons: Nesse aspecto há poucas mudanças. Os efeitos são os mesmos das versões anteriores. Os cantos da torcida ganharam mais diversidade mas durante o jogo continuam apresentando-se de forma bastante repetitiva.

Jogabilidade: Aqui é onde ocorreram as maiores mudanças. O jogo está mais cadenciado se baseando mais no toque de bola. Os jogadores estão mais maleáveis e os dribles e cortes rápidos saem de forma muito mais fácil e competente. Os chutes agora podem ser melhor direcionados para o gol, assim como os passes.. A inteligência artificial dos jogadores foram aprimoradas e agora, finalmente, eles se deslocam e posicional pelo campo de forma mais abrangente. Já os goleiros não sofreram tantas alterações conforme o prometido, mas a saída de bola está mais variada e menos afobada.  No geral, as partidas estão mais agradáveis de serem disputadas e as jogadas possuem um maior número de variações.
 Vídeo da techtudo

Conclusão: As melhorias existem e a jogabilidade foi beneficiada. Ainda é cedo para sabermos se o PES vai conseguir resgatar alguma parcela dos fãs que vêm perdendo ao longo dos anos. Fiquemos de olho!


Obs: Nesta primeira demo, os times/seleções disponíveis são: Santos, Internacional. Fluminense, Flamengo, Itália, Portugal, Inglaterra e Alemanha.