sexta-feira, 4 de maio de 2012

Dicas da Semana #14 - 04/05/2012


Dicas da Semana #  14 - 04/05/2012
Por Marlon Fonseca




            Confiram lançamentos e indicações em mais um “dicas”.




CINEMA:


Anjos da Lei: Comédia de inesperado sucesso nos EUA baseado no seriado que catapultou Johnny Depp á fama. Na trama dois amigos policiais ingressam em um programa secreto da polícia onde agem infiltrados em escolas para investigar crimes cometidos por alunos.








Paraísos Artificiais: Filme que conta, através de uma história de romance, os meandros do mundo e da geração freqüentadora de raves e de usuários de drogas.

  










DVD/Blu-ray:


Mateus, o balconista: Seriado filmado por câmeras de celular onde Mateus Solano interpreta um balconista de locadora que sonha seguir os passos de Quentin Tarantino. Mas a sua realidade é composta pelo enfrentamento diário das situações comuns em uma locadora. Impagável.

Um exemplo:






Um dia: Emma e Dexter se conhecem em sua festa de formatura e a partir daí nasce uma complicada amizade. Anualmente eles se encontram na mesma data. O filme mostra mais de uma década de encontros e as mudanças nas vidas de ambas nesse período. Baseado no livro de David Nicholls que também escreve o roteiro do filme. Curiosamente, quem leu o livro não gostou muito da adaptação cinematográfica. Mas o filme emociona.







GAMES:


Mortal Kombat Vita: A versão Komplete Edition de Mortal Kombat chega ao portátil da Sony abusando de sua tela de toque. Fatalities podem ser acionados por ela e há a opção de se limpar o sangue da tela com os dedos. Ainda há o uso da funcionalidade de realidade aumentada transportando as lutas para “cenário reais”.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

...GAMES. Especial. Diário de um matador de Colossos (parte 1)


...GAMES
Especial. O Diário de um matador de Colossus – parte 1
Textos de Marlon Fonseca
Vídeos: usuário theRadBrad do youtube (c/ comentário em inglês)




            Mesmo com muitos games jogados e terminados[1] na vida e muitos filmes assistidos[2] sempre existem os que costumo chamar de “furos”. São para mim aqueles clássicos obrigatórios que de uma forma ou outra eu deixei passar.

            Shadows of the Colossus era um deles. Até que finalmente resolvi começar a jogá-lo. Neste caso a demora foi recompensada, pois estou jogando a versão do Playtation 3 que é a sua definitiva com gráficos em HD e rodando muito mais suave.

            Como se trata de um jogo bem antigo (ele é de 2005) não achei que valeria a pena um “opiniões” sobre ele. Resolvi, então, no meio em uma batalha colossal transformar minhas experiências com o game neste “diário”. Com os textos trago vídeos do usuário do youtube theRadBrad para ilustrar melhor as batalhas.

            Para começar algumas ponderações gerais sobre o game. Nota-se de imediato o porque dele ser considerado uma das grande obras primas da história dos games. Ele é belíssimo. Seu mundo, ainda que pouco habitado, vazio é extremamente deslumbrante. Em alguns momentos chega a ser vertiginoso. É uma obra única, sem dúvidas.



            Tecnicamente a única coisa que tem me irritado é a câmera que em alguns momentos atrapalha e o controle que não responde sempre muito bem ao meu comando. Mesmo assim, a experiência tem valido á pena. As batalhas são fenomenais e a sensação da última estocada em cada monstro é compensadora.

            Bom, agora vamos aos monstros em questão.  Ontem matei quatro Colossus[3].



1-º Colosso:

            Realmente a primeira vez é inesquecível. Desde a busca pelo lugar onde ele se encontra até a sua aparição dão uma sensação única. Passada admiração pelo encontro foi a hora de partir para a luta. O único problema dela foi que, como era a primeira batalha, eu ainda estava dominando e entendo a jogabilidade. Mas de qualquer forma não foi lá muito difícil este primeiro oponente. Colosso no chão e o jogo já me cativou.


2º Colosso:
            Esse foi o mais fácil até o momento. Após conseguir subi-lo só cai com ele morto. Mais um para a conta.





3º Colosso:
            Aqui o meu problema crônico de direção me fez demorar uma eternidade para encontrar a criatura. Após o encontro parti para a briga confiante. Após mais uma demora em finalmente alcançar seu primeiro ponto fraco o resto foi mais tranqüilo. Terceiro Colosso no chão e eu já achando que estava dominando o jogo.



4º Colosso:
            Aqui a coisa ficou bem feia. E dramática. Foi a batalha mais demorada e a câmera e o controle me atrapalharam absurdamente. Outro ponto que me fez demorar foi o modo de chamar a atenção da criatura para subi-la. Por muitas vezes eu estava á sua frente chamando a sua atenção e ele insistia em ir para outra direção. Para complicar quando faltava o último golpe a stamina acabou e fui jogado para baixo de novo, demorando novamente até conseguir subi-la. Quando finalmente consegui dei a estocada de misericórdia e com ela uma grande sensação de alívio de dever cumprido. Fim do primeiro dia de caçada.




OS: Foi no meio dessa cansativa batalha que decidi fazer esse diário.

Até as próximas batalhas!


[1] Mais de 700.
[2] Quase 3.000
[3] Em um total de 16.

terça-feira, 1 de maio de 2012

...GAMES. Silent Hill Downpour


...GAMES
Opiniões #10- Silent Hill: Downpour
Por Marlon Fonseca




            Com Resident Evil se deslocando cada vez mais para o campo da ação, Silent Hill lidera o posto de franquia de terror mais popular nos games. Focado na ambientação e no terror psicológico e contendo puzzles e momentos macabros e uma trilha sonora premiada, a série conquistou fãs em todo o mundo. Nos últimos jogos, porém, houve uma perda da identidade e qualidade em comparação aos mais antigos.

            Silent Hill Downpour tenta resgatar os elementos que consagraram a série. Consegue em parte. Na trama, o jogador controla Murphy Pendleton um presidiário que na ocasião de sua transferência para uma penitenciária, sofre um acidente de ônibus. Esse caminho o levará á cidade atormentada de Silent Hill.


            A ambientação é muito boa. Além da neblina característica da série houve a adição de uma tempestade forte com direito á trovoada. A trilha sonora se não repete a excelência dos jogos mais populares da série é pelo menos competente e compõe bem o clima. Risadas ao fundo, portas batendo e objetos caindo complementam a atmosfera. Percebe-se realmente um retorno aos primeiros jogos neste sentido. Não chega a ir tão fundo no terror como nos primeiros games da série, mas possui inegáveis bons momentos.




            Os gráficos estão muito bons e sem dúvidas é o jogo mais bonito de toda a franquia. Efeitos de iluminação muito bem aplicados e CG´s competentes contribuem para o clima.

            A novidade do jogo para a série são as sidequests que, assim como em jogos de RPG e de “mundo aberto” são missões á parte da história principal que podem ser feitas ou não dependendo da vontade do jogador. A maioria é interessante e umas chegam a ser bem macabras. O sistema de escolhas está de volta[1] e estas influenciam diretamente o final do jogo, que são vários (outra tradição da série).

            A jogabilidade continua a mesma: o jogador deverá percorrer a cidade e resolver puzzles na tentativa de fugir de lá e entender o que anda acontecendo. Há ainda momentos em que se tem que enfrentar algumas criaturas ou fugir delas. Esses momentos não são muitos, revelando-se mais uma tentativa de retorno aos elementos antigos da série. A história, apesar de mais simples do que em outras visitas á cidade, é boa e prende a atenção até o fim.

            Mas o combate é falho demais e prejudica muito o jogador. O pior problema do game, porém, reside nos aspectos técnicos. Constantes e irritantes slowdowns (queda na velocidade do jogo) irritam e atrapalham demais, chegando a quase travá-lo em várias ocasiões. Somando ao aspecto “lavado” dos (bons) gráficos mostra que não houve um cuidado no acabamento do game.

            Silent Hill Downpour pode não ser o melhor game da franquia, mas não a deturpa e prejudica. Com bons momentos de terror, história com desenvolvimento satisfatório e bom visual vai conseguir prender o jogador até o final. Seus maiores problemas residem no combate falho e em problemas técnicos imperdoáveis, mas vale á pena ser conferido.

            Cotação:   (3/5)

            Ficha técnica: Silent Hill Downpour (PS3, XBOX 360). Terror/suspense. Produtora: Konami. Estúdio: Vatra. Data de Lançamento: 13 de Março de 2012. Versão Testada: PS3


[1] São três ao longo do jogo.

domingo, 29 de abril de 2012

Opiniões Especial - Os vingadores (versão fã)


ESPECIAL
Opiniões Especial – Os Vingadores (versão fã)




Cuidado! Este texto contém informações que podem estragar algumas surpresas de quem ainda não viu o filme!!!!!




            Na Sexta, dia 27, o filme Os Vingadores foi conferido e “opinado” aqui no “Falando de...”. Na ocasião tentei ser mais objetivo e imparcial. Conforme prometido este texto é a minha visão do filme como fã de quadrinhos de longa data.

            Aprecio quadrinhos desde criança e os super-heróis sempre fizeram parte da minha vida e, felizmente, ainda fazem. É para mim, portanto, extremamente gratificante ver o rumo que as adaptações de suas histórias para o cinema vêm levando. Ótimos filmes estão saindo e o mais importante: com a captação das nuances e o cuidado no desenvolvimento da personalidade dos personagens. Afinal, tal qual os deuses da grécia antiga, os super heróis são poderosos, porém falhos como todo e qualquer ser humano.

            E foi, com extrema gratificação, que percebi que em Os Vingadores novamente se teve essa visão. Logicamente, o objetivo maior era a diversão e as cenas de ação. Mas, felizmente, houve um cuidado em se estabelecer os conflitos e elos entre os personagens com cautela. Nesse quesito o que mais me chamou a atenção foi a admiração e amizade mútua estabelecida entre Tony Stark e Bruce Banner. Não foi surpresa no fim do filme, portanto, que tenha sido justamente o Hulk que tenha salvado o Homem de Ferro de sua queda livre.

            Outro fator que merece destaque foi que todos os acontecimentos dos filmes solo dos personagens se encaixaram muito bem. Parecia realmente que se estava assistindo uma daquelas sagas grandiosas das HQ´s com referências a outras histórias (só faltou um balãozinho no canto da tela dizendo “como visto em...”).

            Quanto ao tom, apesar de conter alguns momentos que flertaram com o cartunesco e muitos diálogos “engraçadinhos” o filme não soa bobo e infantilizado.

            Quanto aos personagens não dá para começar sem citar o Hulk. Ele roubou a cena. Na minha sessão a única vez em que houve aplausos do público foi para ele. Curioso ver que ele funcionou melhor no filme do grupo do que nos tratamentos solos anteriores. E pela primeira vez de verdade conseguiu se ver o rosto do seu intérprete na criatura digital. O Capitão América também foi outro que cresceu muito neste filme. Ali eu vi o Steve Rogers que “conheço” há décadas. E no campo de batalha e dando ordens a todos e organizando o grupo foi o momento que de fato o Capitão surgiu como o líder definitivo da equipe. O Homem de Ferro do Downey Jr. continua sendo muito cool e a Scarlett Johansson sobe mais um degrau no status de musa.  Mas todos sem exceção tiveram seu espaço para brilhar.

            Já com relação ao Loki, sempre o considerei um vilão interessantes nos quadrinhos e Tom Hiddleston já havia demonstrado talento em sua primeira interpretação no filme do Thor. Mas em Os Vingadores ele está menos contido e se saiu muito bem como o vilão. A morte do Coulson além de servir como estímulo para a união do grupo serviu também para deixar o público com mais raiva ainda do maligno semideus.

            Duas ausências sentidas? O clássico grito de “Avante Vingadores!!!” e o destino do Caveira Vermelha. Esses acho que estão guardados respectivamente para Os Vingadores 2 e Capitão América 2.

            O filme superou as expectativas. Como apaixonado por cinema e por quadrinhos eu não poderia ter saído mais satisfeito. Aquele garotinho que lias as histórias e as reproduzia com seus bonecos em sua casa, então, estava dando pulos de alegria dentro de mim.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

...CINEMA. Opiniões #25 - Os Vingadores


...CINEMA
Opiniões #25- Os Vingadores (The Avengers, 2012)
Por Marlon Fonseca



            Enfim chega aos cinemas a última e maior parte de um quebra-cabeças muito bem criado pela Marvel Studios. A primeira peça e base de tudo foi lançada em 2008 quando em o Homem de Ferro Nick Fury aparece diante de Tony Stark e menciona uma “iniciativa”. Nos subseqüentes O Incrível Hulk, Homem de Ferro 2, Thor e Capitão América novas peças foram surgindo e agora o todo se completa.

            “Houve um dia como nenhum outro, em que os maiores heróis do mundo se viram unidos contra uma ameaça comum. Naquele dia, os Vingadores nasceram...para combater os inimigos que nenhum super herói poderá enfrentar sozinho”. Com esta frase e princípio, o grupo surgiu em 1963 para os Quadrinhos.

            Em 2012 nascem com o mesmo mote nos cinemas. Na trama do filme a ameaça comum é o ensandecido e cada vez mais perigoso meio irmão de Thor, Loki, agora munido de um terrível exército alienígena. Para combatê-lo Nick Fury finalmente inicia a sua Iniciativa Vingadores e reúne os heróis, Homem de Ferro, Capitão América, Hulk, Thor, Vúva Negra e Gavião Arqueiro. Juntos tentarão defender a Terra desta terrível ameaça. Ou, ao menos, vinga-la. Mas não sem antes ter que enfrentar outro perigo em comum: a convivência.

            Mais do que um filme de ação, Os Vingadores é uma empreitada cinematográfica. Uma das maiores de todos os tempos. O que a Marvel fez antes mesmo da estréia do filme já é digno de aplausos. Trouxe aos cinemas seu universo coeso e interligado com todos seus filmes anteriores apontado para este único horizonte.

            Para esta tarefa, o escolhido foi Joss Whedon que já mostrara na série Firefly e seu filme Serenity, habilidade em administrar uma equipe e seus protagonistas. Seu sucesso á frente da série de quadrinhos Os surpreendentes X-men o qualificou de vez.

            Whedon, que também co-escreveu o roteiro do longa[1],  soube muito bem dosar cada característica e importância dos personagens. Contando com generosas 2 horas e 20 minutos de projeção ele teve tempo de sobra para estabelecer os conflitos e elos entre todos os personagens. Destaque também para os diálogos acima da média, principalmente nos embates psicológicos entre os heróis e Loki. A montagem também ajuda e mantém o filme fluente e “redondo”.

            Percebe-se o cuidado na ligação entre todos os filmes anteriores, mas em nenhum momento se parece algo forçado. Pelo contrário o resultado é bastante orgânico. Todos os personagens tem sua importância e destaque na trama.

            Como era de se esperar de uma produção deste porte, os efeitos especiais estão excelentes e o 3D que fora mal utilizado no filmes do Thor e Capitão América aqui está muito melhor realizado, destacando os efeitos em algumas cenas e causando imersão em outras. Whedon segura as rédeas das espetaculares cenas de ação muito bem e os espectadores ainda são brindados com uma seqüência sem cortes alternando a ação dos heróis.

Mas nada daria certo sem o elenco. Alternando entre atores consagrados e astros em ascensão todos estão em ótima performance. Como era de se esperar Robert Downey Jr sai á frente do elenco. São deles as melhores frases de efeitos e os momentos de maior humor. Mas seu Tony Stark mostra mais uma vez que sabe ser heróico quando preciso. Scarlet Johansson que vem com a ingrata tarefa de ser a única mulher do grupo apresenta a competência de sempre e sua Viúva Negra no decorrer do filme vai apresentando as suas diversas camadas. Mark Ruffalo estreando no papel do atormentado Bruce Banner o faz com exímia qualidade. Suas feições e movimentos também estão presentes no Hulk mais bem feito e icônico dos cinemas até o momento. Chris Henswort continua acertando a mão como Thor com seu misto de brutalidade, nobreza e sentimento de culpa pelos atos de seu irmão. Samuel L. Jackson e Jeremy Ranner também dão conta do recado quando acionados.

Justiça, porém, deve se fazer a Chris Evans que dá um passo á frente em sua interpretação como Capitão América chegando bem próximo ao Steve Rogers honroso, heróico e líder nato dos quadrinhos. Mas o destaque de todo este excelente elenco fica mesmo para Tom Hiddleston. Seu Loki apresenta-se com um misto de loucura, fraqueza, sagacidade segurando-se muitíssimo bem no papel de ameaça geradora da união dos personagens.

            O quebra-cabeça da Marvel se completa de forma bastante competente. O primeiro, diga-se de passagem. Peças para o segundo já foram lançadas e novas surgirão nos próximos anos em Homem de Ferro 3, Thor 2, Capitão América 2 e num eventual novo filme do Hluk[2] para que se juntem á peça maior Vingadores 2 em 2015[3].

            Houve um dia em que os maiores heróis do planeta juntaram-se nos cinemas para entreter e emocionar a todos. Poucos se esquecerão dele.

            Cotação: (5/5)

            Ficha técnica: Os vingadores (The Avengers, USA, 2012). Ação. Direção: Joss Whedon. Elenco: Robert Downey Jr., Chris Evans, Samuel L. Jackson, Scarlett Johansson, Mark Rufallo, Chris Hesworth, Jeremy Renner, Tom Hiddleston, Clark Gregg. Duração: 142 min.


[1] Ainda que imitado a certas imposições do estúdio
[2] Joss Whedon admitiu conversas nesse sentido.
[3] Data de lançamento já confirmada

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Dicas da Semana #13 - 26/04/2012


Dicas da Semana #13 – 26/04/2012
Por Marlon Fonseca




            Mais um “dicas” com lançamentos e indicações de filmes e games para animar o seu final de semana.



Cinema:


Os Vingadores: A espera chegou ao fim. Homem de Ferro, Thor, Capitão América, Hulk, Viúva Negra Gavião Arqueiro e Nick Fury se unem para enfrentar o ensandecido e vilanesco Loki em uma das maiores empreitadas da história do cinema.
O “Falando de...” está confirmadíssimo na sessão de estréia e amanhã mesmo já teremos um “opiniões” sobre o filme. Enquanto isso aqueça-se com alguns textos sobre ele: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/04/cinema-especial-avante-vingadores.html ; http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/02/especial-01-o-comercial-dos-vingadores.html






DVD/Blu-ray:

Tudo pelo poder: Filme que concorreu ao oscar de melhor roteiro adaptado e que conta com um elenco de primeira linha. Mostra os bastidores pela corrida á vaga presidencial americana pelos democratas. Dirigido por George Clooney. Imperdível.







Missão Impossível: Protocolo Fantasma: Considerado por muitos, e com certa razão, como o melhor filme da série, temos o agente Ethan Hunt (novamente interpretado por Tom Cruise) agindo como renegado tentando desvendar uma traição dentro da própria IMF.








Roubo nas alturas: Um time de comediantes de peso, liderados por Eddie Murphy e Bem Stiller, está nessa comédia onde um grupo planeja assaltar um prédio de luxo, sendo o alvo a cobertura de um trapaceiro de Wall Street.












NETFLIX:

Road Trip: Caindo na Estrada: Para quem matou a saudades da turma do American Pie, este filme é mais do que indicado. Um estudante universitário trai a namorada e grava um vídeo. Seus amigos o enviam por acidente e agora todos irão viajar para tentar intercepta-lo. Hilário.








O Guia do Mochileiro das Galáxias: A saga literária do Mochileiro das Galáxias escrita por Douglas Adams está entre as obras literárias mais divertidas e non sense de todos os tempos. Este filme adapta o primeiro dos 4 livros que compõem a série.








Brilho Eterno de uma mente sem lembranças: Comédia dramática com toques de ficção científica onde se presencia a melhor atuação da carreira de Jim Carrey. Ao lado de Kate Winslet, eles formam um casal que, após o rompimento, passa por um experimento que apaga as lembranças de uma pessoa em específica de seu cérebro. Esqueceram-se, porém, que do coração nada se apaga. Um filme que precisa ser visto e apreciado por todos.










GAMES:

Prototype 2: Tentando se estabelecer como mais uma franquia de respeito, o jogo de ação em “mundo aberto” retorna com novo protagonista.











BOM DIVERTIMENTO E BOM FINAL DE SEMANA PARA TODOS!!!!!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

...CINEMA. Opiniões #24 - American Pie: o Reencontro


...CINEMA
Opiniões #24- American Pie: O Reencontro (American Reunion, USA 2012)
Por Marlon Fonseca




            A Série American Pie marcou uma geração. O que Porky´s significou para os anos 80,ela foi para os adolescentes do fim dos anos 90. Este American Pie: o reencontro chega para encerrar a franquia com uma forma de despedida e homenagem.

            Na trama, todos os personagens da série original[1] retornam, sejam como protagonistas ou em participações especiais para a festa de encontro de 13 anos de formados de sua turma. Tentando esquecer um pouco os seus problemas, agora na vida adulta, os amigos Jim, Kevin, OZ, Finch e Stiffler tentam transformar este encontro em mais uma “festa inesquecível”.

            A questão central em torno do filme é se tanto o público quanto os personagens amadureceram. Repetir as piadas de treze anos com certeza não soaria tão bem para os fãs de outrora. E, surpreendentemente, os roteiristas entenderam isso e conseguiram dosar bem escatologia, comédia, romance e, até mesmo, doçura tornando o filme algo bastante agradável de ver.

            O amadurecimento se dá nos problemas que os protagonistas enfrentam. Perder a virgindade ficou no passado e agora eles precisam resolver problemas sérios de relacionamentos e profissionais. Uma sacada interessante foram as cenas em que Jim e seu pai mudam de lugar e agora é o filho que tenta aconselhar o pai de forma desastrada.

            American Pie: o reencontro não é uma obra prima, mas diverte e faz jus aos fãs da série apresentando um desfecho mais do que favorável a franquia.

             
Cotação:   (3/5)

Ficha Técnica: American Pie: O Reencontro. (American Reunion, USA, 2012). Comédia. Direção: Jon Huwirtz e Hayden Schlossberg. Elenco: Jason Biggs, Alysson Hanningan, Sean William Scott, Chris Klein, Thomas Ian Nichols, Tara Reid, Mena Suvari, Eddie Kay Thomas, Eugene Levy. Duração: 113 min.


[1] Ignorando os posteriores filmes lançados em DVD

terça-feira, 24 de abril de 2012

Cenas de Cinema #12 - Doze Homens e uma vida

Cenas de Cinema #12 - 12 Homens e uma vida.
Por Marlon Fonseca




            Indicação de filme enviada pelo fiel leitor Flávio Dreux, 12 Homens e uma Sentença, de 1957, de fato merece ser lembrado aqui no “Falando de...”. O filme mostra os bastidores de reuniões na sala de um júri para definir a vida de um jovem acusado de homicídio.

         O maior trunfo do filme é o seu lado teatral[1]: diálogos e atuações são o seu forte. O fato também de ser passado quase todo em único ambiente também deve ser destacado. A tensão entre os doze homens furiosos do título original é constante e aos poucos vamos descobrindo os preconceitos e falhas de cada um deles.

            O trabalho de um jurado não é fácil. Conforme o slogan do filme á época “eles possuem doze pedaços de papel....doze chances de matar”. Os jurados, apesar da posição importante, não estão acima do bem e do mal. E 12 homens e uma sentença o mostra com maestria.



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Você que está começando a acompanhar o blog agora não conhece o “Cenas de Cinema”?
Dê uma espiadinha nos anteriores:








[1] Ele é baseado em uma peça de teatro.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

...CINEMA. Opiniões Especial - O 3D de Titanic


...CINEMA
Opiniões Especial – O 3D de Titanic (1997;2012)
Por Marlon Fonseca




                        .


 O filme de romance e catástrofe que arrebatou e emocionou multidões de todo o mundo, retorna aos cinemas quinze anos após o seu lançamento. Titanic veio emocionar novamente as platéias, agora convertido em 3D.






O Filme:


            Sucesso de crítica e público, dono até pouco tempo do recorde de maior bilheteria de todos os tempos[1] e vencedor de onze oscar´s é incontestavelmente um clássico moderno.

            Curiosamente, este sucesso assombroso passou a contar contra ele, pois várias pessoas passaram a rotulá-lo como “brega”, “piegas”, “egocêntrico”, dentre outras coisas que se costuma ouvir.

            O fato, porém é que o filme é uma obra ímpar. Uma criação impressionante de James Cameron que, através de uma tragédia famosa lançou uma história de amor e desastre fabulosa.

            Tecnicamente, então, o filme é impecável. Cenografia, efeitos especiais, figurinos todos estão perfeitos[2] e não envelheceram nestes quinze anos que se passaram. Vê-lo hoje no cinema deslumbra tal qual o fez á época de sua estréia.

            O resto foi história. Cameron virou “o rei do mundo” e se superou com Avatar. Leonardo Di Caprio e Kate Winslet tornaram-se, com muita justiça, dois dos atores mais requisitados e talentosos de sua geração e Titanic figurará para sempre na lista de grandes clássicos do cinema.

           

O 3D:

            James Cameron com seu Avatar, deu início a esta nova onda e novo enfoque na tecnologia 3D. Por isso mesmo, esta conversão de Titanic era aguardado com muita expectativa.

            O resultado, porém, ficou muito aquém do esperado. Na maioria das vezes o efeito de profundidade é pouco notado ou inexistente. A impressão em 80% do filme é de estar se assistindo um filme em 2D só que usando óculos. Decepciona assim como decepcionou outra recente conversão Star Wars – Episódio 1: A Ameaça Fantasma.

            Nas cenas em que ele realmente é notado, porém, ele é competente. No início, nas tomadas no fundo do oceano a imersão é muito boa e nas seqüências em que o navio é filmado por cima a profundidade impressiona de forma vertiginosa.

            Muito pouco para o que se esperava. Vale á pena conferir o longa novamente nos cinemas para atestar que o impacto e emoção do filme continuam intactos. Mas se o espectador for ao único intuito de ver um 3D deslumbrante, vai se arrepender.

           


Cotação:
Filme:  (5/5)
3D: (2/5)


Ficha técnica: Titanic 3D (USA 2012, 1997). Gênero: Drama. Direção: James Cameron. Elenco: Leonardi dicaprio, Kate Winslet, Billy Zane, Kathy Bates, Bernard Hill, Frances Fisher. Duração: 194 min.



Outros textos sobre 3D:

Gosta de 3D ou quer saber um pouco mais sobre a tecnologia?Confiram dois textos aqui mesmo do blog sobre ela:






[1] Tendo sido suplantado por Avatar do seu mesmo criador e diretor.
[2] Cameron recriou móveis, talheres e locais do barco de forma idênticas

sábado, 21 de abril de 2012

...CINEMA. OPINIÕES #23 - Guerra é guerra!


...CINEMA
Opiniões #23- Guerra é Guerra! (This Means War, 2012)
Por Marlon Fonseca



            Desde Sr. e Sra. Smith, comédias românticas de ação tem aportado aos cinemas. Curiosamente, a grande maioria com o tema espionagem como pano de fundo. Guerra é guerra é o mais novo filme do gênero e, mesmo sem ser brilhante, diverte. Não chega a ser tão bom como o filme estrelado por Jolie e Pitt, mas se sai melhor do que outros concorrentes como Encontro explosivo e o fraquíssimo Par perfeito.


            A história do filme é centrada em dois amigos espiões da CIA que, coincidentemente e ao mesmo tempo conhecem e se interessam pela mesma mulher. Resolvem então, fazer uma disputa entre eles para ver com qual ela ficará.

            Trata-se de um passatempo rápido e descompromissado onde não há qualquer resquício de profundidade. Os personagens são completamente imaturos e seus atos em grande maioria são moralmente reprováveis.

            Mas a graça do filme reside exatamente neste aspecto. A utilização do aparato da CIA para espionar o objeto de desejo dos espiões e atrapalha-los na disputa rende bons momentos, lembrando levemente o ótimo True Lies. Tanto as cenas e diálogos de comédia e ação são bastante divertidas, [1]ainda que, a parte de espionagem e ação seja ainda mais rasa.

            O trio de protagonistas composto por Chris Pine, Tom Hardy e Reesse Whitersponn está ótimo. Todos estão visivelmente se divertindo muito. Whiterspoon que vêm de uma série de papéis dramáticos e fortes está com uma leveza nunca vista[2]. Hardy que fora visto anteriormente como o taciturno lutador de Gurreiro[3] e este ano será o terrível vilão Bane em Batman- O Cavaleiro das Trevas Ressurge apresenta um curioso lado sensível. Já Chris Pine repete a faceta de outros personagens, que interpretara anteriormente, com a competência habitual.

            O diretor MCG (de As panteras e do último Exterminador do futuro) nunca foi brilhante e aqui, pelo menos não atrapalha. Chega até mesmo a realizar um exercício de estilo em uma seqüência sem cortes interessante. O ritmo ágil do filme também conta á seu favor.

            O que acaba por prejudicar o longa é o fato de que, em um dado momento, ele começa a tomar partido de um dos lados dos amigos o que invariavelmente prejudica e enfraquece o outro, acabando por forçar algumas situações no final.

            Guerra é Guerra é aquele tipo de filme feito e que deve ser encarado apenas como entretenimento sem compromisso. É bem feito, os personagens cativam e não aborrece em nenhum momento. Peca em alguns aspectos mas no fim não prejudica o objetivo único: a diversão.
             

Cotação:  (3/5)

Ficha Técnica: Guerra é Guerra! (This Means War,USA 2012). Gênero: comédia romântica de ação. Direção: MCG. Elenco: Chris Pine, Tom Hardy e Reesse Whitersponn, Til Schweiger, Chelsea Handler. Duração: 97 min.


[1] Destaque para a hilária seqüência do paintball
[2] A atriz veio recentemente ao Brasil divulgar o filme.
[3] Primeiro filme a ser opinado no “Falando de...” em: http://blogdofalandode.blogspot.com.br/2012/01/opinioes-1-guerreiro.html