Caros amigos, esse é um espaço criado para compartilhar com vocês os assuntos mais interessantes do mundo do cinema, dvd/blu-ray, games, séries de TV e tecnologia.
A participação de vocês não é somente bem-vinda como é fundamental e há espaço para os comentários dos leitores em todas as seções.
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A diminuição do número de cinemas na cidade incomoda os cinéfilos
Por Marlon Fonseca
A imagem de uma cidade sem cinemas
Este texto foca principalmente a situação dos cinemas em Niterói, mas com certeza concilia-se com a situação de várias cidades do Brasil e do mundo.
Quem possui mais de trinta anos deve recordar-se da quantidade de cinemas que nossa cidade continha. Tanto em Icaraí como no Centro, a cidade era muito bem servida neste sentido. Aos poucos, porém, um por um dos cinemas da cidade foram fechando chegando ao ponto que estamos atualmente: somente os shoppings Bay Market e Plaza oferecem este serviço (o Cine Arte Uff encontra-se em obras há um bom tempo).
Muito pouco para uma cidade que já teve dezenas de salas espalhadas por vários de seus pontos, atendendo, inclusive, ao mais variado público. A queda do Cinema Icaraí é um dos maiores retratos dessa situação (recentemente ele foi adquirido pela UFF e se tornará um complexo cultural)
Trata-se de fato social infelizmente comum e difícil de reverter. Apesar da importância, conforto e excelência tecnológica dos “cinemas de Shopping Centers”, os cidadãos e “cinéfilos” têm enfrentado situações problemáticas em dois pontos importantes. O primeiro reside no aspecto da perda do “charme” inegável que os ditos cinemas de bairro possuem (possuíam) na cidade. Construções belas e antigas resultavam em um valor artístico inegável.
Já em segundo plano, e até mais grave, é a diminuição da acessibilidade a determinados filmes ou Gêneros de filmes. Não muito comum o frequentador assíduo tem que se deslocar para o Rio de Janeiro ou São Gonçalo para poder assistir a algum filme que não esteja passando na cidade. Exemplo mais recente para ilustrar tal fato foi no caso de “O Artista”, vencedor do Oscar deste ano. Ele não foi exibido em nenhuma das salas existentes em Niterói.
O ideal, sem sombra de dúvidas, seria o casamento entre estes dois tipos de cinema e não a supremacia de um pelo outro. Só assim o espectador assíduo estaria plenamente servido.
Matéria originariamente publicada no Jornal Estaciente - Universidade Estácio de Sá, Campus Niterói, página de Opinião, Edição, 399 lançada no dia 14 de Maio de 1012
O hábito da leitura além de ser algo prazeroso ajuda no desenvolvimento do leitor.
Por Marlon Fonseca
A escrita é uma das formas mais antigas e abrangentes de comunicação. Através dela se consegue passar mensagens e informações de forma ampla e permanente. Hoje ela é tida por muitos leitores e especialistas das mais variadas áreas como forma de desenvolvimento de linguagem, fonte de informação, além de um hábito prazeroso.
Dentre os benefícios podem ser destacados a aquisição de conhecimento, estimulo á criatividade e imaginação, desenvolvimento da capacidade argumentativa e de comunicação em geral, formação e ampliação do vocabulário, utilização dos recursos da linguagem, desenvolvimento da fala e escrita, acesso á informações constantes e importantes, ampliação do conhecimento acerca do objeto da leitura e aumento da identidade cultural.
Prazer e Informação
Fernanda Marques, leitora habitual de livros, jornais e revistas conta a importância da leitura para a sua vida “Desculpe-me a honestidade. No início a dose era tímida, mas minha ansiedade e paixão descoberta me fizeram aumentar a quantidade, em volume e números.
Não sei viver sem estar cercada deles, é uma necessidade diária. Às vezes quero que acabe logo, de tão nervosa e excitada que fico. Noutros eu os aprecio lentamente, degustando cada segundo e me dando ao prazer de analisar cada sinuosidade implícita de seus caracteres, sempre tão únicos.
Ler é mergulhar no mundo permitido da imaginação e opinar sem ser questionado, pois a visão dos fatos e suas conclusões são exclusivamente minhas.
Cada página traz seu próprio enigma, e a emoção pode ser encontrada na próxima linha, tudo ao alcance dos meus dedos e assim, as horas são preenchidas e passam, deliciosamente.
Desenvolvimento linguístico e argumentativo:
Especialistas ressaltam que é na infância que se adquire com mais facilidade o hábito de ler. Em entrevista concedida ao canal futura, o escritor Francisco Gregório fala da importância da produção literária para as crianças. “Essa convivência entre as várias linguagens artísticas produz bons resultados. Produz um desenvolvimento na formação das crianças e dos jovens. É um banquete que inclui as letras, as imagens, a oralidade.”
Segundo pesquisa publicada no Instituto Pró-livro em 2008 houve um aumento significativo de leitores no Brasil.
Matéria publicada no caderno de Cultura do Jornal Esatciente- Campus Estácio Niterói, ed. 398, lançada no dia 07 de Maio de 2012
Para
comemorar o dia das mães, o “Falando de...” relembra algumas especiais do
cinema, seriados e games.
Cinema:
A Mãe do Bambi: Participou pouco do filme, mas sua morte foi uma
das mais comoventes da história do cinema. Relatos na época de seu lançamento
no cinema, apontam uma verdadeira histeria das crianças com a cena.
Mãe de Forrest Gump: Essas mulher criou com muita delicadeza e amor o seu excepcional (no mais variado sentido) filho e ainda proferiu um das frases mais icônicas de todos os tempos.
A Mãe do Jason: Nem todo mundo conhece o fato de que a primeira
vilã da série Sexta- Feira 13 foi a mãe do Jason. Seu “pimpolho” só assumiu seu
lado assassino a partir do segundo filme e, durante os filmes, volta e meia
lembrava de sua querida mãezinha.
Seriados:
D. Florinda: A famosa mãe do Kiko não quer nem saber. Quando houve
seu querido “tesouro” chorando chega dando bofetada em todo mundo, aliás, todo
mundo não, somente no Seu Madruga mesmo...
Games:
Mãe do Blanka: Em
Street Fighter 2,nosso
compatriota Blanka tinha como objetivo encontrar a sua mãezinha. Após derrotar
o terrível ditador M. Bison, o jogadore depara-se com o emocionante encontro.
Todas estas mães foram e são
marcantes, mas nenhuma delas se compara a sua não é verdade? Portanto, não
deixe de celebrar este dia ao seu lado... FELIZ DIA DAS MÃES!!!
Opiniões #28- Battleship – A Batalha dos Mares (Battleship,
USA, 2012).
Por Marlon Fonseca
Battleship – A Batalha dos Mares é um
projeto inusitado. Quem não vem acompanhando o seu desenvolvimento talvez não
saiba, mas ele é inspirado no clássico jogo de tabuleiro batizado aqui no
Brasil de Batalha Naval. Para incrementar a adaptação, e aproveitando o mega
sucesso de Transformers, os
produtores resolveram adicionar alienígenas robóticos na história. Saiba aqui e
agora, o que resultou dessa ideia.
Na
trama, em meio a jogos envolvendo as forças marítimas de vários países, a terra
é invadida por alienígenas hostis. A batalha é focada em grupo de marinheiros
americanos liderados por um jovem e irresponsável comandante.
Não
esperem um roteiro que faça qualquer tipo de sentido. O filme gasta sua meia
hora inicial apresentando personagens, estabelecendo conflitos e relacionamentos
(irmão mais velho com irmão mais novo, sogro e genro, fisioterapeuta com
cliente revoltado) para logo após o início da invasão abandonar tudo em prol da
ação.
Assim, o filme
é o exponencial do dito “cinema-pipoca”. É aquele tipo de longa que serve
apenas e tão somente como diversão fugaz e esquecível. Barulhento, exagerado e
com cenas de ação e efeitos especiais competentes.
Nesse quesito,
ele chega a empolgar em alguns momentos. As seqüências de destruição e batalhas
são muito bem orquestradas pelo diretor Peter Berg (de Bem vindo á Selva, Hancock e
O Reino) que evita o expediente de
câmera tremida, habitual de seu colega, Michael Bay[1].
Principalmente quando se vislumbra, ainda que rapidamente e em uma seqüência
apenas, o jogo no qual fora “inspirado” ao mostrar uma verdadeira guerra
estratégica. Já a ação envolvendo a namorada do protagonista e seu paciente,
juntos a um cientista atrapalhado, aborrece um pouco.
Os efeitos,
como era de se esperar de uma produção galgada principalmente neles, estão
muito bons e os designs de veículos e
criaturas ficaram bacanas.
Quanto ao
elenco, temos Taylor Kitsch como o herói estilo “talento desperdiçado”[2] se
saindo bem tal qual em John
Carter. Ainda que continue imitando a
voz de James Franco. Alexander Skargasd (O vampiro Eric de True Blood e do excelente Melancolia
se sai bem com o pouco que tem). Brooklyn Decker (a namorada de Adam Sandler em
Esposa de Mentirinha) está ali mais
para enfeitar a tela e é prejudicada por estar na parte mais aborrecida do
filme. Rihanna, outro aspecto curioso deste filme, está mais para uma imitação
chata de Michelle Rodriguez.[3] Já
Liam Nesson pouco aparece e está ali para tentar dar mais credibilidade ao
projeto e “tira de letra” a tarefa, como de costume.
Battleship é isso. Uma idéia absurda que
resultou em um filme com tudo de bom e ruim que o cinema de ação
descompromissado pode oferecer: muito barulho, correria, efeitos especiais de
ponta e sentido algum no que você está assistindo.
Cotação: (3/5)
Ficha Técnica:Battleship – A batalha dos Mares (Battleship, USA, 2012). Ação. Direção:
Peter Berg. Elenco: Taylor Kitsch, Alexander Skargard, Rihanna, Brooklyn Decker
e Liam Nesson. Duração: 132 min.
[1] Comparar
o filme a Transformers e citar Bay são enormes clichês que foram impossíveis de
afastar
Especial
Postagem 100: Falando do "Falando de...'
Por Marlon Fonseca
E em pouco mais de três meses de blog chegamos a centésima postagem. Cem textos. Muitos filmes, jogos e seriados discutidos. Emoções, novos amigos,lições de vida e muito prazer e trabalho.
Poucos leitores sabem a história da criação deste blog. Em 2011, em uma festa de um amigo, eu, cinéfilo como sempre, discutia com outro grande amigo sobre a cronologia de Velozes e Furiosos (!!!!!???). O debate chamou a atenção de várias pessoas e a namorada deste amigo virou para mim e disse "Nossa Marlon, você tem que fazer um blog sobre cinema."
Parece piegas, mas essa história realmente mudou minha vida. Fiquei meses e meses martelando essa possibilidade, mas confesso que demorei a criar coragem para colocá-la em prática. Porém, esta ideia aliada ao meu gosto pela escrita e o fato de estar sempre sendo indagado pelos amigos sobre filmes, seriados e games venceram.Ainda um pouco receoso fiz pelo facebook um teste: o "Cenas de Cinema" que hoje é seção regular do blog.
E no dia 16 de Janeiro de 2012 o "Falando de..." foi criado. Mas somente no dia 29 deste mesmo mês ele foi divulgado
Desde então e com a proposta de manter, sempre que possível, uma atualização diária ele me vem servindo de muita coisa. Além de ser um hobby trabalhoso e um trabalho prazeroso ele me propicia um verdadeiro laboratório para a profissão que, finalmente, resolvi abraçar de coração: o Jornalismo.Ele me serve, também, como uma verdadeira lição de vida, pois não foi somente de bons momentos que vivo com ele. Já sofri e sofro uma sorte de situações desagradáveis que em dados momentos cheguei a duvidar de minha capacidade e ponderar sobre o sentido disso tudo.
Mas é aí que entra o principal elemento dessa história. VOCÊ. Amigo, leitor, colaborador, pois a verdadeira moeda deste blog é a sua visita. Cada comentário, participação, divulgação espontânea, crítica e elogio são verdadeiros tesouros e molas propulsoras deste trabalho. Cada informação que por ventura eu tenha passado, cada dica que possa ter lhe ajudado, não chegam nem perto do sorriso e da alegria quando recebo uma manifestação sua. Mais do que celebrar este trabalho esta postagem é feita para AGRADECER AO LEITOR DESTE BLOG POR TUDO.
E, com a palavra, alguns de vocês:
"Marlon tem
sido ultimamente minha maior referência em video-games e cinema (dado
o vasto conhecimento que ele possui), por isso, de uma forma geral, esse blog
tem sido de grande ajuda com todas as suas dicas. Mas meus posts favoritos
com certeza são os de jogos e os de dicas do Netflix. Marlon,
parabéns por sua iniciativa, parabéns por não ter medo de expor suas
opiniões e por estar sempre de mente aberta para discussões. Feliz
centésimo post!!" - Rafael Mansano
"Virou um habito alem de um
divertimento ler todos os dias pela manha...o melhor e que depois do falando de
tenho sempre assunto para debater com os meus amigos!" - Bruna Alves.
"Sem dúvida o que mais gosto no
site é ler o seu ponto de vista e mais do que isso é ler o seu modo de pensar.
A escrita é o que mais me impressiona. Você consegue ser imparcial e mostrar o
filme da forma como ele o é. Muito melhor e diferente das leituras dos críticos
de jornal e revista, que ou amam ou odeiam o filme, deixando em nós uma
impressão ruim e muitas das vezes descaracterizada. embora não esteja indo ao
cinema ultimamente, gosto do site! parabéns!" - Fernanda Marques
Não sei aonde eu e meu querido blog iremos parar. Mas garanto que a história continua. E o "Falando de..." está aí: ativo como sempre, simples mas de coração. Novidades surgirão. Novas seções, novo layout e, se Deus quiser, mais e mais novos leitores e amigos. Fiquem juntos comigo e vamos Falar no "Falando de...".
Atenciosamente,
Marlon Fonseca
Criador, Editor e Redator
www.falandode.com.br
As
festas rave cujo ápice foi até meados dos anos 2000, hoje não são tão
divulgadas e são acusadas por seus freqüentadores de outrora de terem perdido o
seu sentido e essência. O Filme Paraísos
Artificiais usa esta época de auge destas festas como pano de fundo para
contar a história de encontros e desencontros da DJ Érica e do jovem Fernando.
Com
roteiro e montagem entrecortados, o filme vai alternando entre momentos do passado
e do presente para compor a sua história.[1] Do
relacionamento de Fernando com seu irmão, passando pelas incertezas de Érica e
seu momento “vida louca e livre” ao lado de sua amiga Lívia, a história flui
bem, desenvolve os protagonistas e mostra como o elo entre eles foi construído.
Há também o efeito das drogas como outro pano de fundo na história.
Do
elenco afinado o grande destaque mesmo é Nathalia Dill. Livre das amaras das
novelas globais, ela se despe literal e artisticamente e entrega uma excelente
performance. Luca Bianchi como “Nando”
não compromete nem um pouco mas seu personagem inegavelmente é menos exigido do
que a de Nathalia.
Tecnicamente
o filme é bem dirigido por Marcos Prado[2]
que em dados momentos consegue até empregar enquadramentos interessantes, ainda
que em alguns momentos apele para o close
excessivo[3]. A
fotografia é competente, algo felizmente e cada vez mais natural no cinema
nacional e chega deslumbrar em algumas seqüências em Amsterdã. A montagem,
entrecortada, conforme falado, não atrapalha o espectador e deixa o filme em um
ritmo ágil, mesmo que deixando a impressão contrária em seu início e final.
As
seqüências da festa rave são interessantes e muito bem filmadas. O som do filme
é extremamente competente nestas horas e a acústica é bem interessante. Ele,
ainda, não maneira nas cenas de sexo, sendo algumas quase que explícitas.
Paraísos Artificais é mais um bom
resultado do cinema nacional. Além de apresentar uma história de amor de forma
diferente e competente, apresenta o problema das drogas sem apologia ou
condenação. A mostra apenas como um caminho de ruína ou amadurecimento.
E ATENÇÃO!!!!! Esta foi a postagem de número 99. A próxima, de número 100, será especial e logicamente contará com a presença dos nossos amigos e leitores.
[1] E o
roteiro é bastante competente em ligar tudo á uma festa rave.
[2] Produtor dos excelentes ônibus 174 e Tropas de Elite 1 e 2.
Especial – Diário de um matador de Colossos – parte 3 (final)
Por Marlon Fonseca
Vídeos: usuário theRadBrad do youtube (c/ comentário em
inglês)
4º dia:
Minhas habilidades
de caçada melhoraram bastante, pois neste dia tive pouco tempo para me dedicar
ás batalhas e mesmo assim consegui derrotar dois Colossos.
10º Colosso:
Esta bestialidade que
vive escondida nas areias resultou em uma das batalhas mais interessantes, pois
Aro, meu cavalo foi extremamente exigido. Montado em meu alazão me afastei da
criatura e deixei me perseguir até que mostrasse seus olhos. Ao acertar uma
flechada neles a criatura se desorientou e foi a chance de desferir alguns
golpes em seu ponto fraco. Ao se recuperar, me jogou longe e me fez repetir
mais uma vez a perseguição. Com ela novamente acertada e desorientada, pude
terminar o serviço.
11º Colosso:
A
batalha contra esta espécie de touro resultou eu um rodeio macabro. Á primeira
vista, sua armadura parecia impenetrável e a opção foi fugir de seus ataques em
áreas mais elevadas. Quando tentei afugenta-lo com fogo, descobri seu medo e a
joguei de um penhasco. Sua armadura rompeu-se mostrando seu ponto fraco. Mais
uma vez fiz a criatura ficar desnorteada com um seu ataque e pude realizar a
montaria que resultou em sua derrota.
5º dia:
12º Colosso:
Mais
um colosso que possui seu covil no mar. Tive que contornar pelo mar seu corpo
monstruoso para poder subir em suas costas. Já em cima dele, não achei qualquer
ponto fraco para atingi-lo. Sendo assim, precisei “guia-lo” até uma estrutura
onde pude avaliar melhor a situação. A criatura, ao avançar onde eu estava
mostrou seu ponto fraco, sua barriga, onde finalmente pude atacá-la. Sendo jogado para longe após desferis 3
golpes tive que novamente retomar o procedimento. Com mais 3 golpes deferidos,
o monstro então, tombou.
13º Colosso:
Mais uma batalha
aérea. O longuilíneo colosso que se escondia na areias ao revelar-se se
mostrava inicialmente inalcançável. Reparei em alguns detalhes em sua barriga e
tente lançar flechas para feri-lo. Deu certo e o monstro passou a dar rasante.
Perseguindo-o com Aro tive que pular com precisão em uma de suas ???. Já em
cima da criatura percebi seus pontos fracos e comecei a golpear um deles.
Consegui por um tempo mas a criatura mergulhou na areia e me fez repetir todo o
procedimento por mais duas vezes, para, enfim, mata-la de vez.
6º dia:
14º Colosso:
Mais um colosso
que proporcionou um terrível rodeio. Todo cercado de armadura, aparentemente
enfrenta-lo parecia uma tarefa impossível Após muito deliberar percebi que
tinha que destruí-la tal como o 11º Colosso. Ao vislumbrar uma possibilidade ao
reparar que seus ataques destruíam as estruturas ao redor de seu esconderijo,
passei a realizar uma verdadeira fuga de pilar a pilar. Até que uma maior
estrutura maior tombou sobre ele, destruindo parte de sua armadura. Com seu
ponto fraco á mostra, primeiramente desferi algumas flechadas para
enfraquecê-lo. Após uma investida de ataque mal dada por parte dele, montei no
monstro para terminar o serviço.
15º Colosso:
Era de causar
espanto a fúria e tamanho desta criatura. Não me envergonho em dizer que no
primeiro momento me afastei da criatura. Ao desviar de seus ataques percebi que
as estruturas afetadas ao redor me propiciavam alcançar lugares mais altos.
Ciente de que isso me ajudara passei a inscintar o monstro a atacar e revelar
novas possibilidades. Já em cima da estrutura pude pular em sua cabeça e
desferir ataques violentos. Após muito machucar-lhe percebi que os ataques
somente ali não seriam suficientes. Em um golpe de sorte parei perante seu
cotovelo que se mostrou outro ponto fraco. Machucado, o monstro largou sua
arma, mas não se deu por vencido. Ao ser alçado ao chão, percebi que seu ultimo
ponto fraco era em sua palma da mão. Esperei ele socar o chão, subi pela sua
mão e desferi o golpe fatal. Com certeza o mundo tremeu ante sua queda.
Muito
cansado após estas batalhas, preferi descansar para me preparar para a
derradeira batalha.
7º dia:
Último dia. Última
batalha. Ciente de que nada adiantaria se não vencesse esta batalha, enchi-me
de coragem e fui ao encalço do castelo do meu último alvo. Ao passar por uma
ponte fui surpreendido por um triste fato. Aro, meu cavalo, sacrificou-se para
me deslocar seguro para o outro lado. Foi extremamente doloroso vê-lo caindo
naquele abismo sem fim. Ms não havia tempo para um pesar maior.
16º Colosso:
Era a hora de
enfrentar meu destino. Ao me deparar com aquele demônio assombrei-me. Mais que
um colosso, tratava-se de uma estrutura. Ao caminhar em sua direção fui atacado
por raios perigosos. Tive que me acalmar e estudar o caminho mais seguro para
alcançá-lo. Curiosamente esta parte foi a mais penosa. Após chegar a estrutura
de fato e alcançar a cabeça do monstro matei-o com rapidez. Mesmo com ele
desesperadamente tentando me jogar ao longe. Antes de desferir o último golpe,
lembrei de tudo o que havia passado: cada monstro, cada sacrifício, a queda
mortal de Aro e a bela princesa que precisava de minha ajuda. Por um tempo foi
tudo escuridão. Ao acordar no templo fui de encontro à princesa. Esperem. Estou
ouvindo vozes e passos...
FIM.
Com
o fim da jornada ficam os agradecimentos dos amigos e leitores que embarcaram
na idéia e me mandaram recados via PSN, por facebook e até mesmo pessoalmente a
apoiando. Espero que tenham curtido este diário e minha viagem (no duplo
sentido).
Opiniões #26 – Anjos da Lei (21 Jump Street, USA, 2012)
Quando foi anunciado que a adaptação da série de drama policial oitentista Anjos da Lei se
tornaria uma comédia de ação, muita gente torceu o nariz. Lançado há algum
tempo nos Estados Unidos e na semana passada aqui no Brasil, o filme, porém, se
tornou uma das maiores surpresas do ano. É bobo, mas muito engraçado.
Na
trama do filme, o programa que infiltra jovens e desajustados policiais em
escolas e faculdades para a investigação de crimes é reaberta. Dois amigos
policiais atrapalhados são recrutados para integrá-lo e devem investigar o
surgimento de um novo tipo de droga.
Em sua primeira metade, é onde se concentram os momentos mais engraçados e as
piadas mais grosseiras. O início rápido mostrando os dois quando adolescentes
de fato e posteriormente se tornando amigos na academia de polícia serve para
estabelecer a amizade entre os personagens e suas características. Enquanto um é o
inteligente atrapalhado e tímido o outro é o viril, mas não é tão bom em
estudo.
Aqui
somos brindados com diálogos surpreendentemente inspirados, inclusive zombando
das adaptações de seriados para os cinemas e dos personagens estereotipados. Há
uma seqüência, ainda, antológica que dificilmente deixará o espectador sério. [1]
Há,
também, uma curiosa inversão de papéis neste reingresso ao ensino médio,
resultado de mais uma trapalhada dos amigos. Enquanto o personagem de Jonas
Hill que era o nerd e bom em ciências
passa a ser o popular, o de Tatum que era o popular de outrora passa a conviver
com os nerds. Isso acaba por influir diretamente na dinâmica da dupla e na
investigação. Mas servem, também, como forma de amadurecimento e redenção.
Com
espaço ainda para um romance, e para cenas de bromance[2],
o aspecto policial do filme só toma força mesmo a partir do ato final com
cenas de tiroteio e perseguição até mais violentas do que se imaginava para uma
comédia.
A
dupla central surpreendentemente, tem uma “química” muito boa. Jonah Hill
repete os maneirismos de sempre com seus olhos arregalados e o misto de
inocência e escatologia que permeia seus personagens. Channing Tatum que parece
egresso da escola Mark Whalberg de (má) atuação e (falta de) carisma surpreende
e consegue contornar suas deficiências.[3] Já
no elenco de apoio, destaques para Ice Cube como o chefe da divisão e Rob
Riggle como o professor de Educação física desbocado.
Logicamente
o filme tem suas falhas. Ainda que não aborreça em momento algum, a parte do
romance é “sem sal”. Alguns personagens que pareciam ter certa relevância
entram e saem sem contribuir com nada. A investigação policial em si é mal
executada ainda que com alguns momentos interessantes. E, claro, as piadas
grosseiras podem desagradar uma parcela do público.
Anjos da Lei é sim uma grata surpresa. O
filme resultou em uma comédia de ação divertida que parece apontar uma nova e
merecida franquia. Há tempos não se via um filme de “dupla de policiais” tão
divertido.
Obs: Quem acompanhou a série
fique atento nas participações especiais ao longo da projeção.
Cotação: (4/5)
Ficha técnica: Anjos da Lei (21
Jump Street). Come´dia de Ação. Direção:Phil
Lord e Chris Miller. Elenco: Jonah Hill, Channing Tatum, Ice cube, Brie Larson,
Dave Franco e Rob Riggle. Duração: 109 min.
[1] SPOILER
– A seqüência em questão é quando os dois, drogados, tentam se ajudar
mutuamente a vomitar e não conseguindo passam por todos os estágios dos efeitos
das drogas.
[2] Termo
dado a cenas de amizade e carinho entre homens, criado principalmente a partir
dos filmes do diretor e produtor Judd Apatow.
[3] O
Sucesso que outro filme seu teve nos EUA recentemente, o romance The Vow, ainda inédito no Brasil, parece
lhe apontar um novo horizonte.
Opiniões. Games Of Thrones Segunda temporada – 1ª parte
(Episódios 2.01 a
2.05)
Por Marlon Fonseca
CUIDADO! O TEXTO CONTÉM
INFORMAÇÕES QUE PODEM ESTRAGAR A SURPRESA DE QUEM AINDA NÃO VIU OS EPISÓDIOS!!!
Repetindo
o sucesso das discussões acerca dos episódios finais da última temporada de The Walking Dead, trataremos agora da
segunda temporada de Game of Thrones.
Essa primeira parte enfocará os cinco primeiros episódios da atual segunda
temporada.
Em
sua primeira metade, a temporada já mostrou o enfoque dado, além de apontar
que, de fato, a história principal na verdade é sobre os caminhos de cada um
dos filhos da casa Stark. Enquanto Robb tornou-se um hábil senhor da guerra e
rei por natureza, John Snow continua em sua busca por reconhecimento na patrulha
da noite. Arya e Sansa cada uma a seu modo estão reféns dos Lannisters e Bran
começa a mostrar uma surpreendente maturidade e serenidade como Lorde de
Whinterfell. A história de Gendry, bastardo do finado Rei Robert, também ganha
força.
Selo da Casa Stark.
Além
disso, novos personagens e casas surgiram tornando o número de personagens
ainda maior. Lorde Stannis Baratheon que anteriormente era apenas citado, agora
aparece e junto com ele a subtrama de bruxaria. Sua guerra particular contra
seu irmão que aparentava ter maior vulto já se encerrou de forma súbita levando
a novos caminhos. Principalmente para Catelyn Stark que ganhou uma importante e
interessante aliada em Brienne.
Mas
mesmo com toda uma nova casta de personagens e a trama se expandindo, quem
continua sendo o personagem mais interessante é Tyrion Lannister. Agora como a
mão do rei, ele vem fazendo um jogo de poder e intriga bem interessante mexendo
com a cabeça de todos na corte. (não é á toa que agora o nome de seu intérprete
Peter Dinklage encabeça o elenco).
Tyrion como "a mão" fica ainda mais interessante
O
rei Jofrrey continua dando sinais de extremo sadismo e crueldade, sendo o
personagem que todos adoram odiar.[1]Sua
mãe, Cersei, também não fica atrás mas começa a enfraquecer ante as
manipulações de Tyrion.
O odioso rei
Theon
Greyjoy passa a ter mais destaque quando volta á sua casa e depara-se com o
desprezo de seu pai e a rivalidade com sua irmã. Ele está balançado entre a
amizade com os Stark´s e a vontade de se estabelecer novamente em sua casa. Já
Daenerys Targeryan continua a sua peregrinação pelo deserto chegando á bela e
misteriosa cidade de Qarth.
Com
relação aos aspectos técnicos, a excelência da série continua se destacando,
sendo ainda a produção mais suntuosa da televisão. As cenas de sexo e
brutalidade ficaram ainda mais fortes, sendo o destaque no segundo caso, a caça
aos bastardos do Rei Robert, onde até recém nascidos não foram poupados.
Qarth contribuindo para a excelente direção de arte.
A
história se amplia, personagens novos aparecem e a guerra pelo Trono de Ferro
vai ficando mais acirrada. A série vem em um crescente e fica muito difícil de
deixa de acompanhar. Que venha a segunda metade da temporada.
PS: Os espectadores mais atentos
já perceberam que na abertura teve uma leve mudança no mapa apresentando os
novos locais desta temporada.
Especial – Diário de um matador de Colossos – parte 2
Vídeos: usuário theRadBrad do youtube (c/ comentário em
inglês)
Por Marlon Fonseca
Hoje retomo
as minhas anotações. Somo até o momento 3 dias de caça com 9 colossos
exterminados. Vamos as minhas ponderações por cada batalha:
2º Dia:
5º Colosso: O monstro voador me proporcionou a batalha mais
interessante e vertiginosa. Primeiro, tive que chamar atenção flechando-o para,
a seguir, segurá-lo após um rasante. Ele se mexia demais e foi muito difícil
manter o equilíbrio. Cai algumas vezes, principalmente quando passei a acertar
suas asas. Mas triunfei ao fim, tendo apreciado bastante a viagem. Espero que
ele tenha gostado do seu último vôo.
3º dia:
Após a batalha com o colosso
alado, fui acometido de uma intensa febre e me vi obrigado a descansar, só retomando
a caçada no dia seguinte. E foi deveras produtivo, pois mais 4 colossos foram
enfrentados e aniquilados. Sinto que já dominei a câmera e o controle.
6º: Colosso: Após chegar ao covil de monstruosa besta, fui
surpreendido por sua fúria me vendo obrigado a me esconder. Tal atitude foi
providencial, pois o monstro abaixou-se pra me procurar e pude subir pela sua
barba. A partir daí mantive o equilíbrio e pude dar cabo da criatura.
7º Colosso: Esta serpente marinha monstruosa também foi uma batalha
interessante. Demorei um pouco para chamar a sua atenção, mas quando o fiz
consegui um ponto de apoio e ataca-lo. Na parte fina, nos golpes em sua cabeça,
ele passou a se mexer muito e dar uns mergulhos que dificultaram um pouco a
aplicação dos últimos golpes. Mas com calma e perseverança deu tudo certo e o
monstro mergulhou para não mais voltar.
8º Colosso: O monstro que age como lagarto foi uma das batalhas
mais rápidas e foi necessário chamar a sua atenção para que subisse a estrutura
que o abrigava. Flechei seus pés o que o fez cair de costas atordoado. Foi a
oportunidade de acertar a sua barriga, seu ponto fraco. Repetindo este
procedimento umas três vezes foi o suficiente para mata-lo.
9º Colosso: A batalha contra o quarto colosso ainda foi a mais
chata e complicada, mas essa também aborreceu. Em primeiro lugar, os projéteis
disparados pelo monstro são quase que certeiros, sendo difíceis de não me
atingir (mesmo estando muito longe e me desviando o tem todo). Em segundo
lugar, posiciona-lo em cima de um dos gaisers
também pode ser uma tarefa complicada. Por fim, a escalada é bastante
complicada. Mas quando finalmente consegui aliar todos esses fatores, só desci
da besta após matá-la.
E
assim, foram minhas últimas caçadas. Escrevo estas páginas já á caminho do 10º
Colosso. Até as próximas batalhas.