sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Dicas da Semana #23 - 17/08/2012


Dicas da Semana/Contra-indicação  #23  - 17/08/2012
Por Marlon Fonseca



CINEMA

O Vingador do futuro: Colin Farrel, Kate Backinsale e Jesica Biel estrelam essa nova versão do conto de Philip K. Dick e que já teve uma versão de muito sucesso na década de 90 estrelada por Schwarzenneger e Sharon Stone.
            Aguardem amanhã o nosso “opiniões” sobre o filme.








360: O diretor Fernando Meirelles dirige este longa com um elenco estrelado e internacional. Seguindo o estilo de várias histórias paralelas, e de gêneros variados.
Um divã para dois: Maryl Streep e Tommy Lee Jones formam um casal que decide procurar um terapeuta, vivido por Steve Carrel, para ativar o relacionamento.










DVD/BLU-RAY:

Jovens Adultos: Charlize Theron se une ao diretor e a roteirista de Juno para contar a história de um escritora que aos 37 anos decide voltar à cidade natal para reconquistar seu antigo namorado, casado e com filha recém-nascida. Misto de comédia e drama em um filme acima da média.









Jogos vorazes: um retumbante sucesso dos cinemas e um filme muito mais interessante do que aparentava. Dê uma chance a ele.
            Confira o nosso “opiniões” sobre o filme: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/03/cinema-opinioes-18-jogos-vorazes.html








Paraísos Artificiais: tomando como pano de fundo a época das festas raves este filme traz uma intricada história de amor.









Netflix:

Meu Malvado favorito: Divertida animação. O protagonista é Groo um super-vilão que em meio ao seu plano de roubar a lua(??) acaba se envolvendo com menininhas órfãs.










Bugsy: Filme que fez muito sucesso na década de 90. Warren Beatty e Annete Benning incendiaram as telas nesse filme que conta a história de um gangster que controla o jogo em Nevada e seu envolvimento com uma estrela de cinema.









GAMES:
            Depois de alguns meses com poucas novidades, o mercado de games volta a aquecer. Agosto está repleto de lançamentos interessantes.

Darksiders 2(PS3/Xbox 360): Continuação do game de sucesso. Dessa vez, o protagonista é o cavaleiro do apocalipse Morte que tem o objetivo de honrar o seu irmão Guerra, protagonista do jogo anterior. Para tanto, percorrerá vários calabouços e enfrentando terríveis criaturas.
            Já estamos testando o game e em breve contamos tudo para você.





Sleeping Dogs (PS3/Xbox 360): Depois de váriso problemas de produção e um pouco desacreditado, este game estilo GTA vem sendo muito bem elogiado pela critica especializada. Nele, controlamos um policial disfarçado que se envolve no submundo de Hong Kong.
            Aguardem análise em breve.








Transformers: Fall of Cybertron (PS3/Xbox 360): continuação direta do aclamado e ótimo Tranformers: war for Cybertron. A batalha entre Autobots e Decepticons promete ser ainda mais caprichada do que no game anterior.
            Análise em breve.








New Super Mario Bros 2 (3DS): Os irmãos Mario e Luigi estão de volta ao 3DS seguindo a série New Suiper Mario Bros que remonta ao estilo dos jogos clássicos. Percorra os mundos e fases atrás de moedas nesse game que já é um sucesso de vendas.
            Análise em breve.









CONTRA-INDICAÇÃO:

O Babá(ca): Péssima comédia estrelada por Jonah Hill. Sujeito (Hill) á toa na vida decide ser babá dos filhos de um casal rico para ajudar sua mãe e, além de penar na mão das crianças, acaba se envolvendo com um esquisitíssimo traficante. O filme é sem graça, grosseiro e intragável de aturar. As crianças são horríveis em todos os sentidos possíveis. Sam Rockwell como o tal traficante está pagando o maior “mico” de sua carreira. Fuja!!!





BOM FINAL DE SEMANA!!!!!
BOM DIVERTIMENTO A TODOS!!!!!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #25 - Gravity Rush (PS Vita)


...GAMES
Opiniões # 25 – Gravity Rush (PS Vita)
Por Marlon Fonseca

            Gravity Rush estava sendo desenvolvido para outra plataforma, quando os produtores e programadores viram no Vita o lugar perfeito para roda-lo. Sorte dos possuidores do portátil, pois o game é um dos mais interessantes e inovadores dessa primeira leva de lançamentos.

            Ambientado em um universo próprio, o game é protagonizado por Kat, uma “mutante da gravidade” sem memória que acaba se envolvendo em uma aventura para salvar sua cidade, Hekseville enquanto descobre vários mistérios. Trata-se de uma história claramente focada para o público Oriental. É boba em algumas partes e diálogos e cheia de furo, mas pelo menos não irrita.

            O ponto inovador do game é a sua mecânica que “brinca” com os efeitos da gravidade. Kat, graças à ajuda de Dust seu misterioso gato, pode quebrar toda e qualquer lei da gravidade, se locomovendo livremente para qualquer parte do cenário.

            Para que essa mecânica funcionasse, tanto a câmera como a jogabilidade tinham que ser precisas. E são na maioria das vezes, além de mais simples em sua execução do que se esperava Em momentos, mas rápidos o jogador pode (e provavelmente irá) se perder um pouco, mas nada que incomode a experiência.

            Dividido por capítulos e com estrutura de jogo em mundo aberto, o game contém as missões da história e missões de desafio. Para desbloquear mais desafios, o jogador deverá percorrer o mapa e “consertar” determinadas áreas da cidade. Cada área consertada desbloqueia um novo desafio.

            Coletando joias, seja pelo cenário seja as ganhando nos desafios, podem-se melhorar as habilidades da Kat. Ao longo do jogo três poderes especiais serão encontrados.

            A campanha dura em torno de umas dez horas e as missões principais são variadas. Se no início os capítulos terminam rapidamente, quando o jogo avança eles passam a demorar um pouco mais para serem completados. Mas não é um jogo difícil, dá para termina-lo, inclusive, sem morrer (o game possui dificuldade única). O que vale mesmo é curtir essa nova experiência.

            Os gráficos em Cel Shadding, muito bem trabalhados e com uma bela e variada paleta de cores, transformam o jogo numa espécie de Anime jogado. Ou mangá, pois as cenas de história são apresentadas em formas de quadrinhos que podem ser passadas utilizando-se a tela de toque. A trilha sonora compõe bem o clima, ainda que repetitiva.

            Ao lado de Uncharted: Golden Abyss, Gravity Rush é o jogo mais importante para o vita até o momento. É obrigatório para os possuidores do portátil e para qualquer jogador que anseia por algo inovador. Embarque nessa ótima aventura e desafie a gravidade ao lado de Kat.

            Cotação: 4/5

            Ficha técnica: Gravity Rush (PS Vita). Aventura. Produtora e distribuidora: SCE (Sony Computer Entertainment). Data de lançamento: 12 de Junho de 2012 nos EUA.

Observações:
- O game possui legendas em Português do Brasil.
-Já foram lançadas três DLC,s com novas aventuras e a curiosidade é em razão das imagens de sues troféus. Juntas formam um desenho de Kat com a nova roupa da respectiva aventura. Confiram: http://www.ps3trophies.org/game/gravity-rush/trophies/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #24 - Mortal Kombat (Vita)


...GAMES
Opiniôes #24  - Mortal Kombat (Vita)
Por Marlon Fonseca

                No ano passado a Netherealms Studios conseguiu com êxito revitalizar a sua franquia mais famosa e um das mais importantes nos games com Mortal Kombat. Sucesso, de público e crítica, o jogo apresentou uma história sólida (que chegou a concorrer em prêmios nessa categoria) e várias opções de jogo. Não é exagero dizer, portanto, que é o Mortal Kombat definitivo até o momento.

            A versão do PS Vita lançada há pouco tempo é relativa à Komplete Edition dos consoles que vem com os personagens lançados por DLC (inclusive Freddy Krueger), skins clássicas, etc. Há ainda novas funcionalidades exclusivas para esta versão do portátil da Sony. Vamos nos ater a elas nessa análise.

            Primeiramente, quanto aos quesitos técnicos, apesar de todo o jogo estar presente nesta versão,os gráficos in game caíram bruscamente de qualidade se comparados aos dos consoles. Já as cutscernes em CG são bastante similares às versões mais potentes. Mas o jogo roda a 60 frames por segundo de forma “lisa”, sem quedas.

            A jogabilidade permanece intacta, e os controles analógicos e digital e os botões respondem bem quando acionados. Aqui há o primeiro acréscimo da versão: a tela de toque pode ser utilizada para a aplicação dos fatalities. Para isso, “desenhe” os comandos do golpe por cima da pobre vítima. A resposta é precisa.

            Uma das grandes sacadas desse MK, a torre dos desafios, está de volta e traz novas missões exclusivas para o Vita. A grande maioria usa e abusa da tela de toque e do giroscópio do portátil. Assim,a vida útil do game se estende ainda mais.

            Outra novidade é a utilização da Realidade Aumentada. Assim como no game Reality Fighters, os jogadores e as lutas podem ser “transportados” para qualquer lugar utilizando-se a câmera traseira do aparelho. É uma “perfumaria” apenas, mas é divertido.

            Mortal Kombat (ou MK 9 como alguns gostam de chamar) é um grande atrativo para o PS Vita, ainda que tenha sofrido uma queda acentuada nos gráficos. Os muitos modos de jogo geram uma longevidade bastante alta. Leve as sangrentas lutas da melhor versão da história do MK para onde quiser.

            Cotação 5/5  (9/10)

            Ficha Técnica: Mortal Kombat (PS Vita). Luta. Produtora: Netherealms Studios. Distribuição: Warner Games. Data de lançamento desta versão: 01 de Maio de 2012.


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Em Breve: Opiniões #25 - Gravity Rush. um dos exclusivos mais importantes para o Vita está sendo testado pelo "Falando de..." e muito em breve publicaremos sua análise. Fiquem ligados.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

...CINEMA. Opiniões #46 - À Beira do Caminho


...Cinema
Opiniões #46 – À Beira do Caminho (Brasil, 2012).
Por Marlon Fonseca

            
               O diretor Breno Silveira já emocionou o Brasil com 2 Filhos de Francisco. E agora com À Beira do Caminho tenta repetir a dose.

            Nele, o espectador vai acompanhar a história do caminhoneiro João. Amargurado, leva a vida carregando mercadorias pelo Brasil ao som de Roberto Carlos. Ao cruzar com o menino “Duda” se vê obrigado a enfrentar seu passado.

            Silveira utiliza-se de dois expedientes interessantes para contar esta história. A utilização de músicas de Roberto Carlos ao longo do filme (o diretor diz que a trama do filme foi baseada em suas músicas e se percebe esta inspiração em alguns pontos da trama de fato) e a aparição pontual de frases de para-choques de caminhão.

O aspecto mais importante do filme, porém, é o fato de o protagonista ser totalmente imperfeito. Fechado, monossilábico, alcóolatra, João encontra no jovem Duda um catalisador para aos poucos e enfim realizar atos e sentimentos perdidos no caminho. João Miguel, seu intérprete, revela suas nuances de forma impecável.

Utilizando de estrutura narrativa entrecortada, aos poucos, vamos conhecendo o que de fato levara João a se exilar pelas estradas do Brasil enquanto o relacionamento entre ele e o menino vai se desenvolvendo. Roteiro e montagem neste sentido se saem muito bem.

O único fator que incomoda no quesito roteiro é certa incoerência por parte da personagem Rosa defendida por Dira Paes (com a sua competência habitual). Apesar de ser “engrenagem” importante em toda a história, sua participação efetiva é mal trabalhada.

O estreante Vinícius Nascimento se sai muito bem como o menino Duda. Seu olhar expressivo e seu sorriso contido ante os percalços que já enfrentara na vida são um show à parte.

É um filme bonito, que emociona, mas não chega a ser um dramalhão. Esta emoção pontual, sem ser explícita, também colabora positivamente para a sua apreciação.

Uma trama sobre erros, escolhas e caminhos. Caminhos que aparentemente diferentes e afastados e ao se cruzarem formam outros caminhos.

                Cotação: 4/5

                Ficha Técnica: À Beira do Caminho (Brasil, 2012). Drama. Direção: Breno Silveira. Elenco: João Miguel, Dira Paes, Ludmila Rosa, Ângelo Antônio, Vinícius Nascimento. Duração: 102 min.

domingo, 12 de agosto de 2012

Cenas de Cinema Especial Dia dos Pais


Cenas de Cinema Especial - Dia dos pais.
Por Marlon Fonseca

            Assim como feito no dia das mães, o “Falando de...” presta uma homenagem aos pais relembrando alguns dos pais mais marcantes em cinema, seriados e games.


Cinema:

Darth Vader:  Anakin Skywalker resolveu trilhar o lado negro da força, abandonando seus filhos. Anos mais tarde foram eles os responsáveis pela sua redenção.







Pai do Nemo: Viúvo e tendo que cuidar de seu filho, Marlin, ainda tem que correr atrás do seu filho desaparecido em uma das mais divertidas animações de todos os tempos.







Pai do Jim: Durante toda a “saga American Pie”, o pai do Jim sempre aparece dando os conselhos mais desajeitados já vistos. No último filme, porém ,o papel se inverte e Jim age da mesma forma atrapalhada.





Thomas Wayne: Se a morte de seus pais foi o motivo catalisador da incessante luta contra o crime imposto por Bruce Wayne, foram os conselhos de seu pai, em vida, que o tornaram um homem digno. Afinal de contas nos caímos para nos levantarmos.







Séries:

John Winchester: O patriarca da família Winchester possuía um dos “empregos” mais sinistros do mundo: caçar demônios e seres sobrenaturais. Seu desaparecimento e posterior morte foi essencial para a reunião de seus filhos e a continuidade de seu trabalho.









Rick: Cuidar de um filho já não é fácil nos tempos de hoje. Imagina, então, em meio à uma apocalipse zumbi. O Xerife Rick de The Walking Dead tem muito trabalho ao passar para seu filho Carl noções de sobrevivência e força para enfrentar esta nova realidade.





Alan Harper: Ser pai do Jake não é nada fácil, mas em contrapartida ser filho do Alan também não é.





Homem Simpson: Precisa dizer alguma coisa sobre ele?








Games:

Darth Vader: Realmente Vader não tem traquejo para a paternidade. Além da luta contra seus filhos, resolveu adotar o filho de um inimigo e torna-lo seu aprendiz no game Star Wars: The Force Unleashed. O resultado? Mais um que se rebelou contra ele.


FELIZ DIA DOS PAIS!!!!!



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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dicas da Semana/Contra-indicação #22 - 10/08/2012


Dicas da Semana/Contra-indicação  # 22 – 10/08/2012
Por Marlon Fonseca



CINEMA:

À Beira do Caminho: Breno Silveira, que dirigiu 2 Filhos de Francisco, traz mais uma história emocionante pelas estradas do Brasil. O diretor utiliza músicas de Roberto Carlos para auxiliar a contar a história do caminhoneiro João que ao conhecer o jovem Duda terá o seu destino mudado.
            O “Falando de” irá conferir e em breve contará para você.









DVD/BLU-RAY:

Projeto X: Utilizando-se do expediente de falso documentário, o filme mostra três amigos organizando e depois curtindo uma festa de arromba na casa de um deles. Logicamente, tudo sai do controle e gera uma bagunça como nunca vista. A parte final do filme é exagerada, mas extremamente divertida.
            Mas PELO AMOR DE DEUS NÃO REPITAM ISSO! Olha o que acontece com quem tenta: http://www.cineplayers.com/noticia.php?id=8758






Guerra é Guerra: Reese Whiterspoon, Chris Pine e Tom Hardy estrelam esse divertido triângulo amoroso neta comédia de ação.
            O “Falando de” o conferiu no cinema e assim o “opinou”: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/04/cinema-opinioes-23-guerra-e-guerra.html







Thundercats (primeira temporada): O clássico desenho da década de 80/90 ganhou uma elogiada nova versão. Fo lançado na semana passada dvd com a primeira parte da primeira temporada. Em breve falaremos sobre ela.










NETFLIX:

A Fistfull of Dollars (Por um punhado de dólares): Western clássico estrelado por Clint Eastwood e dirigido por Sergio Leone. Um pistoleiro aceita trabalhar para gangues e acaba colocando duas facções rivais em guerra.










Um drink no Inferno: Primeira parceria de Robert Rodriguez com Quentin Tarantino que fez um grande sucesso em 1996. Assaltantes em fuga param em um bar misterioso que se revelará um terrível covil de vampiros.











CONTRA-INDICAÇÃO:

            12 Horas: Nem a beleza e o talento de Amanda Seyfried salvam esse filme do fracasso. Um suspense que em nenhum momento prende atenção, com roteiro muito mal cuidado e um clímax sem a menor emoção. 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

...GAMES. Opiniões #23 - Max Anarchy (Anarchy Reigns - PS3/Xbox 360)


...GAMES
Opiniões #23 – Max Anarchy (Anarchy Reigns – PS3/XBOX 360)
Por Marlon Fonseca

                A produtora Platinum Dunes tem uma curta, porém marcante história nos games. Seus únicos jogos lançados até o momento (distribuídos pela clássica SEGA) foram muito bem recebidos pela indústria e jogadores. Bayonetta foi um estrondoso sucesso e Vanquish uma pérola que deve ser descoberta. Agora com esse Max Anarchy (lançado somente no Japão e que no ano que vem sairá nos EUA e Europa com o nome de Anarchy Reigns) a empresa tenta se firmar ainda mais no mercado.

                Ambientando em um universo de fantasia habitado por homens que possuem aspectos robóticos, o jogo foca a história de dois personagens (Leo um agente de um Bureau e Jack um mercenário de bom coração) atrás de um mesmo objetivo: caçar o renegado Max, um ex-agente que aparentemente enlouqueceu.

                Trata-se de um beat em up com toques de “mundo aberto” que tenta trazer algumas inovações ao gênero. A campanha pode ser jogada por dois lados. O “lado branco” protagonizado por Leo e o “lado negro” protagonizado por Jack. Ambas as histórias em um dado momento do jogo se interligam. A produtora prometia uma campanha single player de mais de dez horas de duração. Termina-se o jogo, porém, por volta de umas cinco horas, mas mesmo que em dado momento as história se liguem, para alcançar todo o seu aspecto, tem que se jogar novamente com o lado que não escolhera anteriormente, o que acaba por alcançar o número de horas prometidas.

                Dividido por capítulos, em cada um há missões livres e missões principais ao redor de seu “mapa” (bem pequeno). Mas elas não aparecem de imediato no cenário. Para desbloqueá-las deve-se alcançar um determinado número de pontos.

                O ritmo do jogo é frenético e exagerado. Há uma variação boa de missões e principalmente de inimigos, acima da média da grande maioria de jogos desse estilo. Também há itens espalhados pelos cenários que servem como armas, sendo que cada um possui um efeito e animação diferentes nos personagens. Em alguns momentos do jogo, certos eventos acontecem para dar mais emoção como bombardeio de aviões no cenário, tempestades de areia, etc

                A jogabilidade é boa e os combos saem com muita facilidade. Somente o sistema de “mira” pode falhar em alguns momentos. . Infelizmente não há sistema de progressão de habilidades e atributos, ficando esta limitada somente ao desbloqueio de certas habilidades para se jogar no modo multiplayer.

                Os gráficos estão muito bons principalmente nas cutscenes em CG. O visual dos personagens (bastante exagerado também) é bem bacana e estes são muito bem definidos e detalhados ,ainda que apresentem uma animação limitada e muitas  das vezes endurecida.

                O multiplayer, novidade entre os jogos da empresa, possui várias modalidades como Battle Royale, Death Match, Survvival mode entre outros, podendo ser jogados em até 16 pessoas online. Como o gênero ainda não possui tantos jogos com esta modalidade ele acaba por ganhar uma "sobrevida" maior.

                Max Anarchy não chega ser briilhante como os anteriores jogos da produtora, mas também não manchará sua crescente reputação. Simplifica alguns aspectos e inova outros no gênero do beat em up e apresenta-se competente e divertido, ainda que curto.

                Cotação: 4/5

             Ficha Técnica: Max Anarchy (Anarchy Reigns – PS3/XBOX 360). Beat em up. Ação.Pdodutora: Platinum Dunes. Distribuidora: Sega. Data de lançamento: 05 de Julho de 2012 no Japão e 2013 EUA e Europa (sem data definida)

                Obs: A versão japonesa vem com código para um DLC gratuito para a utilização da Bayonetta no Multiplayer.