sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Dicas da Semana # 24 – 25/01/2013


Dicas da Semana # 24 – 25/01/2013
Por Marlon Fonseca


            Voltamos a trazer para vocês dicas de filmes, seriados e games para animar o seu fim de semana.

CINEMA:

Lincoln: Spielberg, enfim, traz a sua cinebiografia sobre o 16º presidente dos Estados Unidos e um dos mais idolatrados na história dos americanos. Daniel Day Lewis o interpreta. Concorrente a 12 oscars 2013.
Obs: Assistiremos esse filme hoje e em breve traremos sua análise.








João e Maria: Caçadores de Bruxas: Seguindo a tendência de reinvenção de personagens e fábulas infantis, chegou a hora de João e Maria. No filme, após os “eventos traumáticos” com a bruxa, os irmãos se tornam exímios caçadores de bruxa.









O Mestre: Mais um forte filme e concorrente a premiacões, o filme traz Joaquin Phoenix (em uma elogiadíssima atuação) como líder de uma organização religiosa. Dirigido pelo sempre competente Paul Thomas Anderson.











DVD/BLU-RAY:

Para Sempre: Filme romântico de grande sucesso no ano passado e que chegou há algum tempo nas locadoras. Após acidente de carro, mulher perde parte da memória e esquece do marido que faz de tudo para conquista-la novamente. Baseado em uma história real.









Intocáveis: Filme de grande sucesso, também baseado em uma história real sobre a inusitada amizade entre um homem rico e tetraplégico e seu cuidador. Imperdível.









Ted: Comédia nonsense sobre a amizade entre um homem e seu ursinho de pelúcia beberrão, falastrão e bagaceiro (???). Fez merecido sucesso no ano passado e chegou nesse mês em dvd e blu-ray.











NETFLIX:

Arquixo X: Uma das maiores e mais cultuadas séries de todos os tempos chega ao netflix com todas as temporadas. Vejam e revejam os agentes do FBI Fox Mulder e Dana Scully investigando os casos sobrenaturais mais instigantes e enfrentando uma conspiração intricada envolvendo o governo e alienígenas.




Don´t be afraid of the dark: Produção de terror de Guillermo Del toro. Família muda de casa e filha descobre um mal terrível habitando por lá.










Ilha do Medo: suspense de Martin Scorcese com Leonardo Dicaprio e Mark Ruffalo em grandes atuações. Inspetor de polícia chega a uma penitenciária psiquiátrica que fica em uma ilha e descobre segredos surpreendentes.










GAMES:


DMC: Devil May cry: repaginação da franquia de sucesso e que cegou a criar polêmica ante a mudança de visual do protagonista, Dante. Passada a insegurança inicial e com o seu lançamento o jogo mostrou-se muito bom e digno de elogios.

Confiram nossa análise do jogo: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2013/01/games-dmc-devil-may-cry-ps3xbox-360.html








DEMO´s importantes: Dead Space 3 e Metal Gear Solid Revengeance, jogos que vão agitar o mês de Fevereito, tiveram recentemente suas demos disponibilizadas nas redes PSN e Live e agradaram bastante.
















Contra Indicação:





O último guarda-costas: A enganação já começa pelo título que remete ao filme de sucesso estrelado por Whitney Houston e Kevin Costner. Dirigido pelo roteirista Willian Monaham ( de grandes sucessos como Os Infiltardos) estreia na direção em um filme em que um dos seus maiores erros é exatamente o roteiro. Nem as presenças clasudas de Collin Farrel, Keira Knighteley e Ray winstone salvam.










Bom fim de semana e bom divertimento a todos!!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

...MOMENTOS MARCANTES #2 - OS SERIADOS JAPONESES EXIBIDOS NA TV MANCHETE


...MOMENTOS MARCANTES 2
Seriados japoneses exibidos na TV Manchete.
Por Marlon Fonseca


Quem tem mais de 30 anos não pode negar: assistia avidamente todos os seriados japoneses (chamados em sua terra natal de tokusatsu) na extinta TV Manchete. E foi muito feliz com isso.

Mesmo padecendo de incontáveis e inegáveis defeitos técnicos, Jaspion, Changeman, Jiraya, Flashman, Jiban, Lion Man, Black Kamen Rider e muitos outros animaram a infância da garotada da época 

Foi uma verdadeira febre: foram lançados bonecos, acessórios, discos com a trilha sonora (sim, de vinil), álbum de figurinhas e muito mais produtos dos queridos personagens.
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Quem viveu essa época não esquece. Vamos relembrar juntos??




Não esqueçamos de Ultraman e Spectreman ainda mais antigos mas tão emocionantes quanto(esses foram transmitidos em outros canais):





Obrigado TV Manchete



Digam nos comentários: quais eram os seriados preferidos. Discorram sobre as suas lembranças. Vamos reviver isso juntos.



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Obs: O Autor quando criança chorou horrores com a morte do Ultraman e sua mãe lembra dele até hoje

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

...MOMENTOS MARCANTES #1 - A despedida de um amigo


...MOMENTOS MARCANTES

#1 – A despedida de um amigo.

Por Marlon Fonseca

            
       Inaugurando mais uma seção no blog. “primo-irmão” do “Cenas de Cinema”, no “Momentos marcantes” traremos sequências importantes, emocionantes e marcantes envolvendo games, seriados, animes, etc.

            Para iniciar, trouxemos uma cena marcante do universo dos animes.

            
           Toda despedida é dolorosa. Seja por alguns minutos ou para todo o sempre, o ato de se separar de um ente querido é sempre doloroso. Eis que Eichiro Oda, criador do popularíssimo mangá e anime One Piece elevou essa sensação a outro patamar na ocasião da inevitável despedida do grupo liderado por Luffy do seu, até então, inseparável navio Going Merry.

            Nem o aspecto divertido e cartunesco dos personagens aos prantos, nem o discurso de Luffy se desculpando e criticando seus companheiros consegue apaziguar o verdadeiro sentimento de tristeza da despedida da sequência. As “palavras” de despedida do navio compõem este lírico momento.

            Peguem seus lenços e confiram o funeral de Merry:



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

...GAMES. DMC: Devil May Cry (PS3/XBOX 360)


...GAMES
Opiniões # 26 - DMC: Devil May Cry (PS3/XBOX 360, 2013)
Por Marlon Fonseca



                Devil May Cry, a franquia iniciada no Playstation 2, é uma das mais rentáveis da gigante Capcom e Dante, seu protagonista, um dos personagens mais carismáticos e idolatrados dos games. Mesmo assim, sua produtora, decidiu que tanto a série como seu protagonista deveriam passar por um processo de mudança e renovação para atrair o público ocidental.

            Para o desafio, chamou a desenvolvedora ascendente Ninja Theory que mostrou competência nos cults Heavenly Sword e Enslaved e que encarou com peito aberto a tarefa. Mas, assim que o jogo foi anunciado pela primeira vez, algo incomodou de cara os fãs de longa data: o visual de Dante havia mudado, principalmente seus cabelos que de branco longos passaram a ser pretos em um corte mais curto[1]. Houve uma chiadeira generalizada que só começou a amenizar com o lançamento da (ótima) demo do game.

            Lançado esta semana (com legendas em português e DLC exclusivo na edição nacional), o game finalmente pode ser conferido. DMC: Devil May Cry, é uma espécie de prequel e reboot da série. Conhecemos um Dante mais jovem e sem ciência de seu real passado que acaba por se envolver em uma batalha contra terríveis demônios e a descoberta de sua origem e verdadeira natureza.


            DMC é basicamente um Hack n, slash, linear em sua grande maioria, com muita ação e um visual estupendo. Sua direção de arte é o que mais salta aos olhos do jogador. Seja na paleta de cores escolhida, seja no visual dos cenários e as suas mudanças ao longo de seu progresso[2]. As cutsecenes também estão muito competentes ainda que inexplicavelmente um tom pouco abaixo da excelência mostrada em Ensalved e apresentam uma ou outra queda na taxa de frame.

            Além de se apresentar como um jogo inegavelmente bonito, sua jogabilidade fora preservada e a possibilidade e facilidade de aplicação de combos é imensa. Quanto mais armas são desbloqueadas ao longo das missões, maior esta variedade fica. Há também a possibilidade de aprimorar as habilidades e armas com os pontos conquistados durante as missões.

            A necessidade em alguns casos da utilização entre armas angelicais ou demoníacas para passar de determinada área/inimigo lembra o recente (e ótimo) Ouland, mesmo que esta mecânica esteja muito mais simplificada aqui.

            No quesito jogabilidade o único pecado visível é a ausência de um modo de foco em personagem específico ou um sistema de mira, o que acaba prejudicando um pouco as batalhas quando há seres aéreos e terrestres na arena ao mesmo tempo. Mesmo assim o jogador mais experiente consegue contornar esse aspecto.

            Além do visual do personagem, outra mudança na série que salta aos olhos é a queda da dificuldade do jogo no modo normal. Termina-se o game sem grandes problemas nessa dificuldade. Mas os jogadores ávidos por desafios não foram esquecidos e novas (e mais penosas) dificuldades vão surgindo após o término do game.[3] (A própria Capcom admitiu que o desejo era tornar DMC palatável para todo e qualquer tipo de jogador).


                As batalhas entre os bosses são bacanas e algumas deliciosamente nojentas e divertidas. Os inimigos "comuns" possuem um ótimo visual e variedade de ataques mas são poucos variados entre eles.

A história se desenvolve de forma razoável, muitas vezes até simples, mas acrescenta novos elementos e personagens á série. Devil May Cry nunca foi tão urbano como neste jogo. Dante continua sarcástico como habitual, mas assim como o próprio objetivo do game está em uma jornada de auto reconhecimento e auto afirmação.[4]

DMC: Devil May Cry cumpre sua missão. Inova a franquia com um jogo de ação extremamente competente, bonito e divertido e introduz um novo ponto de partida para o personagem. E o principal é que Dante continua bacana e Devil May Cry ainda se mantém uma das grandes franquias de ação nos games. Ao término do jogo vai ficar aquela vontade de ver para qual caminho o personahgem vai a seguir. Que venha o próximo.

Cotação: 8,5/10

Ficha Técnica: DMC: Devil May Cry (PS3/XBOX 360, 2013). Ação. Capcom e Ninja Theory. Versão testada: PS3.



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Curiosidade:
A produtora levou para o lado positivo as reclamações sobre a mudança do visual do personagem e fez uma rápida brincadeira sobre o assunto logo no começo do game




[1] Imediatamente esse visual ganhou va´ris apelidos dentre eles Rihanna e Débora Fallabela.
[2] As sequências de “distorção” dos cenários nunca cansam.
[3] A mais difícil lembra os velhos tempos da era 8 e 16 bits pois com apenas um golpe de inimigo já é suficiente para matar Dante.
[4] Um dos diálogos finais mostra claramente isso.

domingo, 20 de janeiro de 2013

...CINEMA. Opiniões #50 Django Livre


...CINEMA
Opiniões #50 Django Livre (Django Unchained, USA, 2012)
Por Marlon Fonseca

Em Django Livre, Tarantino continua a nos brindar com suas saladas de referências cinematográficas e musicais, diálogos afiados, humor nonsense em sua particular homenagem aos westerns tendo o espinhoso tema da escravidão como fio condutor.

            Django, personagem que dá nome ao filme vivido por Jamie Foxx[1] (que finalmente volta a fazer algo relevante no papel que por muito tempo era atrelado à Will Smith) é um escravo que é vendido em separado de sua esposa e após um encontro com um caçador de recompensas (materializado por um Cristopher Waltz cínico e impagável, vencedor do globo de Ouro como melhor ator coadjuvante pelo papel) decide procurar a e libertá-la.

            O roteiro vencedor do Globo de Ouro desse ano apresenta três atos diferenciados, mas que compõem a trama geral de forma interligada e interessante e, apesar de contar com os já tradicionais diálogos extensos, se mostra mais contido que o habitual. São raros também os momentos de flashback e a trama se desenvolve em uma linha temporal direta, algo pouco habitual nas obras de Tarantino.[2]

            O humor típico das obras do diretor e roteirista continua presente na maior parte do tempo, mas em Django Livre vislumbramos as cenas mais densas e sérias que Tarantino conseguiu exprimir em sua carreira. Mesmo que o ato final seja uma sucessão de momentos pastiche.
Elenco de primeira e afiado
            Quanto ao elenco, além da dupla principal, temos Leonardo Dicaprio deixando os papéis densos de lado e se divertindo e aterrorizando como o implacável fazendeiro Calvin Candie. Kerry Washington como Brunhilde não só embeleza a tela como consegue passar os momentos de dor, aflição e felicidade de sua personagem com o pouco tempo que tem no filme. Mas o destaque mesmo recai sobre Samuel L. Jackson que, como o odioso Stephen, finalmente deixa o “piloto automático” de lado e apresenta sua melhor atuação desde o pouco visto “Entre o Céu e o Inferno”.

            Divertido e brutal, Django Livre apresenta-se, portanto como um dos melhores filmes e um dos mais “enxutos’ da carreira de Tarantino, que deixa os seus conhecidos excessos para parte final e foca na muito boa história que criou.

            Cotação: 8,5/10

Ficha Técnica: Opiniões #50 Django Livre (Django Unchained, USA, 2012). Western. Direção: Quentin Tarantino. Elenco: Jamie Foxx, Chrstopher Waltz, Leonardo Dicaprio, Kerry Washingtom, Samuel L. Jackson. Duração: 165 min.




[1] Que por sua vez é uma homenagem ao filme homônimo do diretor Franco Nero nos anos 50
[2] Salvando-se apenas um divertido momento envolvendo membros de uma espécie de “pré-klu-klux-klan” com a participação relâmpago de Jonah Hill).

domingo, 6 de janeiro de 2013

...CINEMA. Opiniões #49 - Detona Ralph.


...CINEMA
Opiniões #49 – Detona Ralph (Wreck it Ralph, USA, 2012).
Por Marlon Fonseca


            Cinema e games vivem uma relação curiosa. São os maiores postulantes em arrecadação no mundo do entretenimento, com maior vantagem para o segundo atualmente, e vivem “bebendo da fonte” um do outro.  Nessa geração de games atual, por exemplo, observa-se claramente o cuidado na roteirização das histórias e nas cenas de ação com cunho “hollywoodiano” (alguns jogos até superam os filmes nesse quesito). Já o cinema ainda padece em criar adaptações cinematográficas dos jogos (algo que já foi discutido aqui no blog[1]).

            Mas foi com uma história ambientada no universo gamer, e em forma de homenagem que o cinema melhor se fundiu com os games. Em “Detona Ralph” o vilão Ralph (Dublado originalmente por John c. Reilly com a competência habitual) do game “Conserta Felix”, no aniversário de 30 anos de seu jogo, encontra-se cansado da eterna rotina de ser o indesejado antagonista. Quer ser herói para variar, sair da rotina.

            Ainda que simplória e nem tão bem desenvolvida assim, observa-se na animação essa subtrama da fuga da rotina e da procura e aceitação do seu lugar e espaço no mundo
.
 Mas o que importa mesmo no filme são as referências[2] ao universo gamer. É onde ele brilha de fato e vai agradar principalmente aos jogadores veteranos, os com mais de 30 anos de idade. Desde a ótima trilha sonora remetendo aos “acordes” digitalizados comuns até a era 16 bits, seja nas pontuais participações especiais de personagens conhecidos. Sem contar nas expressões técnicas que permeiam esse universo (o bug, erro de programação em um jogo, é peça chave da trama).


O filme é dotado de referências e participações especiais
do mundo dos games.

O maior problema do filme é quando passa essa fase da homenagem e referência e entra na sua história de fato. Á partir daí cai muito o seu interesse, ritmo e desenvolvimento só ganhando novamente força no seu final de arrancar lágrimas.

A escolha em ambientar a maior parte da história em um só mundo/jogo em uma espécie de “Mario Kart” em um mundo de doces é um pecado, deixando-se de lado outros mundos e gêneros de jogos a serem explorados. Ainda que a interação entre Ralph e sua nova amiga Vanellope (uma fofa) seja tocante e verdadeira, os demais personagens criados para o jogo são esquecíveis.


A amizade de Ralph e Vanellope é outro ponto forte

Outro fato a se lamentar é que os efeitos em 3D poderiam e deveriam ser melhor aproveitados e implementados. Estava aí uma animação que pedia isso, mas ficou aquém das animações mais recentes (principalmente da ótima utilização no muito bom A origem dos Guardiões)

Assim, como paródia e homenagem Detona Ralph é um primor. Como filme independente desses alicerces padece de um desenvolvimento melhor em sua real história ao ponto de sua subtrama passar despercebida a olhos menos atentos. Ralph, Vanellope o vasto mundo dos games merecem ainda mais. Mas foi um bom começo. O resultado geral é um filme agradável e divertido ainda que com sua quebra de ritmo. Que Detona Ralph 2 venha ainda melhor.[3]

Cotação: 7,5 / 10,00

Ficha técnica: Detona Ralph (Wreck it Ralph, USA, 2012). Com as vozes de John c. Reilly, Sarah Silverman, Jane Lynch. Animação. 108 min.

Obs: Não deixem de assistir aos créditos finais onde aparecem os jogos que serviram de homenagem e inspiração ao filme.




[1] http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/06/adaptacoes-parte-3-dos-games-para-as.html
[2] A do cheat code clássico da Konami foi de arrancar lágrimas dos olhos de satisfação.
[3] Uma continuação já foi confirmada, inclusive com a participação de nada mais nada menos que o querido Mario.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Unboxing Nintendo Wii U

UNBOXING NINTENDO WII U



    Em uma parceria do Falando de com a loja Gamemart Niteroi e seu blog, apesentamos esse video onde o nosso editor chefe e redator apresenta o novo videogame da Nintendo. Filmado diretamente da loja de Niterói. Confiram:



Em breve traremos um video focando nas funcionalidades do aparelho e uma olhar sobre alguns dos jogos da leva inicial do console.