domingo, 12 de agosto de 2012

Cenas de Cinema Especial Dia dos Pais


Cenas de Cinema Especial - Dia dos pais.
Por Marlon Fonseca

            Assim como feito no dia das mães, o “Falando de...” presta uma homenagem aos pais relembrando alguns dos pais mais marcantes em cinema, seriados e games.


Cinema:

Darth Vader:  Anakin Skywalker resolveu trilhar o lado negro da força, abandonando seus filhos. Anos mais tarde foram eles os responsáveis pela sua redenção.







Pai do Nemo: Viúvo e tendo que cuidar de seu filho, Marlin, ainda tem que correr atrás do seu filho desaparecido em uma das mais divertidas animações de todos os tempos.







Pai do Jim: Durante toda a “saga American Pie”, o pai do Jim sempre aparece dando os conselhos mais desajeitados já vistos. No último filme, porém ,o papel se inverte e Jim age da mesma forma atrapalhada.





Thomas Wayne: Se a morte de seus pais foi o motivo catalisador da incessante luta contra o crime imposto por Bruce Wayne, foram os conselhos de seu pai, em vida, que o tornaram um homem digno. Afinal de contas nos caímos para nos levantarmos.







Séries:

John Winchester: O patriarca da família Winchester possuía um dos “empregos” mais sinistros do mundo: caçar demônios e seres sobrenaturais. Seu desaparecimento e posterior morte foi essencial para a reunião de seus filhos e a continuidade de seu trabalho.









Rick: Cuidar de um filho já não é fácil nos tempos de hoje. Imagina, então, em meio à uma apocalipse zumbi. O Xerife Rick de The Walking Dead tem muito trabalho ao passar para seu filho Carl noções de sobrevivência e força para enfrentar esta nova realidade.





Alan Harper: Ser pai do Jake não é nada fácil, mas em contrapartida ser filho do Alan também não é.





Homem Simpson: Precisa dizer alguma coisa sobre ele?








Games:

Darth Vader: Realmente Vader não tem traquejo para a paternidade. Além da luta contra seus filhos, resolveu adotar o filho de um inimigo e torna-lo seu aprendiz no game Star Wars: The Force Unleashed. O resultado? Mais um que se rebelou contra ele.


FELIZ DIA DOS PAIS!!!!!



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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dicas da Semana/Contra-indicação #22 - 10/08/2012


Dicas da Semana/Contra-indicação  # 22 – 10/08/2012
Por Marlon Fonseca



CINEMA:

À Beira do Caminho: Breno Silveira, que dirigiu 2 Filhos de Francisco, traz mais uma história emocionante pelas estradas do Brasil. O diretor utiliza músicas de Roberto Carlos para auxiliar a contar a história do caminhoneiro João que ao conhecer o jovem Duda terá o seu destino mudado.
            O “Falando de” irá conferir e em breve contará para você.









DVD/BLU-RAY:

Projeto X: Utilizando-se do expediente de falso documentário, o filme mostra três amigos organizando e depois curtindo uma festa de arromba na casa de um deles. Logicamente, tudo sai do controle e gera uma bagunça como nunca vista. A parte final do filme é exagerada, mas extremamente divertida.
            Mas PELO AMOR DE DEUS NÃO REPITAM ISSO! Olha o que acontece com quem tenta: http://www.cineplayers.com/noticia.php?id=8758






Guerra é Guerra: Reese Whiterspoon, Chris Pine e Tom Hardy estrelam esse divertido triângulo amoroso neta comédia de ação.
            O “Falando de” o conferiu no cinema e assim o “opinou”: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/04/cinema-opinioes-23-guerra-e-guerra.html







Thundercats (primeira temporada): O clássico desenho da década de 80/90 ganhou uma elogiada nova versão. Fo lançado na semana passada dvd com a primeira parte da primeira temporada. Em breve falaremos sobre ela.










NETFLIX:

A Fistfull of Dollars (Por um punhado de dólares): Western clássico estrelado por Clint Eastwood e dirigido por Sergio Leone. Um pistoleiro aceita trabalhar para gangues e acaba colocando duas facções rivais em guerra.










Um drink no Inferno: Primeira parceria de Robert Rodriguez com Quentin Tarantino que fez um grande sucesso em 1996. Assaltantes em fuga param em um bar misterioso que se revelará um terrível covil de vampiros.











CONTRA-INDICAÇÃO:

            12 Horas: Nem a beleza e o talento de Amanda Seyfried salvam esse filme do fracasso. Um suspense que em nenhum momento prende atenção, com roteiro muito mal cuidado e um clímax sem a menor emoção. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #23 - Max Anarchy (Anarchy Reigns - PS3/Xbox 360)


...GAMES
Opiniões #23 – Max Anarchy (Anarchy Reigns – PS3/XBOX 360)
Por Marlon Fonseca

                A produtora Platinum Dunes tem uma curta, porém marcante história nos games. Seus únicos jogos lançados até o momento (distribuídos pela clássica SEGA) foram muito bem recebidos pela indústria e jogadores. Bayonetta foi um estrondoso sucesso e Vanquish uma pérola que deve ser descoberta. Agora com esse Max Anarchy (lançado somente no Japão e que no ano que vem sairá nos EUA e Europa com o nome de Anarchy Reigns) a empresa tenta se firmar ainda mais no mercado.

                Ambientando em um universo de fantasia habitado por homens que possuem aspectos robóticos, o jogo foca a história de dois personagens (Leo um agente de um Bureau e Jack um mercenário de bom coração) atrás de um mesmo objetivo: caçar o renegado Max, um ex-agente que aparentemente enlouqueceu.

                Trata-se de um beat em up com toques de “mundo aberto” que tenta trazer algumas inovações ao gênero. A campanha pode ser jogada por dois lados. O “lado branco” protagonizado por Leo e o “lado negro” protagonizado por Jack. Ambas as histórias em um dado momento do jogo se interligam. A produtora prometia uma campanha single player de mais de dez horas de duração. Termina-se o jogo, porém, por volta de umas cinco horas, mas mesmo que em dado momento as história se liguem, para alcançar todo o seu aspecto, tem que se jogar novamente com o lado que não escolhera anteriormente, o que acaba por alcançar o número de horas prometidas.

                Dividido por capítulos, em cada um há missões livres e missões principais ao redor de seu “mapa” (bem pequeno). Mas elas não aparecem de imediato no cenário. Para desbloqueá-las deve-se alcançar um determinado número de pontos.

                O ritmo do jogo é frenético e exagerado. Há uma variação boa de missões e principalmente de inimigos, acima da média da grande maioria de jogos desse estilo. Também há itens espalhados pelos cenários que servem como armas, sendo que cada um possui um efeito e animação diferentes nos personagens. Em alguns momentos do jogo, certos eventos acontecem para dar mais emoção como bombardeio de aviões no cenário, tempestades de areia, etc

                A jogabilidade é boa e os combos saem com muita facilidade. Somente o sistema de “mira” pode falhar em alguns momentos. . Infelizmente não há sistema de progressão de habilidades e atributos, ficando esta limitada somente ao desbloqueio de certas habilidades para se jogar no modo multiplayer.

                Os gráficos estão muito bons principalmente nas cutscenes em CG. O visual dos personagens (bastante exagerado também) é bem bacana e estes são muito bem definidos e detalhados ,ainda que apresentem uma animação limitada e muitas  das vezes endurecida.

                O multiplayer, novidade entre os jogos da empresa, possui várias modalidades como Battle Royale, Death Match, Survvival mode entre outros, podendo ser jogados em até 16 pessoas online. Como o gênero ainda não possui tantos jogos com esta modalidade ele acaba por ganhar uma "sobrevida" maior.

                Max Anarchy não chega ser briilhante como os anteriores jogos da produtora, mas também não manchará sua crescente reputação. Simplifica alguns aspectos e inova outros no gênero do beat em up e apresenta-se competente e divertido, ainda que curto.

                Cotação: 4/5

             Ficha Técnica: Max Anarchy (Anarchy Reigns – PS3/XBOX 360). Beat em up. Ação.Pdodutora: Platinum Dunes. Distribuidora: Sega. Data de lançamento: 05 de Julho de 2012 no Japão e 2013 EUA e Europa (sem data definida)

                Obs: A versão japonesa vem com código para um DLC gratuito para a utilização da Bayonetta no Multiplayer.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões # 22 - Resistance: Burning Skies (PS Vita)


...GAMES
Opiniões # 22 – Resistance Burning Skies (Vita)
Por Marlon Fonseca

                Primeiro FPS do Vita, Resistance Burning Skies veio com o objetivo de mostrar que o portátil é capaz de suportar jogos nesse estilo. A boa notícia é que ele cumpriu com esta missão de forma exemplar. A má é que o jogo é muito fraco e superficial nos demais quesitos.

                A trama desta franquia da Sony iniciada no Playstation 3 é interessante. Em plena época de Segunda Guerra Mundial, uma espécie alienígena invade a terra e os humanos precisam combate-la ao redor do mundo. Nesta nova versão, um bombeiro norte americano se vê as voltas com esta invasão.

                A jogabilidade, que é o que importa de fato no game, é muito boa. Os dois analógicos, essenciais para jogos no estilo, se saem muito bem. A tela de toque é utilizada para lançamentos de granadas, ataques com o machado e as armas secundárias (cada arma possui uma diferente).

                Mas o resto é feito de forma irregular, o que acaba por tornar o jogo esquecível e superficial. A história não empolga e o fato de o protagonista ser um bombeiro é muito pouco utilizado.

                Os gráficos decepcionam. O Vita pode mais do que o apresentado no jogo. Já o som até que é bem cuidado (mesmo com a limitação do portátil neste aspecto) com alguns efeitos interessantes como o de fogo e os das balas da carabina caindo ao chão.

                A campanha é curta, dura no máximo umas cinco horas. O multiplayer, pode até divertir, até por ser o primeiro do Gênero no aparelho, mas também não apresenta novidade alguma. Mas roda muito bem, não apresentando nenhum lag durante as partidas.

                Resistance Burning Skies, como jogo não se apresenta muito bem, mas consegue demonstrar de forma eficaz que o Vita pode rodar tranquilamente jogos em FPS.

                Cotação: 2/5

                Ficha técnica: Resistance Burning Skies. FPS. Produtora: Sony. Desenvolvido por: Nihilistic. Data de lançamento: 29 de Maio de 2012.

Obs: Para os caçadores de troféus e platinadores de plantão uma boa notícia: é muito mas muito fácil conseguir a platina do jogo.

domingo, 5 de agosto de 2012

...CINEMA. opiniões # 45 - Katy Perry: Part of Me 3D


...CINEMA
Opiniões # 45 – Katy Perry: part of me 3D (USA,2012)
Por Marlon Fonseca

           
        Seguindo a onda de musicais e documentários com artistas de sucesso, chegou a vez da cantora, compositora e performática Katy Parry ganhar o seu. Nesse Katy Perry: part of me 3D, a acompanhamos durante o período de sua maior turnê, california dreams, que ocorreu no ano de 2011 e, paralelamente, são destacados pessoas e momentos importantes para sua carreira e vida.

            Logicamente, trata-se de um filme mais voltado aos fãs da cantora. Mesmo assim, há certo cuidado em apresentá-la para a parcela do público que acompanha a sua carreira. E esse acaba por ser um dos seus trunfos que, se beneficia também pelo bom ritmo e pela curta duração.

Importante destacar o fato de que vários dos assistentes da cantora e pessoas de seu Staff têm participação destacada no filme, o que demonstra a ausência de estrelismo do longa que em nenhum momento passa a sensação de ser uma “propaganda gratuita” (ainda que seja) para a carreira de sua protagonista. Inclusive, dá até mesmo para tirar algumas lições de sua história, principalmente na luta pela preservação de sua autenticidade.

Como era de se esperar, as cenas dos shows são muito bem cuidadas. Já as dos bastidores algumas vezes soam um pouco artificiais (um exemplo é a da visita na casa de sua avó que, mesmo muito divertida, soa mecânica).

Curiosamente, um dos momentos mais marcantes de sua vida e do filme ocorreu no Brasil e o espectador, fã ou não, acaba por se comover nesta sequência que denota um misto de sofrimento e “raça” de dar orgulho e emocionar.

A utilização do 3D é irregular, mas quando perceptível resulta em ótimos efeitos.

Katy Perry: part of me 3D, ainda que bem cuidado, é um produto mais vendável aos devotos fãs da cantor e para um público mais jovem. Pode até que consiga angariar mais alguns admiradores por aí ante a lição de determinação e autenticidade de sua estrela. E seu inegável talento e carisma.

Cotação: 3/5

Ficha técnica: Katy Perry: part of me 3D (USA,2012).Documentário. Musical. Direção: Dan Cuthforth e Jane Lipsitz. Elenco: Kate Perrry, Russel Brand, Glenn Ballard. Duração: 93 min. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Capa de Fifa 13 é apresentada

Capa de Fifa 13 é apresentada
Por Marlon Fonseca


               Dia movimentado aqui no blog para os amantes de futebol virtual. Depois de tratarmos sobre a demo do PES 2013 (leia aqui), chegou a notícia de que a EA divulgou a capa oficial do vindouro FIFA 13.

               A capa estampará o craque Lionel Messi,  continuando com o contrato de exclusividade com o craque argentino e do Barcelona iniciado com o Fifa Street (confira nossa análise do jogo aqui)
             
               Vejam a imagem abaixo:




           Fifa 13 tem data de lançamento confirmada para o dia 25 de Setembro

...GAMES. Uma rápida visão sobre a demo 1 do PES 2013


...GAMES
Uma rápida visão sobre a demo 1 de PES 2013.
Por Marlon Fonseca



            Após ter perdido um considerável número de adeptos para o concorrente FIFA, a Konami vêm tentando melhorar a sua franquia para captar novamente os descrentes.Para o PES 2013, cujo lançamento está previsto para 1 de Novembro de 2012, a produtora diz ter utilizado o feedback dos jogadores nas redes sociais.

            Lançada na semana passada nas PSN´s da Europa e japonesa e ontem na Americana e Brasileira, a demo 1 da sua futura versão já demonstra algumas das novidades. Vamos analisá-las abaixo:


Gráficos: Percebe-se uma leve melhoria neste sentido. Os personagens estão ainda mais detalhados e contam com mais animações. As camisas também estão com um aspecto mais bonito com texturas mais caprichadas.  Já o menu está mais simples e menos atraente e aqui há muitos serrilhados nas figuras dos jogadores.

Sons: Nesse aspecto há poucas mudanças. Os efeitos são os mesmos das versões anteriores. Os cantos da torcida ganharam mais diversidade mas durante o jogo continuam apresentando-se de forma bastante repetitiva.

Jogabilidade: Aqui é onde ocorreram as maiores mudanças. O jogo está mais cadenciado se baseando mais no toque de bola. Os jogadores estão mais maleáveis e os dribles e cortes rápidos saem de forma muito mais fácil e competente. Os chutes agora podem ser melhor direcionados para o gol, assim como os passes.. A inteligência artificial dos jogadores foram aprimoradas e agora, finalmente, eles se deslocam e posicional pelo campo de forma mais abrangente. Já os goleiros não sofreram tantas alterações conforme o prometido, mas a saída de bola está mais variada e menos afobada.  No geral, as partidas estão mais agradáveis de serem disputadas e as jogadas possuem um maior número de variações.
 Vídeo da techtudo

Conclusão: As melhorias existem e a jogabilidade foi beneficiada. Ainda é cedo para sabermos se o PES vai conseguir resgatar alguma parcela dos fãs que vêm perdendo ao longo dos anos. Fiquemos de olho!


Obs: Nesta primeira demo, os times/seleções disponíveis são: Santos, Internacional. Fluminense, Flamengo, Itália, Portugal, Inglaterra e Alemanha.



segunda-feira, 30 de julho de 2012

...GAMES. Opiniões # 21 - Resident Evil Revelations


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Opiniões # 21 – Resident Evil Revelations (3DS)
Por Marlon Fonseca



            Lançado neste ano de forma exclusiva para o 3DS, Resident Evil Revelations é uma tentativa de trazer a famosa e bem-sucedida franquia de volta ao gênero que a consagrou (o survival horror) e fornece uma opção de game hardcore aos usuários do portátil da Nintendo.

            Na história do jogo, que se passa entre RE 4 e RE 5, a BSAA (Bioterrorism Security Assessment Aliance), manda Jill Valentine e seu parceiro Parker para um misterioso navio que encontra-se no mar mediterrâneo para investigar o desaparecimento de Chris Redfield e sua parceira Jessica. Mais uma vez, deverão enfrentar terríveis criaturas.

            Na verdade, a trama é contada de forma paralela entre as investigações de Jill, onde o aspecto de survival horror impera e as ações de Chris onde o enfoque é na ação. Ainda há algumas missões onde dois agentes novatos (Quint e Keith) na franquia aparecem também mais calcados na ação.

            O cenário principal do game, o navio Queen Zenobia, relembra o aspecto labiríntico e intricado da mansão do primeiro game da franquia. Nunca se sabe de que canto ou sala surgirá um inimigo. Ainda parecendo com o primeiro Resident Evil, enquanto no navio, o jogador deverá ir e vir no mapa procurando itens e resolvendo alguns puzzles na tela de toque (simples e repetitivos) para avançar na narrativa.

            A jogabilidade foi um pouco simplificada para se adaptar ao aparelho e é a parte mais problemática do game junto com sua câmera. Os personagens ainda não se movimentam quando executam a mira (que passa à visão em primeira pessoa nesse momento) e o analógico do aparelho é um pouco rígido para executar movimentos mais bruscos. A tela de toque que serve como mapa e administração de inventario, no entanto, foi uma ótima adição. Há, ainda, um novo aparato que permite que scanear partes e objetos dos cenários que auxilia na procura de itens como energia e munição.

            Os gráficos estão muito bons e parecem usar ao máximo a capacidade do portátil. Os efeitos em 3D estão bastante discretos, sendo mais perceptíveis nas cutscenes. Volta e meia, porém, o jogo dá uma queda de performance apresentando slowdonwns principalmente nos momentos de abertura de determinadas portas e dentro de elevadores.

 Investindo mesmo no clima sombrio, a trilha sonora é bacana e reproduz bem a atmosfera assim como os efeitos sonoros.          
           
A campanha, dividida em doze capítulos e que dura por volta de dez horas, é competente e a história é menos exagerada e acelerada do que os capítulos anteriores da franquia. Há  maior destaque aos bastidores da BSAA.  A presença e dinâmica entre Jill e Chris é sempre marcante na franquia. Os novos personagens, no entanto, pouco empolgam.
  
            Novos e antigos inimigos irão marcar presença na empreitada. Mas a variação deles é bem pequena ao longo da aventura, ainda que há uma ou outra batalha interessante contra chefes.

Resident Evil Revelations promove a volta da série aos elementos de terror. Ainda que se torne repetitivo em alguns momentos, é um dos grandes jogos da extensa franquia. Imprescindível para os fãs da série e donos do portátil da Nintendo.

Cotação: (4/5)

            Ficha técnica: Resident Evil Revelations (3DS). Produtora e distribuidora: Capcom. Data de lançamento: 07 de Fevereiro de 2012 (USA) e 26 de Janeiro de 2012 (Japão).



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Curiosidade: A polêmica da capa com defeito:

            Na época de seu lançamento, o game apresentou um problema com a sua capa em uma de suas tiragens. O erro constava no nome do jogo na lateral da embalagem conforme a foto ao lado. A Capcom ao saber do fasto, prontamente se pôs à disposição dos jogadores para efetuar a troca gratuita. Alguns preferiram ficar com a “raridade”.




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O ano de Resident Evil?

          2012 promete um ano muito movimentado para os fãs da série tanto nos games como no cinema. Alem deste Resident Evil Revelations, já foi lançado um spin-off da série mais calcado na ação intitulado Resident Evil: Operation Raccon City. (confira análise clicando aqui). Mas o game mais aguardado, sem dúvida é Resident Evil 6, que reúne pela primeira vez Chris Redfield e Leon Kennedy, com data de lançamento marcada para o dia 02 de Outubro e já bateu todos os recorde de pré-venda da franquia.

                Já nos cinemas serão duas novidades. A primeira é o lançamento do quinto filme que continua com a saga cinematográfica repleta de liberdade criativas intitulada Resident Evil Retribution (Resident Evil: a Retribuição na Brasil). O filme está com lançamento previsto para Setembro e novamente se utilizará da tecnologia em 3D. 
                      Por fim, será lançado também em Setembro, o longa metragem em Animação intitulado Resident Evil Damnation que continuará os eventos da animação anterior intitulada Resident Evil Degeneration, que fez muito sucesso entre os fãs.
                            Um ano muito movimentado para os fãs de Resident Evil, sem dúvidas.

domingo, 29 de julho de 2012

...CINEMA. Opiniões # 44 - O Que Esperar Quando Você Está Esperando


...CINEMA
Opiniões # 44 – O Que Esperar Quando Você Está Esperando (What To Expect When You´re Expecting, USA, 2012).
Por Marlon Fonseca


            Maternidade. Momento mágico, milagroso e sagrado da mulher. Paternidade. É quando o homem produz seu legado e ganha um companheiro (a) para toda a vida. O que Esperar quando você está esperando desmistifica essa afirmativa de forma divertida e um pouco dramática para ao final corrobora-la.

            Inspirado pelo best seller de Heidi Murkoff, e com um elenco estrelado, o filme apresenta quatro histórias abordando a gravidez.  Autora sobre assuntos relacionados à gravidez (Elizabeth Banks, ótima e grande destaque do filme) finalmente consegue engravidar, mas vai à loucura. Enquanto isso seu marido(Bem Falcone), tem que lidar com a relação mal resolvida com seu competitivo e milionário pai (Dennis Quaid) que também está para ter gêmeos. Apresentadora de um programa de fitness (Cameron Diaz, mais musculosa e contida do que o normal) engravida de um companheiro de profissão (Matthew Morrison) e vive se desentendendo com o mesmo acerca dos assuntos sobre o futuro filho. Jovem (Anna Kendricks) acaba engravidando de uma antiga paquera de infância (Chance Crawford) após um único encontro e precisa se adaptar a esta situação. Por fim, casal (Jennifer Lopez e Rodrigo Santoro, cada vez mais à vontade em Hollywood) decide participar de um programa de adoção de crianças da África ainda que o marido tenha suas dúvidas sobre a paternidade.

            Por se tratar de um longa que apresenta histórias variadas, ocorre o comum fato da irregularidade entre elas. Seja na qualidade. Seja no tratamento. A história da personagem de Elizabeth Banks é de longe a mais divertida e bem realizada. Como ‘bônus” ainda há a presença engraçadíssima de Rebel Wilson (uma espécie de Jonah Hill feminina) como sua assistente. A contraposição entre seu desespero e a tranqüilidade da esposa de seu sogro (Brooklyn Decker) também rende bons momentos. Já a trama encabeçada por Anne Kendricks é a mais dramática e sensível e também recebe um tratamento competente ainda que seja a que menos tenha tempo de tela.

            Por outro lado, a parte destinada ao drama do casal postulante à adoção, padece da falta de empatia de ambos (principalmente de Lopez) e só se salva pelas cenas divertidíssimas nas quais Santoro acompanha um grupo de pais (encabeçado por um Chris Rock surpreendentemente sem nenhum exagero) experientes no “batente” da paternidade. A história liderada por Cameron Diaz é extremamente sem graça e razão de existir ainda que esta se apresente muito bem.

            Mesmo oscilando entre drama e comédia e entre boas histórias e outras não tanto inspiradas, o filme diverte e com certeza na platéia mães e pais experientes vão se identificar em algum momento.  Destaque também para caprichada edição que abusa de algumas trucagens interessantes entre algumas trocas de cenas.

            Sem nenhuma conotação sexista, deve se destacar, também, o curioso fato de que em um filme que é baseado em um romance escrito por uma mulher e roteirizado por roteiristas mulheres, apresenta as protagonistas como dominadoras e/ou neuróticas.

            O Que Esperar Quando Você Está Esperando, ainda que padecendo de certa irregularidade, é um filme agradável ao abordar de forma divertida e dramática o caminho da gravidez, maternidade e paternidade.

           
            Cotação: (3/5)

            Ficha técnica: O Que Esperar Quando Você Está Esperando (What To Expect When You´re Expecting, USA, 2012). Drama. Comédia. Romance. Direção: Kirk Jones. Elenco: Jennifer Lopez, Cameron Diaz, Elizabeth Banks, Anna Kendricks, Rodrigo Santoro, Chris Rock, Dennis Quaid. Duração: 110 min.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

...CINEMA. Opiniões # 43 - Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge


...CINEMA
Opiniões #43 – Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, USA, 2012).
Por Marlon Fonseca



            Com este Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, encerra-se a trilogia e visão de Christopher Nolan sobre o personagem, iniciada em 2005 com Batman Begins e seqüenciada com Batman – O Cavaleiro das Trevas lançado em 2008.

            Nesta derradeira história, oito anos se passaram e Bruce Wayne está “aposentado” do manto do herói e vive recluso em sua mansão após os eventos finais do filme anterior. Porém uma ameaça que promete trazer o caos à Gotham o obriga a trazer Batman novamente à ação.

            Como em suas outras obras, o cineasta entrega, mais uma vez, um cinema de entretenimento de qualidade e com víes artístico. Mais do que centrar na ação ele foca no drama, desenvolvimento e relacionamento entre os personagens. É impressionante e admirável como em um filme de quase três horas de duração[1] não há espaço para qualquer tipo de “barriga”. Toda cena, diálogo, personagem e/ou objeto tem um porque dentro da trama e em algum momento isso se fará perceptível. A ligação com os filmes anteriores é importante e muito bem trabalhada.

            Desde o primeiro filme há o alerta que as escolhas que Bruce Wayne fez em sua caminhada têm ou terão efeitos em sua vida, na de seus amigos ou na cidade que jurou proteger. Seja na “escalada de vilões” que Gordon avisara ao fim do primeiro filme e se mostrou visível no segundo com a força da natureza personificada pelo Coringa[2] ou aonde ela o levaria e de como terminaria de fato, nos diálogos de alerta da figura paterna do Alfred.

Além da responsabilidade e efeitos de seus atos toda a trilogia possui subtramas. Em Batman Begins a subtrama era o medo. Já em O Cavaleiro das Trevas era sobre escolhas e as suas conseqüências. Já neste há a dor e sua superação como fio condutor.
           
 Trata-se do episódio mais dramático e denso da trilogia. Seja na gravidade e sensação de caos e pressa que a ameaça que ronda Gotham representa. Seja na forma de como os relacionamentos antigos e novos vão se desenvolvendo.

Nada disso seria possível, contudo, sem um elenco competente. Mas a equipe de atores que se formou em toda trilogia é quase que irretocável[3]. Os antigos intérpretes mantiveram a sua excelência e tiveram que dosa-los com novos sentimentos e situações de seus personagens. Bale continua administrando com maestria todas as nuances e psiques do protagonista. Michael Chaine brilha com seu Alfred, aqui responsável pelos momentos e diálogos mais dramáticos. Gary Oldman que há tempos merece uma prêmio por toda a sua carreira lida com gosto de se ver com seu Comissário Gordon atormentado pela sua mentira. Somente Morgan Freeman, que dispensa apresentações e elogios, não recebeu muitos novos detalhes com seu Lucius Fox, mas continua o defendendo bem.

Já as novas aquisições do elenco seguem a linha de excelência. Para começar Anne Hathaway afasta toda e qualquer desconfiança da parcela do público que a considerava inapta para o papel. Sua mulher-gato, mas do que apenas um fetiche ambulante é cheia de variáveis psicológicas sendo uma pária social tal qual, e porque não, o Batman. As cenas entre ela e o homem-morcego são muito interessantes e sempre de alguma maneira os diálogos abordam esta ligação entre ambos.

Joseph Gordon-Levit e Marion Cotiliard (que trabalharam com o diretor, no também, brilhante A Origem) possuem personagens que receberam pouco tratamento nos materiais de divulgação, mas são de suma importância para a trama. Ambos se saem bem em sua tarefa.

Por fim e não menos importante chegamos ao Bane de Tom Hardy, que, assim como Heath Ledger, desaparece por detrás de seu vilão. Anárquico, metódico, dotado de um visual e uma voz assustadores apresenta-se como o inimigo definitivo do herói. O arauto do caos de Gotham é um adversário equivalente tanto mental como fisicamente.

O primeiro embate entre ambos mostra isso claramente e é contundente o fato de nesta seqüência não haver qualquer música ao fundo, tornando-a ainda mais dramática, visceral e emblemática.

Além do roteiro bem delineado e do elenco competente, os demais aspectos técnicos seguem na linha da impecável execução. Os efeitos especiais continuam sendo utilizados apenas e tão somente para o desenvolvimento da história. Continuam a emular, o maximo possível, a visão realista que o diretor empregou ao Batman.

Neste aspceto, deve ser destacada ainda a escala grandiosa das cenas de ação. Ainda não empolgado com a tecnologia em 3D, Nolan prefere a filmagem com as câmeras especiais próprias para a exibição em IMAX. Mesmo não sendo visto neste formato, é perceptível esse toque. Os ávidos por cenas de ação, porém, podem se decepcionar um pouco, pois estas são pontuais e não gratuitas.[4] O que não é demérito nenhum diga-se de passagem.

Outro aspecto digno de nota é quanto à trilha sonora. Criada por Hans Zimmer, á frente de toda a trilogia[5] que de forma triunfante ambienta todo o longa.

Mas a “cereja do bolo” é a parte final do filme que encerra magistralmente não só o longa, mas toda a trilogia de forma triunfal. E o mais importante orgânica e dentro de todo o sentido proposto nesta visão sobre o personagem. É épica, dramática e emocional. [6]

E assim é o ato final dessa fase do Batman no cinema. A visão de Nolan e sua equipe termina por aqui de forma marcante não só dentro do gênero mas na própria história do cinema ante a sua visível qualidade. Outra equipe e sob outro enfoque certamente em breve trarão o personagem de volta aos cinemas. Por enquanto celebremos esse encerramento da forma como merece. Aos aplausos entusiasmados ao fim da sessão.


Cotação: (5/5 - 9,5/10)

Ficha Técnica: Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, USA, 2012). Drama. Ação. Direção: Christopher Nolan. Elenco: Christian Bale, Michale Caine, Anne Hathaway, Gary Oldman,Tom Hardy, Marion Cotillard, Joseph Gordon-Leviit, Morgan Freeman. Duração: 164 min.


[1] Duas horas e quarenta e cinco minutos para ser mais exato.
[2] Um “ser” que “só queria ver as coisas queimarem” ,sem motivo lógico qualquer.
[3] Katie Holmes em Batman Begins foi a exceção.
[4] Também é o filme que o herói aparece por menos tempo fantasiado.
[5] Que dividiu a tarefa no primeiro filme com James Newton Howard.
[6] O último diálogo entre Batman e Gordon chega a ser lírico.



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Especial Batman:

            Quem está acompanhando o nosso "Especial Batman" está gostando e em breve teremos mais textos abordando as varías facetas do personagem em todas as mídias que já marcou presença. Ainda não conferiu? Basta acessar este link