quinta-feira, 14 de junho de 2012

...GAMES. Opiniões #14 - Ghost Recon: Future Soldier


...GAMES
Opiniões #14 – Ghost Recon: Future Soldier (PS3/XBOX 360)
Por Marlon Fonseca



           
O universo de ação, táticas e espionagem do escritor Tom Clancy[1] continua movimentando o mundo dos games. A equipe tática de operações especiais secretas Ghost Recon retorna em mais uma empreitada. Neste Future Soldier, o jogador terá a disposição o que há de mais moderno em armamento e acessórios, além de outros que provavelmente aparecerão em um futuro próximo (daí o título).

A história do jogo mostra o esquadrão Ghost Recon enfrentando um ditador russo e a sua tentativa de tomada do poder em seu país.





Durante as 10 horas de campanha, o jogador, sozinho ou em cooperação com até mais três pessoas, invadirá territórios inimigos para resgatar pessoas importantes e/ou atrás de informações. Depois de concluída a missão, o esquadrão ainda deverá dirigir-se ao ponto de remoção dando uma total visão de como é uma operação deste tipo realmente.

A história não é lá grandes coisas e as missões acabam por ser pouco variadas: infiltração em algum lugar, busca por alguma pessoa, remoção, etc. Mas a ação do jogo e os momentos cinematográficos (algo que se tornou comum neste tipo de game) vão manter os jogadores firmes e interessados até o final. Também há objetivos extras durante as missões como matar tantos inimigos com determinada arma, não atingir civis, etc.

A Jogabilidade não é mistério algum para quem já passou por esse tipo de game ou mesmo para quem está iniciando agora. As missões variam entre momentos obrigatoriamente stealth e outros onde ocorrem tiroteios agressivos. A transição entre as coberturas é extremamente dinâmica o que facilita a movimentação entre os pontos dos cenários.

Alternância entre tiroteios cadenciados e ação cinematográfica

A inteligência artificial dos seus companheiros é bastante competente, o que é essencial para este tipo de jogo. Seus aliados movimentam-se e atacam seus inimigos de forma independente, inclusive indicando onde os inimigos estão no mapa e quais armamentos estão utilizando. Os inimigos seguem este mesmo parâmetro, pois se mexem o tempo todo no cenário, se organizam entre eles, etc.

Esse aspecto é importantíssimo para o game, pois, em razão dele, a ação fica sempre variada e cada tiroteio vai exigir uma estratégia e movimentação diferentes. Nos momentos stealth você poderá marcar até quatro inimigos para que sejam abatidos simultaneamente, o chamado “tiro sincronizado”. Nos momentos de mais ação esta marcação servirá para destacar os inimigos mais ofensivos, tornando-os o foco dos ataques de seus aliados.

Para enfrentar as missões, o esquadrão conta com as mais variadas armas e acessórios. Óculos de visão noturna, mira com raio-x, granadas com sensores de movimentos, roupas camufladas que o tornam “invisível” ao inimigo e o mais bacana de todos: drones. Com eles, você poderá sobrevoar a área para marcar os inimigos ou percorrer o solo com este mesmo objetivo ou para outras ações requeridas durante o jogo. As armas podem ser escolhidas antes de cada missão e customizadas livremente através do gunsmith.

Tela do gunsmith
Os Gráficos estão muito bonitos e detalhados beirando em vários momentos o foto realismo. Os Cenários seguem este parâmetro, sendo bastante variados e amplos. Efeitos de explosão, fogo e água também estão muito bonitos. Curiosamente as cutscenes que aparecem entre as missões estão um nível abaixo, parecendo mais cartunescas, ao passo que os gráficos in game estão bastante realistas.

O Som também está muito bem realizado. Os efeitos de explosão e tiros estão excelentes chegando muito perto da excelência de Battlefield 3 neste aspecto. Os diálogos entre aliados e inimigos durante o combate ajudam na imersão do jogo.

Mesmo com essas qualidades técnicas, o jogo não está livre de incômodos bugs, principalmente nos momentos em que se tem que agrupar com os aliados.[2]

Além do modo campanha o jogo possui um modo chamado Guerrilha. Nele, até quatro jogadores enfrentam ondas de inimigos pelos cenários. Modo que vem se tornando comum neste tipo de jogo.

            Logicamente, o jogo vem com multiplayer competitivo, mas em razão da saturação do mercado para este tipo de modalidade, não há muita novidade. Jogar a campanha em co-op, aí sim, é bem mais divertido.

            Com uma campanha competente, ainda que falhe na sua história, e repleto de momentos cinematográficos e ação estratégica Ghost Recon Future Soldier é um jogo que agrada bastante e está um degrau acima no gênero. Os mutiplayer não inovam, mas divertem, mas jogar a campanha é co-op é extremamente divertido.

Cotação:  (4/5)

Ficha Técnica: Ghost Recon: Future Soldier (PS3/XBOX 360). Guerra. Ação. Produtora: Ubisoft. Data de lançamento: 22 de Maio de 2012 nos EUA e na primeira semana de Junho no Brasil. Versão Testada: PS3 (Signature Edition)

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Obs:
Capa da Signature Edition
- Para os entusiastas em localização, a Ubisoft mais uma vez disponibilizou o jogo com legendas e menus em português.

-Estão disponíveis tanto no Brasil como no exterior as edições comuns e a signature edition que vem com mais alguns conteúdos extras.

- A versão do PS3 exige uma instalação de 6,5 GB.


[1] É dele a série literária que conta as aventuras do agente Jack Ryan que também já foi transportada para os cinemas. Nos games as séries Splinter Cell, Raibow Six, H.A.W.X e Endwar também estão sob sua “batuta”.
[2] Para evita-los, tente ser o último a chegar nos pontos de agrupamento.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

...GAMES. Opiniões #13- Game of Thrones


...GAMES
Opiniões #13 – Game of Thrones (PS3/XBOX 360/ PC)
Por Marlon Fonseca




            A saga das Crônicas de Gelo e Fogo é um estrondoso sucesso literário e já dominou a televisão mundial com a série Game of Thrones. Agora chegou a vez de aportar aos games na forma de um RPG.

            Co-escrito pelo próprio George R.R Martin, escritor dos livros, o game se passa em eventos anteriores e paralelos à história dos livros e da série. Nele o jogador controlará dois personagens: Mors Westford, um veterano membro da guarda da noite e Alester Sarwyck um lorde de volta às suas terras após quinze anos de auto-exílio.







            O forte do jogo sem dúvida alguma é sua história. Ambos os personagens possuem background emocional interessante que, ao avançar do jogo, vai se revelando cada vez mais. É a história de ambos, a mistura entre elas e os acontecimentos da saga que vai manter o jogador interessado até o seu final.

            História esta que é afetada pelas escolhas morais feitas no seu decorrer. Outro aspecto interessante do jogo, algo normal nos RPG´s modernos.

            Nas mais de 20 horas de jogo, a jogabilidade consiste em percorrer os cenários pouco inspirados e pequenos atrás das quest´s principais e secundárias, falar com personagens que venham pelo caminho e volta e meia entrar em combate. Alguns personagens clássicos aparecerão (alguns até usando a imagem e a voz de seus atores do seriado) ou serão citados.


Os protagonistas Mors...





            

...Alester...












...e outros personagens já conhecidos do público


             Algumas sidequests influenciam diretamente na história principal então é bom ficar atento a elas.

            O combate é pouco inspirado e bastante sem graça. Pode-se se tornar a ação lenta com o R1 para que o jogador possa determinar o tipo de ataque ou defesa de seu personagem. Nos combates mais complicados, principalmente ao final do jogo isto será de extrema importância.  Quando jogando com Mors, ainda há a possibilidade de usar o seu fiel cachorro para farejar pessoas e itens importantes como atacar seis inimigos (servindo como uma espécie de ataque stealth). Esse aspecto só é interessante na primeira vez que se usa, ficando chato e repetitivo no decorrer do jogo.

Apertando R1 durante o combate a ação fica lenta
e aparece a lista de golpes especiais

            No quesito evolução de personagens ela se dá de forma lenta, pois em média sobe-se de nível em média uma vez por capítulo. A cada nível aumentado, distribui-se pontos em suas habilidades e aumenta a sua “árvore” de poderes de ataque, defesa, etc. O jogo ainda possui com uma variação de respeito de armas e armaduras.

            Mas o aspecto negativo do jogo fica mesmo na sua parte técnica. Os gráficos são simples, sem muita inspiração e as animações dos personagens “duras” e sem graça. Os cenários extremamente repetitivos e pouco variados. A trilha sonora se beneficia da utilização da deslumbrante música tema do seriado na abertura, mas a trilha in game é, na esmagadora maioria das vezes, sem graça. Nesse aspecto, há inclusive um defeito grave que consiste na falha de sons e diálogos ocasionais. Loadings demorados também contribuem para este aspecto negativo.

            Simples e repetitivo em sua execução, mas com uma história poderosa, Game of Thrones não faz jus à série e livros por completo nem tem competência para bater de frente com os RPG´s de ponta do mercado. Mas se você começar a jogá-lo, vai querer superar todos esses defeitos e chegar aos surpreendente e satisfatório final.        


Cotação:  (3/5)


Ficha Técnica: Game of Thrones (PS3/XBOX 360/ PC). RPG Desenvolvedora: Cyanide. Produtora: Atlus. Lançamento: 15 de Maio de 2012. Versão testada: PS3.



Versão testada:

            Além da versão com apenas o game, fora vendido nos EUA uma versão pelo mesmo preço que contém um belíssimo artbook do jogo. Esta foi a versão que nós testamos.
            Agradecimentos à Razorgames Brasil que nos trouxe esta versão prontamente.

sábado, 9 de junho de 2012

...CINEMA. Opiniões #32 - Prometheus


...CINEMA
Opiniões # 32 – Prometheus (Prometheus, USA, 2012).
Por Marlon Fonseca




          Prometheus marca o retorno de Ridley Scott ao universo de Alien que ele mesmo estabeleceu há mais de 30 anos. Cercado de expectativas e mistérios quanto ao seu desenvolvimento é chegada a hora de conferir o seu resultado e de que forma contribui para a franquia.

     Na trama, um grupo de cientistas e exploradores a bordo da nave Prometheus busca, em um sistema solar distante, pistas sobre as origens da vida. Mas, além disso, podem encontrar algo muito perigoso.

Agindo ao mesmo tempo de forma independente e como um prelúdio para toda a franquia Alien, a história é interessante e possui muito mais ligação com o universo dos seres xenomórficos do que se suponha.

            O primeiro aspecto do filme que se destaca é a sua escala grandiosa. Cenários, figurinos, efeitos especiais de altíssima qualidade e que compõem com extrema competência o clima do filme. Na direção de arte, inclusive, é visível a inspiração ao trabalho do designer H.R Giger do Alien original. O fato de contar com o talento e a experiência de Scott na direção aumenta ainda mais o seu pedigree.

            O ritmo do filme é bastante cadenciado, lento, lembrando, neste sentido, os filmes da década de 70 e 80 e contrapondo-se aos tempos atuais de produções frenéticas e aceleradas. Tal fato serve ao propósito na formação da atmosfera e ambientação da história e para que as revelações surjam aos poucos tanto para os exploradores como para os espectadores. Aos poucos este ritmo vai crescendo até a chegada do clímax.

            Esse aspecto pode aborrecer parcela do público já desacostumada com esse tipo de ritmo, mas o filme falha mesmo é no desenvolvimento e relacionamento dos personagens. Enquanto a produção deslumbra e o ritmo mantém a ambientação e a curiosidade do espectador, os personagens são muito pouco interessantes. Incomoda, também, o fato de algumas situações que aparentemente teriam importância para a trama serem afastadas sem motivo ou solução aparente e/ou convincente.

            E isso não deixa de ser um pecado perante a qualidade do elenco que faz uma mescla entre atores mais tarimbados e experientes com talentos em ascensão. Curiosamente, o personagem mais bem desenvolvido é o andróide David de Michael Fassbender, seu conflito entre querer ser humano e ao mesmo tempo desprezar a sua raça criadora é tratado de forma sutil, mas contundente, dando ecos, inclusive, de outra obra prima de Scott, Blade Runner. Guy Pearce (irreconhecível para muitos) e Charlize Theron fazem o que podem com seus personagens ainda que padecendo de seu fraco desenvolvimento do roteiro. Noomi Rapace segura bem a responsabilidade de encarar a sua primeira protagonista de um filme de Hollyoowd[1]  e sua religiosidade contrapondo a sua formação científica também é tratada de forma sutil. Idris Elba e Logan-Marshall Green também fazem o que podem com seus personagens.
                       
            Ainda que possua esta falha no desenvolvimento dos personagens, o resultado é um filme bastante competente. Uma produção que mesmo cercado de um aspecto visual fortíssimo, não se escora nela e a utiliza para acertar em sua ambientação.

O uso do 3D surpreende positivamente e, apesar de não ser obrigatório para viver a experiência do filme, ele a amplia em vários momentos soando uma conversão mais competente do que se esperava.

No quesito ligação com a franquia Alien, tal qual o desenvolvimento do filme, ela vai aparecendo aos poucos durante a expedição e ficando mais evidente mais para o final do filme.

Mas o filme, apesar de responder algumas perguntas que estavam soltas desde o primeiro filme, não se engessa no que já fora criado nesse universo e o amplia trazendo novos elementos e personagens importantes como os “engenheiros”[2], além de criar novas perguntas e mistérios.

Assim, Prometheus resulta não somente em um filme que compõe bem a mitologia da série Alien como também em uma ficção científica com vida própria e inegável classe, algo que não se via há algum tempo no gênero.


        Cotação:  (4/5)

        Ficha técnica: Prometheus (Prometheus, USA, 2012). Ficção Científica. Direção: Ridley Scott. Elenco: Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron, Guy Pearce, Idris Elba e Logan-MarshallGreen. Duração: 124 min.



[1] Para quem ainda não sabe, ela foi a Lisbeth Salader da trilogia Millenium sueca e participou de Sherlock Holmes 2- O jogo das sombras.
[2] Ridley Scott sempre ao falar deste filme relatava que não só iria explicar quem era o “Space Jockey” (figura emblemática do primeiro filme ainda que tenha aparecido em apenas uma brevem mas marcante, cena) como desenvolve-lo e de fato o fez.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

...SÉRIES. Opiniões.Ultimo episódio da segunda temporada de Game of Thrones


...SÉRIES
Opiniões -  Episódio final da Segunda Temporada de Game of Thrones
Por Marlon Fonseca



            No Domingo que passou encerrou-se mais uma temporada de Game of Thrones. Como de costume em uma série deste porte e já com bastante material à frente, o último episódio apontou mais os caminhos para a terceira temporada.

            Começamos já descobrindo que, para alegria geral do público, Tyrion não tombou definitivamente em batalha. Porém, a cicatriz em seu rosto foi a menor de suas preocupações pós batalha. A perda do seu cargo de Mão do Rei e suas regalias foi ao mesmo tempo uma traição de seu pai e vingança de sua irmã. O que será dele agora?


Ferido no corpo e na alma

            Em King´s Landing, a vida de Joffrey tende a ficar mais complicada com o seu tio atuando como a Mão. Além disso, o casamento com Margaery não será somente de prazeres como ele pensa. Ela é perigosa e deseja fortemente o poder. Uma personagem que com certeza crescerá na próxima temporada.

            Diante desta situação Sansa fica com a situação ainda mais delicada e provavelmente precisará do seu novo aliado: o cão. Petyr Baelish (Littlefinger) e Lord Varys (a aranha) continuam com as suas tramóias pelo reino em uma acirrada disputa de intrigas.

A dupla da intriga

            A queda de Winterfell e a morte de um personagem simpático ao público resultaram no momento mais triste do episódio. Já Theon Greyjoy chega a cair em um dilema sobre toda a sua conduta, mas acaba por sofrer sua derrocada.

            Ainda na casa Stark tivemos Robb se casando escondido, fato que com certeza lhe trará toda a sorte de conseqüências no futuro. Arya e Bran continuam respectivamente como fugitivos e Jon Snow se vê obrigado a matar um amigo para ganhar a confiança dos selvagens.

            Stannis Barathein mostra estar cada vez mais tendente ao lado negro.

            O episódio termina de forma contundente ao mostrar mais uma demonstração do crescimento da força de Daenerys e seus dragões e ao apontar a chegada do temível exército dos Outros.


Poder em ascensão











O perigo se aproxima

            Muita coisa ainda vai acontecer. Novos personagens surgirão.

            E vocês? O que estão achando da série até o momento? Qual personagem é o mais interessante?

                 


Enquanto isso...


            A Segunda temporada de Game of Thrones terminou, mas a Quinta temporada de True Blood começa neste Domingo também na HBO. Se você gosta da série não deixe de acompanhar os comentários sobre ela aqui no “Falando de...”



                                             

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Dicas da Semana #16 - 07/06/2012


Dicas da Semana #16- 07/06/2012
Por Marlon Fonseca



            A volta de Ridley Scott ao universo de Alien e dos atrapalhados e carismáticos personagens de Madagascar aos cinemas.  Indicações para DVDV e Blu-ray e para o sistema Netflix estão no “dicas” desta semana




CINEMA:


Prometheus (pré-estreia em alguns cinemas): Cercado de expectativas e mistério trata-se da volta de Ridley Scott ao universo de Alien. Espécie de prequel e ao mesmo tempo com alguma autonomia o longa conta o que a expedição da tripulação da nave Prometheus ao procurar a origem da vida.
  O “Falando de...” já está garantido na pré-estréia de amanhã e no Sábado contará tudo.





Madagascar 3 os Procurados: Alex, Melman, Gloria e Marty (além claro dos pingüins e de outros coadjuvantes) continuam em sua viagem de volta para casa e acabam parando na Europa e no mundo dos circos.











DVD/BLU-RAY:

A invenção de Hugo Cabret: Uma história emocionante e uma verdadeira homenagem ao início do cinema. Dirigido por Martin Scorcese. Imperdível. Caso possua televisão em 3D prefira alugar ou adquirir o Blu-ray com esta tecnologia.





Millenium: Os homens que não amavam as mulheres: Versão americana da primeira parte de uma trilogia sueca de livros e filmes contando as investigações da inusitada dupla vivida por Michael Blomqvist e Lisbeth Salander. Adulto, inteligente, sexy e com uma das personagens femininas mais interessantes dos últimos tempos.


  



NETFLIX:


Sangue Negro: A ambição é o mote deste poderoso filme dirigido por Paul Thomas Anderson. Daniel Day Lewis entrega um dos personagens mais interessantes e odioso da hsitória do cinema










A Outra: Scarlett Johansson e Natalie Portman disputam Eric Bana baseado no romance “A irmã de Ana Bolena”

segunda-feira, 4 de junho de 2012

...CINEMA. Opiniões # 31- Branca de Neve e o caçador


...CINEMA
Opiniões #31 – Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Hunstsman, USA, 2012)
Por Marlon Fonseca





            Segundo filme a tratar sobre a personagem no ano, Branca de Neve e o Caçador se apresenta com um enfoque diferente sobre a história, com aspectos mais sombrios e ampliando a relação entre a donzela e o caçador, com ares de épico de fantasia (diferente do abobalhado e sem graça Espelho, espelho meu[1]).

            Na trama, a Rainha má (Charlize Theron) domina seu reino e o mantém em regime de opressão em razão de sua busca obsessiva por beleza e poder. Ao ser notificado por seu espelho de que sua enteada, Branca de Neve (Kristen Stewart), lhe seria uma ameaça contrata um caçador para arrancar-lhe o coração. Arrependido, o caçador (Chris Hensworth) ajudará a moça a reaver ao trono ao lado de oito (??!) anões.

            Dois aspectos se sobressaem no filme. O primeiro é na parte estética. Fotografia, direção de arte, efeitos especiais e designs das criaturas estão impecáveis e resultam em um espetáculo visual de primeira.

            Já o segundo aspecto positivo reside na interpretação inspirada de Theron como a rainha má. Mesmo se esperando um bom trabalho da atriz, ela consegue surpreender a todos e consegue ir muito além. Não é exagero que sua vilã possa ser considerada como a melhor do cinema neste ano até o momento.

            O roteiro, ciente de que Kristen Stewart em nenhum universo existente, é mais bela que Theron, utiliza-se do outro sentido da palavra fair: justo. (apesar de a tradução brasileira não ter entendido isso.) E não deixa de ser uma sacada interessante transformar a donzela em princesa guerreira.

            Esta idéia, porém, foi auto-sabotada em razão de um roteiro muito mal elaborado. Tirando a parte inicial onde se mostra como a rainha tomou o reino, todo o resto do filme é apressado. Os relacionamentos também são muito rasos assim como as motivações dos personagens.

            Se Charlize brilha, o resto do elenco é irregular. Stewart, que é melhor atriz do que seu desempenho na saga Crepúsculo revela, vai evoluindo no decorrer do filme e só cresce mesmo em clímax. Chris Hensowrth, que vem em uma carreira ascendente, com seu caçador repete os mesmos trejeitos que entregara em Thor, com um acréscimo de um sotaque ridículo. Ambos são sabotados, ainda, pelo fato de o roteiro não estabelecer de forma competente seu relacionamento. O ator que interpreta Willian (Sam Claflin), o amigo de infância de Branca de Neve, é fraquíssimo.

            Já os oito anões[2], são interpretados por grades nomes como Ian McShane, Bob Hopskins, Toby Jone, Ray Winstone e Brian Glesson. Mas, infelizmente pouco fazem no filme.

            Assim, Branca de Neve e o Caçador, apesar de ser uma boa idéia, esbarra em sua má execução, principalmente no tocante aos relacionamentos entre os personagens e o aprofundamento de suas motivações. Se salva por ser um espetáculo visual irretocável e por ter uma vilã interpretada com maestria por Charlize Theron que acabam por ser a salvação do filme.

Cotação:   (3/5)

Ficha técnica: Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Hunstsman, USA, 2012). Ação. Drama. Fantasia. Direção: Rupert Sanders. Elenco: Kristen Stewart, Charlize Theron, Chris Hensworth, Sam Claflin, Ian McShane, Bob Hopskins, Toby Jone, Ray Winstone e Brian Glesson.



[2] Sim, 8. E o motivo do amento de número deles, segundo os próprios produtores para a revista preview foi o de “ser diferente”.

domingo, 3 de junho de 2012

...CINEMA. Adaptações (parte 1). Dos livros para as telas.


...CINEMA
Matérias Especiais # 2- Adaptações (parte 1). Dos livros paras as telas.
Por Marlon Fonseca




            Expediente usado nos cinemas desde os primórdios a adaptação de um livro para o cinema não é algo fácil, tendo ao longo dos anos, apresentado resultado dos mais variados possíveis.

            Apesar de um filme ter como pedra fundamental um roteiro escrito a diferença entre filme e livro é clara e inequívoca e ao se fazer uma adaptação de uma obra literária, certos obstáculos são inevitáveis de transpor.

Começando pela essência da história. Em qualquer tipo de adaptação não há a necessidade absoluta de se transpor ás telas todo o conteúdo do material adaptado, porém, a sua essência é fundamental. História, personagens e suas motivações, personalidade e nuances, situações importantes devem ser transportadas da melhor maneira possível. Não necessariamente de forma rigidamente fiel, literal, mas que também não a descaracterize completamente.

Paralelamente deve se decidir pelo enfoque que será dada a obra e a forma de como será feito. Que aspectos da história serão contados, a forma de como isto acontecerá, os temas e situações e de como  estes serão apresentados na tela.

Por muitas das vezes e por serem tipos de obras diferentes, há a necessidade de proceder com “cortes” ou modificações para melhor se adequar ao formato. Personagens e algumas situações por muitas das vezes não se faz presente na versão das telas e tal fato é perfeitamente aceitável. Logicamente, se feito de forma competente e que não se perca os principais: essência e compreensão da obra. Em o Advogado do Diabo, por exemplo, o final do filme é completamente diferente do livro, mas se manteve a mensagem final.
A “visualização” da obra também é importante e em muitos casos difícil de alcançar. Transformar paisagens, lugares, aspectos físicos dos personagens, etc em imagens, cenário e figurino pode ser uma tarefa árdua.
Passaremos agora a exemplificar todo o falado com alguns exemplos práticos. Primeiramente no tocante às adaptações bem sucedidas.

No Cenas de Cinema # 4 fora mencionado o trunfo que Peter Jackson alcançou adaptando a complexa obra de J.R.R tolkiem “Senhor dos Anéis”. Considerada “infilmável” por muitos em razão de toda a grandiosidade de sua trama, excesso de detalhamento de toda a Terra Média e grande número de personagens importantes e complexos, Jackson (que roteirizou e dirigiu os três filmes) acertou em todos os aspectos. O resultado foi uma obra que, assim como nos livros, nos apresenta um mundo extremamente rico e belo não somente nas paisagens exuberantes, mas principalmente nas mensagens que ele passa. O aspecto principal da obra literária, sua alma, sua mensagem se fez presente de forma intacta no cinema.

A Terra média de Tolkein ganhou vida em Senhor dos Anéis


A adaptação da obra clássica de Bran Stoker “Drácula” feita pelo excelente Francis Ford Copolla também merece destaque. A história no livro é todo montado como se fosse uma colação dos diários dos personagens contando sob seus pontos de vista os sinistros acontecimentos em sua volta. A adaptação cinematográfica roteirizada por James V. Hart, por motivos acertados, condensou e transformou tais cartas em forma de um roteiro mais “tradicional” e fez um excelente filme mantendo situações, personagens, ou seja, a essência, de forma correta. O resultado foi excelente: um filme sinistro, romântico e surpreendente tal qual o livro.

Em algumas situações (um pouco mais raras) somos surpreendidos com filmes melhores até do que os livros que o inspiraram. Isso ocorre principalmente pela habilidade do roteirista que consegue cortar fatos irrelevantes conseguindo alcançar uma obra com ritmo melhor e mais agradável. Exemplo é o cult Clube da Luta, o ritmo e o final do filme são mais impactantes no filme do que no livro.


Clube da luta filme...


... e livro: ambos impactantes ao seu modo
























Já em outras, há a expansão da obra ou mesmo uma leve adaptação ocasionando resultados diferenciados entre livro e filme. No primeiro caso geralmente se dá através de adaptações de contos. Por serem menores, os roteiristas pegam a idéia e a ampliam como os contos de Isaac Asimov que geraram os filmes Eu robô e I.A – Inteligência Artificial. Como exemplo do segundo caso podemos citar os filmes de James Bond,  personagem originário das páginas dos livros de Ian Flamming, que não são baseados em nenhum de seus livros. No âmbito Nacional temos o triunfante Tropa de Elite que baseado e roteirizado pelos mesmos autores do livro também excelente Elite da Tropa temos obras que se distanciam, mas também se complementam.


Capitão Nascimento não aparece no livro "Elite da Tropa"

 Por fim, existem os casos de filmes que não conseguiram de alguma forma alcançar a qualidade do livro e se apresenta por algum motivo piores ou incompletos. Um exemplo curioso é a adaptação de O código da Vinci o livro de Dan Brown apresenta uma estrutura bem parecida á de um roteiro cinematográfico e é repleto de momentos de tirar o fôlego. A sua adaptação, apesar de extremamente, fiel peca pela surpreendente falta de ritmo. Recentemente a obra de Jorge amado Capitães de Areia sofreu adaptação pouco satisfatória.

Código da Vinci decepcionou pela indesculpável falta de ritmo

Para terminar fica a sugestão de um exercício interessante e enriquecedor para uma melhor verificação de todo o exposto aqui. Escolha um livro que sofreu uma adaptação cinematográfica e o leia. Posteriormente, assista ao filme e faça as suas comparações entre ambos tentando observar os aspectos dessa adaptação.
Vejam como um exemplo uma das cenas mais fantásticas da história do cinema e o trecho que a inspirou:

”(...)Desceram mais, saindo da névoa, e ele pôde enxergar a ilha em toda a sua extensão, de norte para a Sul. Como Regis dissera: coberta de floresta tropical.
No Sul, erguendo-se acima das palmeiras, Grant viu um único tronco, sem folhas, apenas um caule curvo. Em seguida o tronco se moveu, virando-se para encarar os recém-chegados. Grant se deu conta que não era uma árvore.
Ele estava olhando para o pescoço longo, curvo e gracioso de uma criatura enorme, que chegava a mais de quinze metros de altura.
Estava olhando para um dinossauro
— Meu Deus — Ellie disse num sussurro. Todos mantinham os olhos fixos no animal cuja cabeça aparecia por cima das árvores.Em primeiro lugar ela pensou que o dinossauro era extraordinariamente belo. Nos livros eram animais exagerados,desengonçados, mas aquele bicho de pescoço comprido tinha graça e dignidade em seus movimentos. Era ágil: não havia nada de preguiçoso em seu comportamento. O saurópode observou-os atentamente, emitindo depois um som de trombeta, parecido com ode um elefante. Logo depois outra cabeça emergiu da folhagem,seguida de uma terceira e uma quarta.— Meu Deus — Ellie repetiu.Gennaro perdeu a fala. Ele sabia muito bem o que encontraria— há anos — mas de certo modo nunca acreditara que realmente fosse acontecer. O choque o deixou mudo. O poder assombroso da nova tecnologia genética, que considerava antes apenas um montede palavras de um discurso meio batido, repentinamente desabou sobre ele com força total. Os animais eram tão grandes! Enormes!Maiores do que uma casa! E havia muitos! Dinossauros de verdade, puxa vida! E reais, o que mais poderiam querer?E imediatamente pensou: Vamos ganhar uma fortuna com este lugar.Uma fortuna.
Ele rezou a Deus para que a ilha fosse segura. Grant parou no meio do caminho, na encosta do morro, a garoa atingindo o rosto, olhos fixos nos longos pescoços cinzentos acima das palmeiras. Sentia-se tonto, como se o chão faltasse a seus pés. Teve dificuldade em recuperar o fôlego, pois estava olhando para algo que nunca imaginara ver em sua vida.Os animais no meio da névoa eram apatossauros, saurópodes de tamanho médio. Sua mente anuviada começou a fazer associações acadêmicas: herbívoros da América do Norte, do final do período Jurássico, comumente chamados de "brontossauros". Fósseis descobertos por E. D. Cope em Montana, no ano de 1876. Espécimes associados aos estratos da formação Morrison, no Colorado, Utah e Oklahoma. Recentemente Berman e Mclntosh os reclassificaram como diplodocus, baseados na forma do crânio. Tradicionalmente,acreditava-se que o Brontosaurus passava a maior parte do tempo na água rasa, que ajudaria a suportar seu corpo imenso. Embora o animal não estivesse na água, movia-se depressa demais, a cabeça eo pescoço agitando-se por cima das palmeiras de um modo muito ativo...surpreendentemente ativo.
Grant começou a rir(...)”[1]



           
  


[1] CRICHTON, Michael. Parque dos Dinossauros, O. (Jurassic Park, 1991). Editora Best Seller. 7ª Edição. Págs. 105 a 108

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Dicas da Semana #15- 01/06/2012


Dicas da Semana #15 – 01/06/2012
Por Marlon Fonseca





            Nas locadoras a estréia de Raplph Fiennes na direção, Branca de Neve (novamente) nos cinemas e indicações do Netflix além da disputa pelo treno de ferro chegando aos games, estão neste “Dicas da Semana”.

  

CINEMA

           
Branca de Neve e o Caçador: Mais um filme recontando as histórias de Branca de Neve. O enfoque é nas batalhas épicas e no relacionamento da moça (interpretada por Kristen Stewart) e o Caçador (Chris Hensworth). Cahrlize Theron é a rainha má.
Obs: O filme será conferido hoje pelo “Falando de...” e amanhã já teremos seu “opiniões”






Solteiros com filhos: Comédia que mostra um casal que decide ter uma criança mas manter seu relacionamento aberto. Com Kristen Wiig (que estourou no ano passada com Missão Madrinah de casamento) e a participação da musa Megan Fox.









DVD/Blu-ray

Coriolano: Ralph Fiennes estréia na direção com esta adaptação da obra de Shakespeare. General romano antes reverenciado é traído pelo seu povo. Em busca de vingança, une-se ao se principal inimigo. O próprio Fiennes interpreta o general Caius Martius Corolianus. Gerard Buttler é o seu inimigo Tulus Aufidius. Ainda no elenco Vanessa Redgrave, Brian cox e Jéssica Chanstain. Apesar de adaptado para os tempos modernos, os diálogos e linguajar originais foram mantidos.







A Mulher de Preto: Terror gótico protagonizado pelo ex-Harry Potter Daniel Radcliff onde o ponto alto é a competente ambientação. Na trama um jovem advogado vai a um vilarejo para vender a casa de um cliente e defronta-se com a mulher de preto do título.







NETFLIX:

Sentença de Morte: Neste interessante filme de suspense sobre vingança, Kevin Bacon (sim, aquele mesmo do oráculo de Bacon...não sabe do que estamos falando? Leiam Aqui) interpreta um pai que após o assassinato brutal do filho parte em busca de seus assassino.








Meninamá.com: Quem está acostumado com a Ellen Page em Juno ficará surpreso com uma de suas primeiras atuações no filme de estréia do diretor David Salde (30 dias de Noite, Saga Crepúsculo: Eclipse). Aqui, o pedófilo é a vítima.









Hooligans: Filme que já até ganhou um Cenas de Cinema (http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/02/cenas-de-cinema-08-hooligans.html) e mostra um jovem americano que ao chegar em Londres conhece os bastidores da violenta torcidas inglesa.










GAMES:

Estamos testando esta versão gift set
Game of Thrones(PS3/XBOX360): Lançado quase que despercebido há mais de 15 dais, este RPG da Atlus é ambientando no universo dos livros e série porém contando história anterior aos acontecimentos de ambas.
O "Falando de..." está testando o game e em breve publicará um "opiniões" sobre ele.







BOM FINAL DE SEMANA E BOM DIVERTIMENTO PARA TODOS!!!!!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

...SÉRIES. Segunda temporada de Game Of Thrones Parte 2 (episódios 2.06 a 2.09)


...SÉRIES
Opiniões – Segunda temporada de Game Of Thrones Parte 2 (episódios 2.06 a 2.09)
Por Marlon Fonseca




CUIDADO! ESSE TEXTO CONTÉM INFORMAÇÕES QUE PODEM ESTRAGAR A SURPRESA DE QUEM AINDA NÃO ASSISTIU AOS EPISÓDIOS!!!




            Após o fantástico episódio de ontem falta apenas mais um para o encerramento da segunda temporada de Game of Thrones. Nesta segunda parte de discussões sobre a segunda temporada vamos tratar dos episódios 2.06 a 2.09 e nos prepararmos para o encerramento na próxima semana.

            Durantes este episódios as vidas dos irmãos Stark continuaram bastante movimentadas. Arya encontra um aliado bastante útil e paralelamente desenvolve uma relação perigosa com Twin Lannister. Bran, que estava se saindo bem como lorde de Winterfell, teve que abandona-la ante a ocupação de sua terra por Greyjoy.

            Mas não há relação mais inusitada na série senão a do “cão” com Sansa. Desde quando ele a impede de jogar Joffrey de cima do castelo[1], observa-se um ar de protecionismo dele para com ela. O salvamento de um estupro e, por fim, a promessa de levá-la para Winterfell em meio á tomada do castelo só aprofundaram a situação. Que sentimento se encontra por trás dessa atitude de “cão”?

            Já Robb se vê a volta com importantes acontecimentos e decisões. Em primeiro lugar é pego de surpresa com a traição do seu então “irmão” Theon Greyjoy, que toma de assalto sua cidade e rapta seus irmãos. Depois, tem que tomar uma pesada decisão contra sua própria mãe, ao se sentir traído em razão de a mesma ter libertado Jaime Lannister. Por fim, finalmente cede aos encantos e à paixão por Talisa mesmo sendo prometido à outra mulher.

            Jon Snow mostra que inexperiência e excesso de piedade são perigosos por trás da muralha e se vê preso e envolvido com a bela, inteligente e misteriosa Ygritte.


Robb Stark começa a sentir o peso da liderança...


         




...e Snow o peso da inexperiência e a beleza de uma mulher



   Enquanto isso em King´s Landing, o jogo de poder entre Cersei e Tyrion esquentava com as tentativas, ainda que equivocadas, da rainha de se fortalecer novamente. Foi dado nestes episódios, também, um enfoque no lado maternal de Cersei onde mesmo dentre as suas visões deturpadas de amor, ela se mostra verdadeiramente apaixonada por seus filhos.

Cersei ganhando mais "camadas" em sua personalidade

            Daenerys percebe, finalmente, que por trás da beleza da cidade de Qarth, existem perigos ocultos e vê seus filhotes de dragões em perigo.

            Mas tudo isso se interrompe com a tentativa de tomada do castelo e do trono por parte de Stannis Baratheon no espetacular nono episódio desta temporada. Aqui, Tyrion, além de um estrategista mostra-se um verdadeiro lorde de guerra ao liderar o exército enquanto o rei literalmente corre para as barras das saias de sua mãe.  Ele consegue enfraquecer o exército de Baratheon até que seu pai chega e termina com a batalha.

Tyrion comanda seus soldados

            Stannis é preso, Tyrion jaz ferido (mortalmente ?) no solo, Bran, Arya e Sansa estão foragidos e muita coisa ainda está para acontecer . Aguardemos o fim desta temporada e os rumos que se seguem.




[1] Essa cena ocorreu quando Jofreey mostrou à Sansa a cabeça de Ned Stark em uma lança assim que assumiu o reinado.